Tendo em vista a Lei nº 8.112/1990 – Regime Jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, considere as afirmações abaixo, sobre responsabilidades.
I - O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições.
II - A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.
III - Tratando-se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação regressiva.
IV - As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo independentes entre si.
Sob o ponto de vista conceitual, os limites de exposição ocupacional para agentes químicos são _________ para auxiliar no/na _________, sendo esperadas respostas biológicas individuais _________ para iguais concentrações de tóxicos no ambiente de trabalho.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
De acordo com a Norma Regulamentadora nº 07 (NR-07), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) estabelece a obrigatoriedade de realização de exame médico de retorno ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a ________ dias, por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou _________.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do trecho acima.
No que diz respeito à Lei Federal nº 12.527/2011, que regula o acesso a informações previsto na Constituição da República Federativa do Brasil e dá outras providências, assinale a afirmativa INCORRETA.
Tubicanga era uma pequena cidade de três ou quatro mil habitantes, muito pacífica, em cuja estação, de onde em onde, os expressos davam a honra de parar.
Há cinco anos não se registrava nela um furto ou roubo. As portas e janelas só eram usadas... porque o Rio as usava.
O único crime notado em seu pobre cadastro fora um assassinato por ocasião das eleições municipais; mas, atendendo que o assassino era do partido do governo e a vítima, da oposição, o acontecimento em nada alterou os hábitos da cidade, continuando ela a exportar o seu café e a mirar as suas casas baixas e acanhadas nas escassas águas do pequeno rio que a batizara.
Mas, qual não foi a surpresa dos seus habitantes quando se veio a verificar nela um dos mais repugnantes crimes de que se tem memória! Não se tratava de um esquartejamento ou parricídio; não era o assassinato de uma família inteira ou um assalto à coletoria; era coisa pior; sacrílega aos olhos de todas as religiões e consciências: violavam-seas sepulturas do “Sossego”, do seu cemitério, do seu campo santo.
Em começo, o coveiro julgou que fossem cães, mas, revistando bem o muro, não encontrou senão pequenos buracos. Fechou-os; foi inútil. No dia seguinte, um jazigo perpétuo arrombado e os ossos saqueados; no outro, um carneiro e uma sepultura rasa. Era gente ou demônio. O coveiro não quis mais continuar as pesquisas por sua conta, foi ao subdelegado e a notícia espalhou-se pela cidade.
A indignação na cidade tomou todas as feições e todas as vontades. A religião da morte precede todas e certamente será a última a morrer nas consciências.
Contra a profanação, clamaram os seis presbiterianos do lugar. Até mesmo a filha do engenheiro residente da estrada de ferro, que vivia desdenhando aquele lugarejo, sem notar sequer os suspiros apaixonados locais, sempre esperando que o expresso trouxesse um príncipe a desposá-la – a linda e desdenhosa Cora não pôde deixar de compartilhar da indignação e do horror que tal ato provocara em todos do vilarejo. Que tinha ela com o túmulo de antigos escravos e humildes roceiros? Em que podia interessar aos seus lindos olhos pardos o destino de tão humildes ossos? Porventura o furto deles perturbaria os seus sonhos?
Adaptado de: BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e
outros contos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) O pronome as refere-se a As portas e janelas.
( ) O pronome ela em nela refere-se a a surpresa.
( ) O pronome se refere-se a as sepulturas do “Sossego”.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Tubicanga era uma pequena cidade de três ou quatro mil habitantes, muito pacífica, em cuja estação, de onde em onde, os _____ davam a honra de parar.
____ cinco anos não se registrava nela um furto ou roubo. As portas e janelas só eram usadas... porque o Rio as usava.
O único crime notado em seu pobre cadastro fora um assassinato por ocasião das eleições municipais; mas, atendendo que o assassino era do partido do governo e a vítima, da oposição, o acontecimento em nada alterou os hábitos da cidade, continuando ela a exportar o seu café e a mirar as suas casas baixas e acanhadas nas _____ águas do pequeno rio que a batizara.
Mas, qual não foi a surpresa dos seus habitantes quando se veio a verificar nela um dos mais repugnantes crimes de que se tem memória! Não se tratava de um esquartejamento ou parricídio; não era o assassinato de uma família inteira ou um assalto à coletoria; era coisa pior; sacrílega aos olhos de todas as religiões e consciências: violavam-se as sepulturas do “Sossego”, do seu cemitério, do seu campo santo.
Em começo, o coveiro julgou que fossem cães, mas, revistando bem o muro, não encontrou senão pequenos buracos. Fechou-os; foi inútil. No dia seguinte, um jazigo perpétuo arrombado e os ossos saqueados; no outro, um carneiro e uma sepultura rasa. Era gente ou demônio. O coveiro não quis mais continuar as pesquisas por sua conta, foi ao subdelegado e a notícia espalhou-se pela cidade.
A indignação na cidade tomou todas as feições e todas as vontades. A religião da morte precede todas e certamente será a última a morrer nas consciências.
Contra a profanação, clamaram os seis presbiterianos do lugar. Até mesmo a filha do engenheiro residente da estrada de ferro, que vivia desdenhando aquele lugarejo, sem notar sequer os suspiros apaixonados locais, sempre esperando que o expresso trouxesse um príncipe a desposá-la – a linda e desdenhosa Cora não pôde deixar de compartilhar da indignação e do horror que tal ato provocara em todos do vilarejo. Que tinha ela com o túmulo de antigos escravos e humildes roceiros? Em que podia interessar aos seus lindos olhos pardos o destino de tão humildes ossos? Porventura o furto deles perturbaria os seus sonhos?
Adaptado de: BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e
outros contos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 03, 04 e 13.
A Norma de Higiene Ocupacional 01 da Fundacentro – Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído tem por objetivo estabelecer critérios e procedimentos para avaliar os casos em que essa exposição implique risco potencial de surdez ocupacional. Qual é o parâmetro utilizado para caracterização da exposição ocupacional ao ruído, expresso em porcentagem de energia sonora, que tem, como referência, o valor máximo da energia sonora diária admitida?