Foram encontradas 250 questões.
TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Apresentam-se com a mesma regência as marcas linguísticas transcritas em
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Na letra dessa música, mantêm relação de sentido as palavras
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Estabelecem condições para que o ser humano não piore ainda mais sua situação, os versos transcritos em
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Considerando-se as declarações “E um salário miserável” (verso 7) e “Nossa vida não é boa” (verso 18) em relação ao que se diz em “Quem sabe, esquecer um pouco / Do pouco que não temos” (versos 35 e 36), é correto alegar que existe, nesse caso, da parte do compositor, uma
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Os versos em que Renato Russo faz referência à desigualdade social estão transcritos na alternativa
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TEXTO:
Sem trabalho, eu não sou nada,
Não tenho dignidade,
Não sinto o meu valor,
Não tenho identidade.
5 Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável,
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade.
10 Tem gente que não tem nada
E outros que têm mais do que precisam,
Tem gente que não quer saber de trabalhar...
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
15 E voltar pra casa, pros teus braços,
Quem sabe, esquecer um pouco
De todo o meu cansaço,
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar...
20 Sei que existe injustiça,
Eu sei o que acontece,
Tenho medo da polícia,
Eu sei o que acontece.
Se você não segue as ordens,
25 Se você não obedece,
E não suporta o sofrimento,
Está destinado à miséria.
Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece,
30 Mas isso eu não aceito,
Eu sei o que acontece.
E quando chega o fim do dia,
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa, pros teus braços...
35 Quem sabe, esquecer um pouco
Do pouco que não temos,
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.
RUSSO, Renato. Música de trabalho. Disponível em: < http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-de-trabalho.html>.
Acesso em: 19 ago. 2013.
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.
O compositor da letra dessa música
( ) reconhece o valor social do trabalho.
( ) demonstra consciência das injustiças sociais.
( ) refugia-se no aconchego do lar para revigorar-se.
( ) revela-se conformado com a situação em que vive.
( ) acredita na força usada para conter quaisquer revoltas.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Leia com atenção os quadrinhos a seguir para responder às questões 13 e 14.
TEXTO:

LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Mafalda. Disponível em: < http://www.google.com.br/imgres?q=tirinhas+da+mafalda+sobre+
trabalho &sa=X&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=LSrq9t5RMAMojM:&imgrefurl>. Acesso em: 17 ago. 2013.
A análise linguística da fala de Mafalda, no primeiro quadrinho, permite afirmar:
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Leia com atenção os quadrinhos a seguir para responder às questões 13 e 14.
TEXTO:

LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Mafalda. Disponível em: < http://www.google.com.br/imgres?q=tirinhas+da+mafalda+sobre+
trabalho &sa=X&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=LSrq9t5RMAMojM:&imgrefurl>. Acesso em: 17 ago. 2013.
Os quadrinhos apresentam
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Leia com atenção o anúncio publicitário a seguir para responder às questões 11 e 12.
TEXTO:

CONTRATA-SE redator... Disponível em: http://www.google.com.br/imgres?q=an%C3%BAncio+publicit%C3%A1rio+sobre+o+valor+do+ +valor+do+trabalho&start=335&hl=pt-BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=EVce26EV 26F1pbcKTM:&imgrefurl>. Acesso em: 18 ago. 2013.
Essa peça publicitária se destaca pela
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Leia com atenção o anúncio publicitário a seguir para responder às questões 11 e 12.
TEXTO:

CONTRATA-SE redator... Disponível em: http://www.google.com.br/imgres?q=an%C3%BAncio+publicit%C3%A1rio+sobre+o+valor+do+ +valor+do+trabalho&start=335&hl=pt-BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=EVce26EV 26F1pbcKTM:&imgrefurl>. Acesso em: 18 ago. 2013.
A leitura dessa publicidade permite concluir que
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