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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo!$ ^{A,B,C,D,E)} !$. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os!$ ^{A,B,C,D,E)} !$ que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
Sobre a construção de sentidos do texto I, assinale a opção CORRETA.
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Um gato, SRD, 2 anos de idade com hiporexia há duas semanas e hematêmese há dois dias. Presença de hematúria há dois dias com urina normal no dia da consulta. Animal com história de desobstrução uretral há 20 dias, temperatura de 35ºC, TPC 3 segundos; mucosas ictéricas, estado nutricional obeso e nível de consciência deprimido.
Hemograma
| Eritrograma | Paciente | Valores de Referência |
| Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ | 3,80 | 5,0 – 10,0 |
| Hb (g/dL) | 6,4 | 8,0 – 15,0 |
| VG (%) | 19 | 24 – 45 |
| VCM (fL) | 50,00 | 39 – 55 |
| CHCM (g/dL) | 33,68 | 30 - 36 |
| PPT (g/dL) | 6,2 | 6,0 – 8,0 |
| Citologia: Presença de 120 metarrubrócitos em 100 leucócitos e discreta anisomacrocitose | ||
| Leucograma | Paciente | Valores de Referência |
| Leucócitos (μL) | 2,0 | 5.500 – 19.500 |
| Metamielócitos (μL) | 0 | 0 |
| Bastonetes (μL) | 40 | 0 – 300 |
| Segmentados (μL) | 320 | 2.500 – 12.500 |
| Linfócitos (μL) | 820 | 1.500 – 7.000 |
| Eosinófilos (μL) | 500 | 0 – 1.500 |
| Basófilos (μL) | 0 | Raro |
| Monócitos (μL) | 320 | 0 – 850 |
| Citologia: Nada digno de nota | ||
Contagem diferencial realizada em 50 células; Valor total de Leucócitos corrigidos.
Exame Bioquímico
| Exame | Paciente | Valores de Referência |
| Creatinina mg/dL | 1,50 | 0,8 – 1,8 |
| Albumina g/dL | 1,70 | 2,1 - 3,3 |
| FA U/L | 22 | 25 - 93 |
| GGT U/L | 24,2 | 1,3 - 5,1 |
O eritrograma do gato apresenta alterações caracterizando uma: do tipo .
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A micoplasmose hemotrópica ocorre em gatos de todas as idades, apresentando sinais clínicos variáveis que envolvem uma anemia grave, taquipneia, depressão, fraqueza, anorexia e perda de peso. Em relação à etiologia da micoplasmose hemotrópica em felinos, é CORRETO afirmar:
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O carcinoma espinocelular, também chamado de carcinoma epidermoide ou carcinoma de células escamosas, é o tipo mais comum de câncer bucal. Com relação aos cânceres bucais, são fatores predisponentes, EXCETO:
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Um cão, SRD, com 5 anos de idade, apresentando hipotermia, taquicardia, fratura pélvica e presença de líquido na cavidade abdominal.
HEMOGRAMA
| Eritrograma | Paciente | Valores de Referência |
| Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ | 9,4 | 5,5 – 8,5 |
| Hb (g/dL) | 18,5 | 12,0 – 18,0 |
| VG (%) | 57 | 37 – 55 |
| VCM (fL) | 60,63 | 60 – 77 |
| CHCM (g/dL) | 32,45 | 32 – 36 |
| PPT (g/dL) | 10,0 | 6,0 – 8,0 |
| Citologia: Nada digno de nota. | ||
| Leucograma | Paciente | Valores de Referência |
| Leucócitos (μL) | 33.400 | 6.000 – 17.000 |
| Metamielócitos (μL) | 0 | 0 |
| Bastonetes (μL) | 334 | 0 – 300 |
| Segmentados (μL) | 26.386 | 3.000 – 11.500 |
| Linfócitos (μL) | 1.670 | 1.000 – 4.800 |
| Eosinófilos (μL) | 0 | 100 – 1.250 |
| Basófilos (μL) | 0 | Raro |
| Monócitos (μL) | 5.010 | 150 – 1.350 |
| Citologia: Nada digno de nota. | ||
URINÁLISE
| Exame Físico | Exame Químico | Exame do Sedimento |
| Cor: amarela | pH: 6,0 | Hemácias: 15-20 por cp/400x |
| Odor: sui generis | Proteína: 1+ | Leucócitos: 25-30 por cp/400x |
| Aspecto: turvo | Glicose: negativo | Células epiteliais: raras |
| Densidade: 1,023 | Corpos Cetonicos: negativo | Cilindros: ausentes |
| Bilirrubina: negativo | Bactérias: raras | |
| Urobilinogênio: normal | Cristais: ausentes | |
| Sangue oculto: 1+ | Espermatozoides: ausentes |
EXAME DE EFUSÃO
| Exame Físico | Exame Químico | Citologia |
| Cor: Amarela | pH: 7,0 | Presença de neutrófilos degenerados, raras células mesoteliais e raros cocos dentro dos neutrófilos. |
| Odor: inodoro | Coagulação: ausente | |
| Aspecto: turvo | Proteína: 2,5 g/dL | |
| Densidade: 1,040 | Prova de Rivalta: positiva | |
| Hemácias: 980/μL | ||
| CTCN: 1.693/μL | ||
| Ureia: 367 mg/dL | ||
| Creatinina: 21,9 mg/dL |
EXAME BIOQUÍMICO
| Exame | Paciente | Valores de Referência |
| Ureia mg/dL | 254 | 21,4 – 59,92 |
| Creatinina mg/dL | 5,1 | 0,5 – 1,5 |
| ALT U/L | 84 | 21 – 102 |
| Fosfatase alcalina U/L | 83 | 20 – 156 |
| Proteina total g/dL | 8,4 | 5,40 – 7,10 |
| Albumina g/dL | 4,4 | 2,60 – 3,30 |
| Globulina g/L | 4,0 | 2,70 – 4,40 |
Analisando os achados clínicos e laboratoriais da efusão do animal em questão, o mecanismo patológico da efusão seria por:
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A presença de derrames cavitários, ou efusões, é consequência de um distúrbio patológico primário, sendo, portanto, um sinal clínico e não um diagnóstico primário. A avaliação laboratorial das efusões auxilia o médico veterinário no estabelecimento desse diagnóstico primário. Para isso, é interessante que o médico veterinário classifique esse derrame cavitário, para que com isso possa inferir o mecanismo fisiopatológico de sua formação e, consequentemente, o diagnóstico.
| Parâmetro | Animal 1 | Animal 2 |
| Cor | Vermelho | Esbranquiçado |
| Aspecto | Turvo | Turvo |
| Densidade | 1,026 | 1,016 |
| Prova de Rivalta | Positivo | Negativo |
| pH | 7,5 | 7,5 |
| Proteína (g/dL) | 6,0 | 4,6 |
| Glicose | Negativo | 1+ |
| Bilirrubina | Negativo | Negativo |
| Hemácias (μL) | 72.500 | 1.200 |
| Células nucleadas (μL) | 120.000 | 5.250 |
| Citologia | Predomínio de neutrófilos, muitos com aspecto degenerado e alguns poucos em hipersegmentação; seguido por células mononucleares, a maioria com aspecto macrofágico fagocitando debris celulares e poucas células mesoteliais reativas; moderado número de linfócitos, todos típicos; raros eosinófilos; hemácias íntegras. | Predomínio de linfócitos típicos e células mononucleares típicas, sendo predominantemente macrófagos com intensa vacuolização citoplasmáticas e células mesoteliais típicas. Raras hemácias, todas íntegras. |
Considerando as possíveis classificações e tipos dos derrames cavitários apresentados, assinale a opção INCORRETA.
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Um cão será submetido a amputação do membro posterior sob anestesia com isofluorano. Além da anestesia geral inalatória, escolha abaixo a técnica efetiva para dessensibilizar esta região de forma a reduzir ao máximo o requerimento do anestésico inalatório e proporcionar analgesia preemptiva:
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TEXTO I
Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento
A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:
De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior.
Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger, da Cornell University, o efeito Dunning-Kruger é um distúrbio cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações.
Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na realidade estão muito atrás daquelas que as cercam.
Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.
As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média, mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu egoísmo as impede.
Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu redor.
Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.
Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável, no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.
As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente. Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos falta, podemos realmente evoluir.
A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.
Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.
Fonte: Emozioni FeedAdaptado de. https://www.pensarcontemporaneo.com/sindrome-da-superioridade-ilusoria-quando-a-ignorancia-se-disfarca-de-conhecimento/?fbclid=IwAR0v41eBmPB3Mh0g2SfJ87Er4kGRtGx2GX0kJBDcPvuP7bXlEBqsJ9SSau8. Acesso: 10/06/2019.
De acordo com o texto I, analise as afirmações e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. O texto “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento” é um caso típico de intertextualidade, pois apresenta relação com outros textos, como demonstra a fonte citada ao final do texto;
II. O texto I “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento” é um exemplo do gênero notícia, predominando em sua construção a tipologia textual narrativa, pois se trata de um texto participante de um gênero jornalístico informativo;
III. Apesar de não serem predominantes, as tipologias textuais descritiva e apelativa podem ser encontradas na composição do texto I “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento”.
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Para cada tipo de estrutura, são caracterizados os tipos de esforços internos e as direções dos seus deslocamentos e rotações. Sobre esses esforços, pode-se afirmar:
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Entre os procedimentos para avaliação de imóveis urbanos, com a finalidade de identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos, o método da capitalização da renda é o que:
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