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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO desempenha a função de núcleo do sujeito da oração em que se encontra no texto.
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Considere as afirmações abaixo sobre o regime disciplinar do servidor público, à luz da Lei 8.112/1990.
I - Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado, na atividade, falta punível com a demissão.
II - Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de 30 (trinta) dias consecutivos.
III - A ação disciplinar é imprescritível e pode ser intentada a qualquer momento, até a aposentadoria.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
No trecho a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, as palavras que e lhe são, respectivamente,
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Considere as situações abaixo.
I - Aposentadoria
II - Transferência
III - Demissão
Quais constituem razões para a vacância de cargo público, à luz da Lei 8.112/1990?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
No trecho De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros, a expressão de fato pode ser substituída, sem prejuízo do sentido do texto, por
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Recentemente foi inaugurada no Estado do Rio Grande do Sul uma “fábrica de eteno verde”. O processo consiste, resumidamente, em utilizar uma matéria-prima oriunda de fonte renovável para se obter eteno, que é depois utilizado na obtenção de polímeros. Considere as afirmações abaixo sobre o processo de fabricação, o intermediário e o produto final.
I - As reações químicas envolvidas podem ser resumidas como etanol → eteno → polietileno.
II - Por conter resíduos de cana-de-açúcar, de difícil separação, o polímero obtido tem cor verde.
III - O eteno obtido como intermediário possui características diferentes do obtido a partir do petróleo.
IV - O éter etílico também pode ser desidratado, resultando no mesmo produto.
V - O processo contribui para retirada de CO2 da atmosfera, pois não é preciso gastar a energia envolvida no processo de destilação do petróleo.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
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Considerando as ideias contidas no texto, assinale com V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo.
( ) A obra de Janete Clair foi mutilada pela Censura, pois a heroína Leda Maria participava de grupos organizados a favor do divórcio.
( ) Na carta que escreveu para a Censura, Janete Clair dizia que compreendia os problemas gerados pelas obras do metrô, mas que não concordava com os danos que causavam à saúde da população.
( ) A novela “Duas Vidas”, apesar das mutilações que a história teve, conseguiu agradar a todos e teve uma repercussão positiva junto à crítica, especialmente no seu último capítulo, visto que alcançou grande audiência.
( ) O romance da heroína com um homem mais jovem foi considerado um comportamento normal pela autora, que alegou não compreender o motivo das mutilações da Censura.
( ) A Polícia Federal recomendou suspender a novela, pois Janete Clair não concordava que a personagem Leda Maria fosse a favor das obras do metrô e a favor do divórcio.
Assinale a alternativa com a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
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Considere a reação representada abaixo.
2 MnO4-(aq) + 5 H2C2O4(aq) + 6 H+(aq) → 2 Mn2+(aq)+ 10 CO2(g) + 8 H2O(ℓ)
Sobre este processo, considere as seguintes afirmações.
I - Uma das propriedades mais úteis das soluções de permanganato de potássio é a sua cor púrpura intensa que é suficiente para servir de indicador na maioria das titulações.
II - O oxalato de sódio é um agente oxidante largamente usado como padrão primário cujo ânion se converte em ácido não dissociado em soluções ácidas.
III - O permanganato de potássio produz soluções moderadamente estáveis desde que livres de dióxido de manganês e armazenadas em frasco escuro.
IV - Para titular 40 mL de uma solução de permanganato de potássio de concentração aproximadamente igual a 0,5 mol/L deve-se pesar uma massa de 5,55 gramas de oxalato de sódio.
Quais estão corretas?
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Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
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Considere as afirmações abaixo sobre funções sintáticas das palavras no texto.
I - O sujeito de estreava é a expressão Em 1976.
II - O verbo destoavam tem sujeito oracional.
III - O verbo registrou tem como sujeito público
Quais estão corretas?
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Considere as afirmações abaixo, relacionadas à Volumetria de Precipitação. Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O método Volhard é um método argentimétrico indireto, que consiste em precipitar o ânion com um excesso de nitrato de prata e depois titular o cátion prata residual em meio ácido com uma solução padrão auxiliar de tiocianato usando cátion férrico como indicador.
( ) Na argentimetria, o salto de pAg na proximidade do ponto final é mais pronunciado quanto mais concentrada for a solução problema e quanto maior for o produto de solubilidade do sal de prata que precipita.
( ) Os indicadores de adsorção são corantes orgânicos que acusam o ponto final através de uma mudança de coloração sobre o precipitado, a qual se deve à adsorção ou dessorção do corante provocada por uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do precipitado.
( ) O método de Mohr é um método argentimétrico tradicional para a determinação de haletos e que utiliza cromato de potássio como indicador. O método baseia-se na precipitação fracionada de dois sais pouco solúveis: primeiro, precipita o cromato de prata de cor vermelha e, depois, o haleto de prata.
Assinale a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
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