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- Compilação e Interpretação de CódigoBytecode
- Compilação e Interpretação de CódigoCompilação
- Compilação e Interpretação de CódigoInterpretação
- Compilação e Interpretação de CódigoLinguagem de Máquina
Analise as assertivas a seguir:
I. Um interpretador processa um programa imediatamente antes deste ser compilado, para gerar a aplicação executável;
II. Linguagens de programação podem ser implementadas, de maneira geral, por três métodos: interpretação pura, compilação e sistemas de implementação híbridos;
III. A geração de código em linguagem de máquina é uma das etapas do processo de interpretação de um programa escrito em uma determinada linguagem de programação;
IV. Instruções de pré-processadores são comumente utilizadas para especificar que o código incluso em um outro arquivo deve ser usado;
V. Nos sistemas de implementação híbridos, um programa escrito em uma linguagem intermediária é compilado para uma linguagem de alto-nível, de modo a permitir uma fácil interpretação.
Estão CORRETAS somente as assertivas
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Barack Obama expulsou mais de 2 milhões de imigrantes nos últimos cinco anos. Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será
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Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Ao utilizar a frase de Friedrich Schiller “Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão” (linha 01), o autor do texto pretende:
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Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Com base no texto lido, é CORRETO afirmar:
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosAlgoritmos de Busca
- Fundamentos de ProgramaçãoAnálise Assintótica (Notação Big-O)
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Binária
No pior caso, uma busca sem sucesso em uma árvore binária perfeita deve visitar uma quantidade de nós internos da ordem de
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“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. Os elementos grifados remetem, respectivamente, à ideia de
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“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. HTML é uma linguagem de marcação que especifica como o texto deve ser formatado;
II. A versão HTML 1.0 somente permitia comunicação em uma via; os usuários podiam acessar páginas em servidores mas não enviavam informações;
III. A linguagem XML é uma evolução da linguagem HTML e, assim como a HTML, descreve o conteúdo de forma estruturada;
IV. A linguagem HTML 4.0, ao contrário das versões anteriores, dá suporte a linguagens scripts;
V. A linguagem XHTML é uma reformulação da linguagem HTML para exibição de conteúdo independente da plataforma.
Estão(Está) INCORRETA(S) somente a(s) afirmativa(s)
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Com relação à linguagem UML, analise as afirmativas:
I. O diagrama de interação modela o relacionamento entre as classes e as mensagens que elas trocam;
II. O diagrama de depuração representa a configuração dos nós e de seus componentes no momento da execução do sistema;
III. O diagrama de estados é normalmente utilizado na modelagem do comportamento de uma interface ou sistema;
IV. Tipicamente, as partes estáticas de um sistema podem ser vistas utilizando um dos seguintes diagramas estruturais: de objetos, de classes, de componentes e de depuração;
V. Os diagramas comportamentais são utilizados na visualização dos aspectos dinâmicos do sistema.
A(s) afirmativa(s) INCORRETA(S) é(são) somente:
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“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. A expressão assinalada foi empregada em sentido figurado. Um segmento do texto em que se nota também sentido figurado é:
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