Foram encontradas 250 questões.
Um ascensorista – que pesa 86kg – deve transportar 75 caixas de 30kg cada, em um elevador cuja capacidade é de, no máximo, 700kg.
Para tanto, ele deve fazer, no mínimo, um número de viagens igual a
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Em um copo vazio cuja capacidade é igual a 270 ml são introduzidos três cubos de gelo, cada um com 2cm de aresta.
A quantidade de líquido que se pode colocar no copo, de modo a ocupar exatamente 60% de sua capacidade,
em ml, é igual a
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Do salário que recebe mensalmente, X gasta !$ \dfrac{1}{4} !$ com moradia. Do que resta, gasta !$ \dfrac{2}{3} !$ com as demais despesas e ainda lhe sobra R$ 610,00.
Assim sendo, é correto afirmar que o valor gasto por X com moradia é de
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Das frutas contidas em um cesto, 18 estão verdes e os!$ \dfrac{3}{5} !$ restantes estão maduras.
Assim sendo, o total dessas frutas pode ser dividido igualmente entre um número de pessoas indicado em
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O número natural N é o máximo divisor comum dos números 275 e 1050.
Logo, a soma dos algarismos de N é igual a
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TEXTO:

ASSIM COMO NÃO HÁ PESSOAS SEM IMPORTÂNCIA NA VIDA, TAMBÉM NÃO EXISTE TRABALHO INSIGNIFICANTE.
IMAGEM de profissionais. Disponível em:< http://www.google.com.br/imgres?q=dia+do+trabalho&start=268&hl=pt-BR&biw= 1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=ymS0O0eICzoz7M:&imgrefurl>. Acesso em: 20 ago. 2013. Adaptada.
A mensagem logo abaixo da imagem é formada de duas orações entre as quais se estabelece uma relação de
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TEXTO:

ASSIM COMO NÃO HÁ PESSOAS SEM IMPORTÂNCIA NA VIDA, TAMBÉM NÃO EXISTE TRABALHO INSIGNIFICANTE.
IMAGEM de profissionais. Disponível em:< http://www.google.com.br/imgres?q=dia+do+trabalho&start=268&hl=pt-BR&biw= 1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=ymS0O0eICzoz7M:&imgrefurl>. Acesso em: 20 ago. 2013. Adaptada.
A associação da mensagem à foto destaca, sobretudo,
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Concordam com o mesmo sujeito as formas verbais transcritas na alternativa
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
“Quem sabe, esquecer um pouco/ De tudo que não sabemos.” (versos 37 e 38)
Os versos em destaque apresentam, em sua composição, o uso de
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
“Que me cansa de verdade.” (verso 9)
Como ocorre no verso em evidência, aparece antes da forma verbal e pela mesma razão o pronome em negrito presente na frase indicada na alternativa
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