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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu às terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar à Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados a negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam as moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.
I - A palavra tem valor temporal.
II - A palavra por que tem valor explicativo.
III - A palavra também tem valor de equivalência.
Quais estão corretas?
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Considere as seguintes afirmações sobre emprego de verbos no texto.
I - recriavam é um verbo transitivo direto.
II - usavam é um verbo intransitivo.
III - encontraram é um verbo transitivo direto.
Quais estão corretas, de acordo com o texto?
 

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1537822 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Considere as afirmações abaixo sobre diagramas de atividade da UML.
__________ indicam ações que são executadas no sistema.
_________ são representadas por setas contínuas e são usadas para indicar o fluxo de trabalho entre elementos do diagrama.
Uma ramificação lógica é indicada por ________ e representa desvios do fluxo de controle.
Um retângulo com bordas arredondadas identifica _________ e representa marcos de processamento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das afirmações acima.
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Considere as seguintes afirmações sobre o uso de pronomes no texto.
I - outras tem sentido demonstrativo, no contexto em que ocorre.
II - eles e eles referem-se ao mesmo antecedente, no contexto em que ocorrem.
III - muitas tem sentido indefinido, no contexto em que ocorre.
Quais estão corretas?
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que preenche adequadamente as lacunas em ordem.
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Considere os itens abaixo, que apresentam expressões do texto.
I - dessa – atividade
II - – Báltico
III - eles – vikings
Quais itens indicam uma relação correta entre a expressão e aquilo a que se refere?
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Em seu sentido global, o texto
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
A expressão a um só tempo e a palavra pilhar poderiam ser substituídas, respectivamente, sem alteração do sentido contextual, por
 

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Em 1975, estudantes suecos acampavam na ilha de Gotland. Eles recriavam o cotidiano dos seus antepassados vikings quando um coelho cruzou o caminho de um deles. Da mesma forma como fariam os suecos medievais, um estudante tentou capturar o animal escondido em uma toca. O adolescente colocou o braço no buraco, mas, em vez de coelho, como num truque de mágica, encontrou 1.440 dirhams, a moeda de prata do Império Islâmico, datada do século 10.
A descoberta de dinheiro árabe na Suécia está longe de ser um fato raro. Somente na ilha, já foram documentados mais de 700 tesouros semelhantes, totalizando 80 mil dirhams, e existem achados semelhantes na Dinamarca, na Noruega e Suécia continental. Como tantas moedas árabes foram parar na Escandinávia? Pelas mãos de comerciantes.
A fama de guerreiros sanguinários ofuscou outras atividades vikings. Grande parte da sociedade trabalhava para prosperar por meio do comércio. Os tesouros de prata árabe são apenas um dos sinais dessa atividade. As transações marítimas eram muito mais populares, e no Mar Báltico ocorria uma das preferidas, conectando o leste europeu ____ terras vikings. Nos portos da região onde hoje se situam a Letônia e a Lituânia, chegavam mercadorias árabes, europeias, chinesas e norte-africanas, usando conexões como a Rota da Seda, ligada à Europa por Constantinopla. No Báltico, no meio do caminho entre o continente e a península, está a ilha de Gotland – o que explica por que tantas moedas árabes são encontradas por lá. Por terra, mais de 4 mil km separam o Oriente Médio dos portos, e moedas e mercadorias passavam de mão em mão, por inúmeros empórios, até chegar ____ Escandinávia.
Mas os vikings não usavam as moedas pelo seu valor de face. Como não havia governo central para emitir dinheiro, os nórdicos não estavam acostumados ____ negociar a partir do valor que as moedas representavam. Para eles, os dirhams não passavam de pedaços de prata cunhada em um formato conveniente, fácil de carregar. Os negócios vikings eram fechados com base no peso de metais e objetos de valor. Arqueólogos encontraram inúmeras balanças portáteis em escavações, indicando que eles pesavam ____ moedas ao vender mercadorias, em vez de contá-las. É por isso também que muitas das moedas encontradas em Gotland estavam aos pedaços: eles quebravam os dirhams para completar o peso na balança. Para comprar um leitão bastava cortar um pedaço do bracelete ou do colar, acessórios que também serviam como carteira.
Os chefes eram a um só tempo grandes vendedores e maiores clientes do comércio globalizados do Báltico. Depois de pilhar cidades no oeste europeu, eles vendiam metais preciosos e objetos exóticos e luxuosos nos mercados do Leste. Com dinheiro, compravam outros itens que conferiam status, como peças de seda, espadas cheias de pedras cravejadas, casacos de pele de animais exóticos, vinhos e cálices cerimoniais.
Adaptado de: Em busca de luxo. In: Vikings: a saga. Dossiê Superinteressante. São Paulo: Abril, 2015. p. 40.
Considere as seguintes ocorrências de artigo no texto.
I - O artigo definido (as moedas).
II - O artigo indefinido (um formato).
III - O artigo indefinido (um pedaço).
Quais poderiam ser omitidos, preservando o sentido original e a correção de seus contextos?
 

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1641665 Ano: 2018
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Com base na Instrução Normativa n° 4, de 11 de setembro de 2014, numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando cada termo a sua respectiva definição.

(1) Preposto

(2) Solução de Tecnologia da Informação

(3) Documento de Oficialização de Demanda

(4) Estudo Técnico Preliminar da Contratação

(5) Plano de Capacidade

(6) Análise de Riscos

(7) Plano de Fiscalização

(8) Lista de Verificação

(9) Modelo de Gestão

( ) Documento que demonstra a viabilidade técnica e econômica da contratação.

( ) Documento a ser elaborado pela entidade prestadora dos Serviços Estratégicos de Tecnologia da Informação, que servirá de insumo para a confecção do Planejamento da Contratação, contendo dados que permitam o detalhamento e rateio dos custos da prestação de serviços entre os órgãos e entidades beneficiárias, a previsão do crescimento vegetativo do consumo dos recursos e insumos durante a vigência do contrato e a reserva técnica para absorver possíveis crescimentos não previstos.

( ) Modelo que contém a definição dos mecanismos necessários à gestão e à fiscalização da Solução de Tecnologia da Informação, objetivando minimizar os riscos de falha no fornecimento da solução, por meio da definição de controles adequados para os principais elementos que a compõem, levandose em consideração ferramentas, computacionais ou não, processos e recursos.

( ) Documento ou ferramenta estruturada, contendo um conjunto de elementos que devem ser acompanhados pelos fiscais do contrato durante a execução contratual.

( ) Documento que contém o detalhamento da necessidade da Área Requisitante da Solução a ser atendida pela contratação.

( ) Documento elaborado com base no Modelo de Gestão que define o processo de fiscalização do contrato, contendo a metodologia de fiscalização, os documentos ou as ferramentas, computacionais ou não, e controles adotados, recursos materiais e humanos disponíveis e necessários à fiscalização, entre outros.

( ) Conjunto de bens e/ou serviços de Tecnologia da Informação e automação que se integram para o alcance dos resultados pretendidos com a contratação.

A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é

Questão Desatualizada

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