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Foram encontradas 1.139 questões.

1382188 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Em um certo dia de verão, o ar ambiente está a 35°C (temperatura de bulbo seco) e com 60% de umidade relativa, o que corresponde à temperatura de bulbo úmido de 28°C, temperatura de ponto de orvalho igual a 26°C e umidade absoluta de 2,14 g/kg de ar seco.
Em relação às condições descritas, examine as afirmativas abaixo.
I - Se este ar ambiente for aquecido, mantendo sua umidade absoluta constante, o valor da umidade relativa diminuirá.
II - Se aumentarmos a umidade absoluta deste ar, mantendo a temperatura de bulbo seco constante, sua temperatura de ponto de orvalho também permanecerá constante.
III - Quanto mais próximos forem os valores das temperaturas de bulbo seco e bulbo úmido, maior será a umidade relativa do ar.
IV - Se este ar entrar em contato com uma superfície a 27°C, ocorrerá condensação de água sobre esta superfície.
Quais estão corretas?
 

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1382157 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Em relação à estrutura matricial, considere as afirmações abaixo.
I - A estrutura matricial prevê a designação de especialistas de departamentos funcionais específicos para trabalharem em uma ou mais equipes interdisciplinares, as quais são conduzidas por líderes de projetos.
II - A estrutura matricial consiste em uma resposta quando as organizações descobrem que nem a estrutura funcional nem a divisional nem a geográfica, combinadas com mecanismos de ligação horizontais, irão funcionar.
III - A estrutura matricial tem por objetivo alcançar um equilíbrio entre as dimensões verticais e horizontais da estrutura.
Quais estão corretas?
 

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1382122 Ano: 2013
Disciplina: Geologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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São exemplos de minerais da classe dos silicatos:
 

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1382112 Ano: 2013
Disciplina: Museologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considerando-se que, no Plano Museológico, devem ser definidos projetos e programas a serem implementados pelas instituições, é correto afirmar que
 

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1382100 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

À luz da Constituição Federal, considere as assertivas abaixo.

I - Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos da Constituição Federal.

II - É livre a manifestação do pensamento, ainda que anônima.

III - Só em caso de emergência nacional o Presidente da República poderá obrigar o cidadão a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, sob imediata pena de trabalhos forçados.

Quais estão corretas?

 

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1382071 Ano: 2013
Disciplina: Museologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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As atividades abaixo são consideradas áreas cobertas pela avaliação museológica, EXCETO:
 

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1382058 Ano: 2013
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Para macerar ossos, podemos utilizar
 

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1382007 Ano: 2013
Disciplina: Museologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Várias experiências no mundo apontaram para a função social dos museus, rompendo com as modalidades institucionais tradicionais.
Considere as instituições abaixo.
I - Ecomuseu do Seixal e museus comunitários de Oaxaca
II - Museu de Anacostia e Frick Collection
III - Ecomuseu Le Creusot-Montceau e Museu de Anacostia
IV - Ecomuseu do Seixal e MOMA
Quais constituem-se exemplos de experiências relacionadas à função social dos museus?
 

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1381962 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O burro juiz
Disputava a gralha com o sabiá, afirmando que a sua voz valia a dele. Como as outras aves rissem daquela pretensão, a ruidosa matraca de penas, furiosa, disse:
– Nada de brincadeiras. Isto é uma questão muito séria, que deve ser decidida por um juiz. Canta o sabiá, canto eu, e a sentença do julgador decidirá quem é o melhor artista. Topam?
– Topamos! Piaram as aves que assistiam. Mas quem servirá de juiz?
Estavam a debater este ponto, quando zurrou um burro.
– Melhor do que a encomenda! Exclamou a gralha.
Está aqui um juiz de primeiríssima para julgamento de música, pois nenhum animal possui maiores orelhas. Vamos convidá-lo! Aceitou o burro o juizado e veio postar-se no centro da roda.
– Vamos lá, comecem! Ordenou ele.
O sabiá deu um pulinho, abriu o bico e cantou. Cantou como só cantam os sabiás, garganteando os trinos mais melodiosos e límpidos. Uma pura maravilha, que deixou mergulhado em êxtase o auditório em peso.
– Agora eu! Disse a gralha, dando um passo à frente. Abrindo a bicanca, matraqueou uma grita de romper os ouvidos aos próprios surdos.
Terminada a contenda, o meritíssimo juiz deu a sentença:
– Dou ganho de causa à excelentíssima senhora dona Gralha, porque canta muito mais forte que mestre Sr. Sabiá.
Moral da história: Quem burro nasce, togado ou não, burro morre.“
Adaptado de: LOBATO, Monteiro. Fábulas. São Paulo: Globo, 2008, p. 29.
A palavra contenda significa, tal como empregada no texto,
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Tenho medo da palavra "prático". Sempre me parece que o que é prático nos tira alguma coisa.
Acho que tudo começou no dia em que cheguei da escola e vi cortado o abacateiro do quintal da minha infância.
"É mais prático. Suja muito" – disse minha avó.
Eu não podia acreditar. Já não bastava terem cimentado o gramadinho onde eu fazia incríveis florestas, agora eu teria apenas aquele toco no meio do cimento para sentar. Francamente! Não gosto do que é prático. Prático me parece mínimo, sem detalhes. E Deus mora nos detalhes.
No mês passado, estive em temporada no centro do Rio. Fazia tempo que eu não andava por lá. Tentei achar um restaurante onde eu costumava ir almoçar com meu pai. Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Procurei loucamente pelas ruazinhas atrás da Cinelândia e quis gritar de alegria quando vi o mesmo letreiro ainda na porta.
O lugar era o mesmo, mas tinha sido azulejado, os quadros, retirados das paredes e a comida, agora, era cobrada a quilo. Uma fila para servir, outra para pesar, bandejas, talheres ensacados, sachezinhos de sal e nem sequer um caldeirão de caldo verde ou uma lasca de bacalhau que fosse no bufê.
Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome, mas, quando olhei pelo quadradinho que dava pra cozinha, lá estava, curiosamente, a mesma senhora, castigada pelo tempo e pelo que é mais prático e econômico.
Lembrei-me da minha avó. Também prática. Também portuguesa. Quando mandou cortar o abacateiro ainda fazia sua própria massa de pastel. Viva fosse, talvez já tivesse se rendido à massa pronta, comprada no supermercado. Teria meu perdão. Quem pode resistir ao que é mais prático e econômico num mundo que justifica tudo pelo custo e pela eficiência?
Mas será que preciso mesmo ficar sacudindo travesseirinhos de sal úmido pelas mesas? Não consigo dizer por que uma coisa tão banal me provoca tanto mal-estar, mas sei exatamente o conforto que me dá um guardanapo de pano furadinho num restaurante decadente que não se rendeu ao bufê a quilo.
A felicidade não é prática e econômica. A felicidade mora nos becos. Quer coisa mais prática e econômica do que uma sala iluminada por uma lâmpada fluorescente? Quer coisa mais triste?
Se tivesse ido ao restaurante para jantar, acho que choraria na calçada.
Adaptado de: FRAGA, Denise. Precisar, não precisa. Folha
de São Paulo, 24/7/2012. Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/11245
96-precisar-nao-precisa.shtml. Acessado em 20/1/2013.
Tendo em vista o emprego dos sinais de pontuação, considere as seguintes propostas de reformulação do trecho Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
I - Era uma dessas tabernas da Lapa – pequenas, baratas e com comida maravilhosa –, vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
II - Era uma dessas tabernas da Lapa pequenas, baratas e com comida maravilhosa; vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
III - Era uma dessas tabernas da Lapa pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora, portuguesa, escondida na cozinha.
IV - Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa, vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Quais estão corretas do ponto de vista da norma gramatical e seriam coerentemente aplicáveis ao texto?
 

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