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O direito de petição do servidor público federal está resguardado pela lei 8.112/90. É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou interesse legítimo, sendo cabível pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado. Do indeferimento do pedido de reconsideração pode ser interposto Recurso. Diante desta afirmação, é INCORRETO afirmar que:
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A lei 8.112/90 regula os adicionais a que os servidores público federais fazem jus. Com relação a estes adicionais, é INCORRETO dizer que:
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Mas, mesmo que nada disso fosse verdade...
O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado na frase acima está em:
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
... definir se a imigração é boa para o país.
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:
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- Banco de Dados RelacionalCardinalidade de Relacionamentos
- Modelagem de DadosEntidades
- Modelagem de DadosModelo Físico
- Modelagem de DadosRelacionamentos
Basicamente, um sistema de banco de dados é um sistema computadorizado capaz de armazenar informações e permitir que usuários acessem e atualizem essas informações. Analise as afirmativas a seguir, relacionadas a um sistema de banco de dados:
I. Entidade é um objeto distinguível da realidade modelada a ser representado no banco de dados;
II. Relacionamento define as associações entre entidades e não necessariamente associa somente entidades diferentes;
III. Modelo de dados é a representação física, na máquina real, dos componentes abstratos que constituem o modelo;
IV. Cardinalidade de uma entidade em um relacionamento é a propriedade que especifica o número de ocorrências de entidades associadas a cada atributo.
Estão(está) CORRETA(S) somente as afirmativas:
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Para organizar um sorteio, Antonio escreveu em pedaços de papel os números de 1 a 10 e os colocou em um saco para que pudessem ser sorteados. Em seguida, Carlos sorteou 4 desses números, anotou-os e recolocou os papéis com os seus números de volta no saco. Depois disso, foi a vez de Fernanda sortear mais 4 números, anotá-los e repor os números sorteados de volta ao saco. A partir daí, Antonio observou três fatos:
i) O conjunto dos números não sorteados por Carlos intersectado com o conjunto dos números sorteados por Fernanda era o conjunto {5,7,9};
ii) O conjunto dos números não sorteados por Fernanda intersectado com o conjunto dos números sorteados por Carlos era o conjunto {1,2,4};
iii) O número 3 era o único número em comum entre os números sorteados por Carlos e os números sorteados por Fernanda.
Sabendo que as observações de Antonio são verdadeiras, a opção INCORRETA é:
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Considerando-se o contexto de produção e o veículo no qual foi publicado, pode-se afirmar que o texto lido pertence ao gênero:
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Binária
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore (Outros Tipos)
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvorePercursos em Árvores
Árvores são estruturas não-lineares usadas, frequentemente, na representação de uma hierarquia. Considere as seguintes afirmações:
I. Apesar do nome, as árvores binárias NÃO são úteis na representação de expressões matemáticas que envolvam operações binárias;
II. Uma árvore binária é um caso particular de uma árvore N-ária, onde N=2;
III. Uma árvore N-ária é uma variação onde os nós da árvore podem ter subárvores dentro do intervalo [0,N];
IV. Uma árvore binária é constituída por um conjunto finito de nós que pode ser vazio, ou consistir em uma raiz e duas árvores binárias distintas;
V. Ao contrário do percurso em pós-ordem em árvore binária, no percurso em pré-ordem, o nó raiz é o último a ser visitado.
Está CORRETO o que é afirmado somente em
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosAnálise e Projeto Orientado a Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Classes e Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Herança
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Polimorfismo
Acerca de linguagens de programação orientada a objetos, os itens a seguir correspondem, especificamente a:
I. Representação de um tipo abstrato de dados, além de definição métodos e atributos para os dados que estão sendo implementados;
II. Mecanismo que provê a interação entre objetos que foram criados, indicando o método que deve ser aplicado;
III. Técnica que permite projetar classes especializadas a partir do reuso de código de classes genéricas;
IV. Instância de uma classe;
V. Princípio que permite que classes derivadas de uma superclasse invoquem métodos que, apesar de ter o mesmo nome utilizado na superclasse, respondem de maneira apropriada à sua classe.
Assinale a sequência CORRETA.
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
A frase em que as regras de concordância NÃO estão plenamente respeitadas é:
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