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Considere o caso clínico de uma mulher de 52 anos, portadora de cardiopatia isquêmica, que implantou um stent farmacológico e está com prescrição de dupla terapia antiplaquetária (AAS e clopidogrel), mas necessita realizar uma cirurgia não-cardíaca que não estava previamente planejada. Assinale a alternativa que apresenta conduta mais adequada a esse caso.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito de palavras do texto.
I - A palavra que introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior.
II - A palavra aí indica lugar.
III - A palavra que poderia ser imediatamente precedida da palavra de, sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase.
Quais estão corretas?
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Instrução: Considere o caso abaixo para responder à questão, conforme a IV Diretriz Brasileira sobre dislipidemias da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Um homem de 44 anos, tabagista, não-diabético, vai ao consultório para um check-up, apresentando PA=140/86 mmHg, circunferência abdominal = 102 cm, IMC = 31 kg/m², colesterol total = 242 mg/dl, HDL-C = 41 mg/dl, LDL-C = 145 mg/dl e triglicérides = 165 mg/dL.
Quais devem ser as metas de LDL-C e HDL-C, respectivamente, para esse paciente?
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Instrução: A questão refere-se ao caso clínico abaixo.
Considere o caso clínico de uma mulher de 52 anos, diabética, com creatinina = 3mg%, portadora de hipertensão arterial sistêmica, em uso de captopril na dose de 25mg 3 vezes/dia, anlodipino 15mg/dia, succinato de metoprolol oral na dose de 100mg/dia, cloridrato de clonidina 0,150mg/noite em dose única e furosemida 40mg pela manhã e à tarde para tratamento da hipertensão arterial sistêmica e de metformina 500mg 3x/dia. A paciente é internada em emergência por ter apresentado, cerca de 1 hora antes, um quadro de acidente vascular encefálico. Após cerca de 20 horas do mesmo, ela lentamente passou a exibir sinais de recuperação motora no dimídio corporal direito. Também houve recuperação gradual da afasia motora. Ao final de 1 semana, a paciente estava quase totalmente recuperada. Estudos neuro-radiológicos por tomografia computadorizada (TC) contrastada seriados e uma ressonância magnética (RM) são compatíveis com etiologia isquêmica. Ao exame físico, a paciente exibia na admissão sopro sistólico do segundo até o quarto espaço intercostal à esquerda de 3+/6+, e sopro sistólico na região correspondente do pescoço no seu nível médio, no que corresponde ao esternocleidomastóideo. Com a constatação de alterações inespecíficas da repolarização ventricular ao eletrocardiograma, ritmo sinusal regular e sobrecarga atrial e ventricular esquerda, um ecocardiograma transesofágico foi realizado e revelou a presença de uma válvula aórtica bicúspide com alterações degenerativas de natureza fibrocálcica e uma área estimada em 1,2 cm², hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo, fração de ejeção calculada pelo método de Simpson = 50% e crescimento atrial esquerdo, além de efeito de contraste espontâneo no interior dessa última câmara. Foi proposto um teste diagnóstico de imagem, que a paciente recusou, e a mesma teve alta a pedido.
Considere os seguintes tratamentos adjuvantes.
I - Metoprolol.
II - Clopidogrel.
III - Furosemida.
Quais itens apresentam tratamento que a paciente referida na instrução obrigatoriamente recebeu antes do(s) procedimento(s) a que foi submetida, e que deve receber também após o tratamento cruento quando da alta hospitalar?
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O Hillingdon Heart Failure Study, feito em Londres de 1995 a 1997, avaliou o aumento da prevalência de insuficiência cardíaca. Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta sobre esse estudo.
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A VI Diretriz Brasileira de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) estabelece determinados procedimentos para avaliação inicial de rotina e avaliação complementar do paciente com hipertensão arterial sistêmica. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um desses procedimentos.
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma contra-indicação absoluta para transplante cardíaco, de acordo com a II Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco da SBC.
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Considere o caso clínico de um homem de 65 anos que deu entrada no pronto-atendimento com queixa de dispnéia aos mínimos esforços, iniciada há 6 horas e agravada nos últimos 20 minutos. Ele tem hipertensão de difícil controle, está em uso de diversas medicações, mas não sabe referir quais são elas. Ao exame, encontra–se agitado, taquicárdico, taquipnéico, apirético e com a PA = 220/130mmHg. Apresenta, ainda, estase venosa jugular 3+/4+, ausculta cardíaca com bulhas normofonéticas com hiperfonese de B2 sem sopros. Seu ritmo cardíaco é regular. A ausculta pulmonar evidencia estertores bolhosos até 1/3 médio bilateralmente, membros inferiores sem edema e pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Assinale a alternativa que apresenta diagnóstico mais adequado a esse caso.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto.
I - O autor deixa claro que é indispensável que a população seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las.
II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, conforme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país.
III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas necessidades.
Quais estão corretas?
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Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
É a dona da companhia que faz ________ vezes de bilheteiro quando necessário, e é ______ ela, ______ cuja autoridade todos obedecem, que os atores recorrem quase sempre.
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