Foram encontradas 50 questões.
Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
A mocinha, embora _____________ atordoada, fazia questão de afirmar que estava _____________ com a biblioteca desde _____ 16 h.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere as seguintes afirmações sobre o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), também conhecido como Transtorno Bipolar do Humor (TBH), de acordo com o DSM IV.
I - Não há consenso em relação à classificação psiquiátrica do TAB, pois é difícil a identificação dos limites entre o normal e o patológico, mas ainda assim o DSM-IV faz algumas recomendações para diagnóstico indicativo.
II - O TAB é uma doença relacionada ao afeto, classificada junto com a Depressão e Distimia, e possui um diagnóstico diferencial claro.
III - O TAB pode ser classificado em dois tipos: no Tipo I, a maioria dos episódios de alteração do humor são do tipo euforia; no Tipo II, a maioria dos episódios são depressivos.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo, na quinta passada, __________ 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a compreensão da abordagem grupal elaborada por Pichon-Rivière, denominada grupo operativo, faz-se necessário o estudo de um conjunto de conceitos. Considere as afirmações abaixo sobre as noções que sustentam a intervenção com grupos operativos nessa perspectiva.
I - A compreensão do ECRO envolve análise do esquema conceitual, referencial e operativo produzido nas relações grupais, considerando os pressupostos da dialética.
II - A compreensão vertical refere-se à vida do indivíduo inserido no sistema e a compreensão horizontal aborda as relações entre os integrantes do grupo, a organização e o sistema social.
III - O grupo operativo tem um objetivo eminentemente terapêutico, pois possibilita o conhecimento de si e do outro, ao desenvolver a tarefa de análise das dificuldades de aprendizagem das relações do sujeito no grupo.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os conceitos às suas respectivas definições, conforme Muchinsky (2004).
(1) Satisfação no trabalho
(2) Comprometimento organizacional
(3) Envolvimento
( ) Grau de identificação psicológica da pessoa com seu trabalho e importância do trabalho para a auto-imagem.
( ) Grau de prazer que um colaborador tem com seu trabalho.
( ) Grau de fidelidade de um colaborador ao seu empregador.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses da segunda coluna, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A ____________________ contribui na afirmação do Sistema Único de Saúde (SUS), desenvolvendo um conjunto de saberes e de práticas próprias ao contexto e ao momento histórico, que possibilitam a compreensão sobre os determinantes do processo saúde-doença. Constitui-se pela presença de distintas disciplinas que se distribuem das ciências naturais às sociais e humanas, à epidemiologia, à política e ao planejamento em saúde, exigindo a construção de uma atitude _________________ para promover essas interações e dar conta de seu complexo campo de intervenção.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para realizar um diagnóstico orientado pela abordagem institucional, Gregório Baremblitt (1992) define alguns conceitos que contribuem para esclarecer os objetivos do trabalho a ser feito e os modos de intervir. Com base nisso, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os conceitos a suas respectivas definições, conforme Baremblitt (1992).
(1) Auto-análise
(2) Autogestão
(3) Campo de análise
(4) Campo de intervenção
(5) Contrato de diagnóstico
( ) Definição de um tema de estudo e de produção de conhecimento com o qual o institucionalista quer se ocupar.
( ) Processo através do qual as comunidades, como protagonistas de suas necessidades, desenvolvem modos de compreender e de produzir conhecimentos acerca de seus problemas e condições de vida.
( ) Delimitação do espaço, envolvendo o estabelecimento e seus agentes, para o qual serão planejadas estratégias, táticas e técnicas de trabalho.
( ) Processo no qual a comunidade se organiza para construir os dispositivos necessários e produzir os recursos de que precisa para o melhoramento de sua vida.
( ) Acerto realizado entre a equipe que desenvolve a intervenção e a organização solicitante para construir um dispositivo no qual todas as partes envolvidas nesse processo possam ser ouvidas.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses da segunda coluna, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere as afirmações abaixo sobre a noção de grupo, enquanto dispositivo analítico, conforme Barros (2007).
I - O grupo constitui-se como intermediário entre indivíduo e sociedade, possibilitando a mediação das relações sociais.
II - O dispositivo grupal propicia a análise de componentes heterogêneos do processo de subjetivação, oferecendo possibilidades de experimentação de novos territórios existenciais.
III - As práticas grupais operam combinações singulares de cada intervenção e seu funcionamento tende ao equilíbrio quando analisado pelo coordenador.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
A palavra Mas pode ser substituída, sem que haja mudança de significado da frase em que ela se encontra, por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No acompanhamento de trabalhadores após situações de acidentes de trabalho, verificam-se, de modo significativo, manifestações depressivas associadas à experiência do acidente. Considerando os estudos que relacionam a organização e as condições de trabalho com a análise dos acidentes de trabalho, pode-se afirmar que a presença dessas manifestações decorre de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container