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Foram encontradas 40 questões.

1438604 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Para atender a uma determinada altura manométrica, com uma vazão Q1, uma estação de fornecimento de água fez a instalação de três bombas centrífugas associadas em série, sendo que as bombas 2 e 3 são iguais. As curvas H x Q ao lado (H = altura manométrica total e Q = vazão) representam o resultado dessa associação.

Enunciado 3370360-1

Se a perda de carga do sistema não for considerada, qual deve ser, em metros, a altura manométrica total do conjunto para a vazão indicada na figura?

 

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1438603 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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No sistema de transmissão a quatro polias representado na figura abaixo, o eixo motor desenvolve n1 = 1250 rpm. Os diâmetros das polias são: A = 75 mm; B = 250 mm; C = 60 mm; D = 300 mm.

Enunciado 3370359-1

Nessas condições, a velocidade final do sistema \( (n_4) \) será de:

 

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1438087 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

Cientista ensina como ter sucesso no trabalho ao controlar distração digital

Não há dúvidas de que as redes sociais e outras ferramentas [aviso de mensagem no WhatsApp] de comunicação digital facilitem a vida moderna. O problema é que ascensão e a onipresença dessas ferramentas [alerta de marcação em foto no Facebook] transformou em cacos a atenção de trabalhadores.

Quem afirma isso é o americano Cal Newport, cientista que estuda o impacto da tecnologia no trabalho. Seguindo a tendência das chamadas filosofias “deep”, de tentar isolar as distrações da vida moderna, ele criou o “deep work” (trabalho profundo, em tradução livre). […]

Newport afirma que as redes sociais e a tendência geral à hiperconectividade estão prejudicando carreiras e impedindo o sucesso e a excelência profissional.

De modo geral, o cientista da computação diz que atividades superficiais na internet, como checar e-mails constantemente ou ver as atualizações na timeline de uma das inúmeras redes sociais existentes, tomam um tempo excessivamente grande em troca de muito pouco.

Segundo Newport, a tentativa de fazer muitas coisas ao mesmo tempo leva a um trabalho com menor valor agregado e facilmente replicável. Ele chama isso de “shallow work” (trabalho superficial).

Do outro lado, o “deep work” seria a realização de atividades profissionais em estado de concentração, o que levaria as capacidades cognitivas ao limite e, consequentemente, produziria conhecimento, valor e resultados dificilmente replicáveis.

Uma das bases do pensamento de Newport é a questão da atenção residual. Segundo ele, à medida que alternamos entre atividades, uma parcela de nossa atenção permanece na tarefa original.

A ideia é partilhada por Dora Góes, psicóloga do Programa de Dependências Tecnológicas do Hospital das Clínicas da USP. “Essa história de cérebro multitarefa não existe. Se estou fazendo várias coisas, haverá foco maior em uma delas e as outras ficarão deficitárias. Mas achamos que damos conta”.

O resultado disso, tanto para a psicóloga quanto para Newport, é uma menor capacidade para aprender novas coisas. “Isso interfere na nossa memória a longo prazo, na nossa concentração”, afirma Góes. “A mente que está agitada entre um aplicativo e outro é muito diferente de uma que está concentrada lendo um texto mais profundo”. […]

(Folha de S. Paulo, 10 jan. 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho escrito sobre o texto-base segue as normas de pontuação da língua padrão.

 

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1438086 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O vírus da Zika

Zika, na língua luganda falada por 3 milhões de ugandenses, geralmente traduz-se como matagal. É um nome apropriado para a floresta nos arredores da cidade de Entebbe, que mais parece um bosque ralo e tem apenas um décimo (150 mil m²) da área do parque paulistano do Ibirapuera.

Como local de batismo científico do vírus que sucedeu o ebola como o mais temido do mundo, a floresta Zika parece insignificante. Bem mais adequada soa uma segunda interpretação para o termo zika dada pelo entomologista (especialista em insetos) Louis Mukwaya, 76, do Instituto Ugandense de Pesquisa sobre Vírus (UVRI, na sigla em inglês): lugar onde muitas pessoas morreram.

A não ser essa explicação sobre seu nome, nada há de assustador na floresta Zika. Percorrem-se 11 km de ruas de terra e algum asfalto para chegar ali desde o UVRI, na área urbana de Entebbe. O instituto foi fundado por ingleses em 1936 para estudar febre amarela, quando Uganda ainda fazia parte do Império Britânico.

Não há cerca nem portão, só duas cabanas de concreto e um casebre de madeira com telhas de zinco ocupados por dois vigias. Do lado da entrada da floresta, ouve-se apenas a algazarra de crianças jogando futebol e o ruído ocasional de motosserra. Do lado de lá, impera o silêncio do pântano que margeia o lago Vitória.

Cinco minutos de caminhada levam à torre de aço, com cerca de 35 m de altura, erguida pelos ingleses em 1962, mesmo ano da independência de Uganda. Dela, projetam-se plataformas para jaulas que, no passado, eram ocupadas por macacos, presos à espera de picadas das mais de 40 espécies de “nsiri” (mosquitos) presentes na floresta Zika.

Antes da década de 60, as plataformas eram de madeira. Numa delas viveu o macaco reso (o de pelagem castanho-avermelhada) número 766. Em abril de 1947, o animal teve febre de 39,7 ºC. Seguindo um procedimento padrão, amostras do sangue dele foram injetadas no crânio de camundongos, que também adoeceram.

Nos cérebros dos roedores, pesquisadores descobriram partículas de um “agente transmissível” novo para a ciência. No ano seguinte, em janeiro, o mesmo agente foi encontrado em mosquitos da espécie Aedes africanus, primo do Aedes aegypti, que tanto inferniza brasileiros.

A publicação da descoberta do novo vírus ocorreu em 1952, pelo escocês George Dick, do Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, e pelos americanos Stuart Kitchen e Alexander Haddow, da Fundação Rockefeller. Batizaram-no como zika, em razão da origem do caso. […]

(Folha de São Paulo, 7 dez. 2016)

Considere o seguinte trecho:

Devido ____ presença de mais de 40 espécies de mosquitos, ____ floresta Zika, em Uganda, foi o local em que se identificou o vírus pela primeira vez, ____ mais de 60 anos.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

 

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1438085 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O vírus da Zika

Zika, na língua luganda falada por 3 milhões de ugandenses, geralmente traduz-se como matagal. É um nome apropriado para a floresta nos arredores da cidade de Entebbe, que mais parece um bosque ralo e tem apenas um décimo (150 mil m²) da área do parque paulistano do Ibirapuera.

Como local de batismo científico do vírus que sucedeu o ebola como o mais temido do mundo, a floresta Zika parece insignificante. Bem mais adequada soa uma segunda interpretação para o termo zika dada pelo entomologista (especialista em insetos) Louis Mukwaya, 76, do Instituto Ugandense de Pesquisa sobre Vírus (UVRI, na sigla em inglês): lugar onde muitas pessoas morreram.

A não ser essa explicação sobre seu nome, nada há de assustador na floresta Zika. Percorrem-se 11 km de ruas de terra e algum asfalto para chegar ali desde o UVRI, na área urbana de Entebbe. O instituto foi fundado por ingleses em 1936 para estudar febre amarela, quando Uganda ainda fazia parte do Império Britânico.

Não há cerca nem portão, só duas cabanas de concreto e um casebre de madeira com telhas de zinco ocupados por dois vigias. Do lado da entrada da floresta, ouve-se apenas a algazarra de crianças jogando futebol e o ruído ocasional de motosserra. Do lado de lá, impera o silêncio do pântano que margeia o lago Vitória.

Cinco minutos de caminhada levam à torre de aço, com cerca de 35 m de altura, erguida pelos ingleses em 1962, mesmo ano da independência de Uganda. Dela, projetam-se plataformas para jaulas que, no passado, eram ocupadas por macacos, presos à espera de picadas das mais de 40 espécies de “nsiri” (mosquitos) presentes na floresta Zika.

Antes da década de 60, as plataformas eram de madeira. Numa delas viveu o macaco reso (o de pelagem castanho-avermelhada) número 766. Em abril de 1947, o animal teve febre de 39,7 ºC. Seguindo um procedimento padrão, amostras do sangue dele foram injetadas no crânio de camundongos, que também adoeceram.

Nos cérebros dos roedores, pesquisadores descobriram partículas de um “agente transmissível” novo para a ciência. No ano seguinte, em janeiro, o mesmo agente foi encontrado em mosquitos da espécie Aedes africanus, primo do Aedes aegypti, que tanto inferniza brasileiros.

A publicação da descoberta do novo vírus ocorreu em 1952, pelo escocês George Dick, do Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, e pelos americanos Stuart Kitchen e Alexander Haddow, da Fundação Rockefeller. Batizaram-no como zika, em razão da origem do caso. […]

(Folha de São Paulo, 7 dez. 2016)

Qual das palavras abaixo foi acentuada pela mesma regra que a palavra “vírus” usada no texto?

 

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1438074 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O vírus da Zika

Zika, na língua luganda falada por 3 milhões de ugandenses, geralmente traduz-se como matagal. É um nome apropriado para a floresta nos arredores da cidade de Entebbe, que mais parece um bosque ralo e tem apenas um décimo (150 mil m²) da área do parque paulistano do Ibirapuera.

Como local de batismo científico do vírus que sucedeu o ebola como o mais temido do mundo, a floresta Zika parece insignificante. Bem mais adequada soa uma segunda interpretação para o termo zika dada pelo entomologista (especialista em insetos) Louis Mukwaya, 76, do Instituto Ugandense de Pesquisa sobre Vírus (UVRI, na sigla em inglês): lugar onde muitas pessoas morreram.

A não ser essa explicação sobre seu nome, nada há de assustador na floresta Zika. Percorrem-se 11 km de ruas de terra e algum asfalto para chegar ali desde o UVRI, na área urbana de Entebbe. O instituto foi fundado por ingleses em 1936 para estudar febre amarela, quando Uganda ainda fazia parte do Império Britânico.

Não há cerca nem portão, só duas cabanas de concreto e um casebre de madeira com telhas de zinco ocupados por dois vigias. Do lado da entrada da floresta, ouve-se apenas a algazarra de crianças jogando futebol e o ruído ocasional de motosserra. Do lado de lá, impera o silêncio do pântano que margeia o lago Vitória.

Cinco minutos de caminhada levam à torre de aço, com cerca de 35 m de altura, erguida pelos ingleses em 1962, mesmo ano da independência de Uganda. Dela, projetam-se plataformas para jaulas que, no passado, eram ocupadas por macacos, presos à espera de picadas das mais de 40 espécies de “nsiri” (mosquitos) presentes na floresta Zika.

Antes da década de 60, as plataformas eram de madeira. Numa delas viveu o macaco reso (o de pelagem castanho-avermelhada) número 766. Em abril de 1947, o animal teve febre de 39,7 ºC. Seguindo um procedimento padrão, amostras do sangue dele foram injetadas no crânio de camundongos, que também adoeceram.

Nos cérebros dos roedores, pesquisadores descobriram partículas de um “agente transmissível” novo para a ciência. No ano seguinte, em janeiro, o mesmo agente foi encontrado em mosquitos da espécie Aedes africanus, primo do Aedes aegypti, que tanto inferniza brasileiros.

A publicação da descoberta do novo vírus ocorreu em 1952, pelo escocês George Dick, do Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, e pelos americanos Stuart Kitchen e Alexander Haddow, da Fundação Rockefeller. Batizaram-no como zika, em razão da origem do caso. […]

(Folha de São Paulo, 7 dez. 2016)

A respeito do Instituto Ugandense de Pesquisa e do zika vírus, considere as seguintes afirmativas:

1. Foi no UVRI que os primeiros casos do vírus foram analisados, a partir de 1947. Devido à proximidade do Instituto à floresta Zika, apenas 11 km de distância na região de Entebbe, lá eram aplicados estudos em macacos com os mosquitos da floresta.

2. A sigla do Instituto na língua luganda, nativa da região, é UVRI. O instituto foi fundado pelos ingleses em 1947, quando Uganda ainda era parte do Império Britânico, para estudar a febre amarela.

3. A descoberta do vírus só foi possível por causa do macaco reso número 766, que infectou camundongos em cujo cérebro os cientistas detectaram o agente transmissível.

Assinale a alternativa correta.

 

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1437725 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Em relação aos diversos tipos de medidores industriais, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) Os transmissores de pressão do tipo tubo de Pitot podem ser empregados na medição de vazão.

( ) De todos os elementos primários inseridos em uma tubulação para gerar uma pressão diferencial e assim efetuar medição de vazão, o tubo Venturi é o mais simples e de menor custo.

( ) Os termopares utilizados em medição de temperatura são baseados no efeito Peltier-Seebek (ou efeito termoelétrico).

( ) Os extensômetros (strain gauge), quando deformados pela aplicação de uma força, apresentam variação da sua resistividade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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1437724 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Um conjunto furo-eixo foi projetado com especificação 32H7/g8. Consultando a norma ABNT/NBR 6158, verificam-se as

seguintes especificações:

Afastamento superior do furo: 0,025 μm; afastamento inferior do furo: 0 μm.

Afastamento superior do eixo: -9 μm; afastamento inferior do eixo: -48 μm.

Com base nos dados extraídos da norma, as medidas da folga máxima e da folga mínima do conjunto serão, respectivamente, de:

 

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1437723 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Considere a figura ao lado:

Enunciado 3370313-1

O símbolo apresentado representa uma válvula de controle direcional de 5 vias, 3 posições de centro:

 

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1437715 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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A figura ao lado representa o diagrama trajeto-passo de um circuito pneumático composto por três cilindros A, B e C.

Enunciado 3370312-1

A sequência correta de acionamentos que descreve o funcionamento do circuito é:

 

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