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Considere as afirmações abaixo sobre as Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público.
I - O Balanço Financeiro demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas, sendo composto por Quadro Principal, Quadro da Execução dos Restos a Pagar Não Processados e Quadro da Execução dos Restos a Pagar Processados.
II - O Balanço Orçamentário evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte.
III - O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública por meio de contas representativas do patrimônio público, bem como os atos potenciais, que são registrados em contas de compensação (natureza de informação de controle).
Quais estão corretas?
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Sobre a contabilização dos custos de empréstimos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os preconceitos linguísticos no discurso de quem(a) vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos(b), sempre houve e sempre haverá.
Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena(c), distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos(d) – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.
O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia(e): a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).
Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.
Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.
Assinale a única alternativa que NÃO apresenta um termo que desempenha a função sintática de sujeito dentro da sua oração.
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Observe as demonstrações contábeis da Companhia Alfa e da Companhia Beta, referentes ao ano de 20X1, em reais.
| Companhia Alfa | Companhia Beta | |
| ATIVO | ||
| Ativo Circulante | 12.000 | 15.000 |
| Ativo Realizável a Longo-Prazo | 18.000 | 5.000 |
| Ativo Permanente – Investimentos | 30.000 | - |
| Ativo Permanente – Imobilizado Líquido | 110.000 | 50.000 |
| Total do Ativo | 170.000 | 70.000 |
| PASSIVO | ||
| Passivo Circulante | ||
| Passivo Exigível a Longo-Prazo | ||
| Total do Passivo | 60.000 | 20.000 |
| PATRIMÔNIO LÍQUIDO | ||
| Capital Social | 80.000 | 40.000 |
| Reservas de Capital | 10.000 | 1.000 |
| Reservas de Lucros | 20.000 | 9.000 |
| Total do Patrimônio Líquido | 110.000 | 50.000 |
| Soma do Passivo e Patrimônio Líquido | 170.000 | 70.000 |
A Companhia Alfa tem participação de 60% da Companhia Beta, sendo essa a sua única participação societária. Durante o ano de 20X1, a Companhia Alfa comprou mercadorias da Companhia Beta pelo valor de R$ 20.000 (a margem de lucro da Companhia Beta foi de 30%). No final do ano de 20X1, observou-se que todas as mercadorias adquiridas da Companhia Beta foram vendidas pela Companhia Alfa aos seus inúmeros clientes.
Considere que a Companhia Alfa controla a Companhia Beta e que o resultado da equivalência patrimonial desse investimento já está reconhecido no resultado do exercício de 20X1 da Companhia Alfa.
Com base nas informações acima, qual é o valor total do Patrimônio Líquido no Balanço Patrimonial Consolidado em 31/12/20X1?
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Sobre Ingressos Extraorçamentários, assinale a alternativa correta.
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De acordo com o Art. 21, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, o prazo mínimo para o recebimento das propostas ou da realização do evento será de dias para concurso, de dias para tomada de preço, quando a licitação for do tipo "melhor técnica" ou "técnica e preço", e de dias úteis para convite. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os preconceitos linguísticos no discurso de quem vê nos estrangeirismos(a) uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista(a), mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos, sempre houve e sempre haverá.
Embora seja insustentável(b), a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena, distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico(d) que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos(d). Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão(c) faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão(c) democrática(d). O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima(c) maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo(e) o processo, por analogia(b), para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.
O equívoco desse raciocínio linguisticamente(a) preconceituoso(e) não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco(c) está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos(e) quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia: a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).
Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.
Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.
Assinale a alternativa que apresenta apenas palavras formadas por derivação sufixal.
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um dos princípios fundamentais de ética profissional relevantes para o auditor, quando da condução de auditoria de demonstrações contábeis, de acordo com a NBC TA 200.
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A empresa XYZ Ltda apresentou os seguintes balanços patrimoniais para os exercícios sociais de 20X1 e 20X2, em reais.
| 20X2 | 20X1 | |
| ATIVO | ||
| Ativo Circulante | 47.000 | 61.000 |
| Caixa e Equivalentes-Caixa | 10.000 | 5.000 |
| Clientes | 24.000 | 30.000 |
| Estoques | 13.000 | 26.000 |
| Ativo Não Circulante | 210.000 | 210.000 |
| Realizável a Longo-Prazo | 20.000 | 15.000 |
| Investimentos | 40.000 | 35.000 |
| Imobilizado | 150.000 | 160.000 |
| Total do Ativo | 257.000 | 271.000 |
| PASSIVO | ||
| Passivo Circulante | 34.000 | 54.000 |
| Financiamentos e Empréstimos | 20.000 | 32.000 |
| Fornecedores | 8.000 | 12.000 |
| Impostos a Pagar | 6.000 | 10.000 |
| Passivo Exigível a Longo-Prazo | 30.000 | 40.000 |
| Financiamentos e Empréstimos | 30.000 | 40.000 |
| Total do Passivo | 64.000 | 94.000 |
| PATRIMÔNIO LÍQUIDO | 193.000 | 177.000 |
| Capital Social | 120.000 | 120.000 |
| Reservas de Capital | 30.000 | 20.000 |
| Reservas de Lucros | 43.000 | 37.000 |
| Total do Patrimônio Líquido | 193.000 | 177.000 |
| Soma do Passivo e Patrimônio Líquido | 257.000 | 271.000 |
Com base nas informações acima, pode-se afirmar que o capital circulante líquido da empresa
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os preconceitos linguísticos no discurso de quem vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos, sempre houve e sempre haverá.
Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena, distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.
O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia: a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).
Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.
Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.
Assinale a alternativa que apresenta uma versão gramaticalmente correta do trecho de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar, caso as formas verbais associar e diferenciar fossem substituídas, respectivamente, por entrar e pertencer.
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