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Tubicanga era uma pequena cidade de três ou quatro mil habitantes, muito pacífica, em cuja estação, de onde em onde, os expressos davam a honra de parar.
Há cinco anos não se registrava nela um furto ou roubo. As portas e janelas só eram usadas... porque o Rio as usava.
O único crime notado em seu pobre cadastro fora um assassinato por ocasião das eleições municipais; mas, atendendo que o assassino era do partido do governo e a vítima, da oposição, o acontecimento em nada alterou os hábitos da cidade, continuando ela a exportar o seu café e a mirar as suas casas baixas e acanhadas nas escassas águas do pequeno rio que a batizara.
Mas, qual não foi a surpresa dos seus habitantes quando se veio a verificar nela um dos mais repugnantes crimes de que se tem memória! Não se tratava de um esquartejamento ou parricídio; não era o assassinato de uma família inteira ou um assalto à coletoria; era coisa pior; sacrílega aos olhos de todas as religiões e consciências: violavam-se as sepulturas do “Sossego”, do seu cemitério, do seu campo santo.
Em começo, o coveiro julgou que fossem cães, mas, revistando bem o muro, não encontrou senão pequenos buracos. Fechou-os; foi inútil. No dia seguinte, um jazigo perpétuo arrombado e os ossos saqueados; no outro, um carneiro e uma sepultura rasa. Era gente ou demônio. O coveiro não quis mais continuar as pesquisas por sua conta, foi ao subdelegado e a notícia espalhou-se pela cidade.
A indignação na cidade tomou todas as feições e todas as vontades. A religião da morte precede todas e certamente será a última a morrer nas consciências.
Contra a profanação, clamaram os seis presbiterianos do lugar. Até mesmo a filha do engenheiro residente da estrada de ferro, que vivia desdenhando aquele lugarejo, sem notar sequer os suspiros apaixonados locais, sempre esperando que o expresso trouxesse um príncipe a desposá-la – a linda e desdenhosa Cora não pôde deixar de compartilhar da indignação e do horror que tal ato provocara em todos do vilarejo. Que tinha ela com o túmulo de antigos escravos e humildes roceiros? Em que podia interessar aos seus lindos olhos pardos o destino de tão humildes ossos? Porventura o furto deles perturbaria os seus sonhos?
Adaptado de: BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e
outros contos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras sacrílega, desdenhando e Porventura, tais como foram empregadas no texto.
 

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1262840 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Em 27 de janeiro de 2013, ocorreu um incêndio na casa noturna Kiss, em Santa Maria/RS, fato que provocou quase duas centenas e meia de óbitos, muitos deles entre trabalhadores. Segundo toda a revisão científica realizada, o fator que guarda relação com o maior número de mortes, em relação a esse evento, é:
 

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1258140 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Sobre medidas técnicas para a prevenção de acidentes e adoecimentos pelo trabalho na execução de atividades em espaços confinados, considere as afirmações abaixo.
I - Deve-se monitorar continuamente a atmosfera nos espaços confinados nas áreas onde os trabalhadores autorizados estiverem desempenhando as suas tarefas, para verificar se as condições de acesso e permanência são seguras.
II - Deve-se utilizar equipamento de leitura direta, intrinsecamente seguro, provido de alarme, calibrado e protegido contra emissões eletromagnéticas ou interferências de radiofrequência.
III - Deve-se promover a ventilação do espaço com oxigênio puro, quando necessário.
Quais estão corretas?
 

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O sociólogo italiano Domenico De Masi afirma que, até o século 20, o ser humano valia mais “do pescoço para baixo”, devido ao reconhecimento do alto valor da capacidade de uso da força para atividades repetitivas.
O trabalho braçal era feito por pessoas(a) devido à falta de tecnologia da época. O autor conclui, então, que no século 21(a) o ser humano valeria mais “do pescoço para cima” e que teria seu maior valor na capacidade de pensar, refletir, inovar e criar.
Nesta linha, o cientista Sílvio Meira aponta que os métodos de educação baseados em conteúdo sistematizam o conhecimento do passado para oferecer uma performance no presente, produzindo um estoque de saber. Enfaticamente,(b) diz que o futuro não é de quem tem mais conhecimento, e sim(b) de quem tem maior capacidade de aprender durante a vida. Segundo Meira,(c) até meados de 2030, teremos mais 14% de vagas deslocadas para serem feitas por robotização ou Inteligência Artificial, dobrando o número de desempregados em relação a hoje. E finaliza dizendo que é preciso se focar nas pessoas e não nas atividades que se tornarão ultrapassadas. Isso só se faz com investimento em Educação.
Os referidos empregos obsoletos que vão desaparecer em todo o mundo massivamente em 15 anos são as atividades de máquina. Aquelas classificadas por De Masi como as realizadas “do pescoço para baixo”. Em geral são funções repetitivas, ineficientes, caras, lentas e poluentes, que nunca deveriam ter sido feitas por seres humanos.(c) Concordo com Meira(d) ao dizer que a educação conteudista – de decorar a fórmula e saber a resposta certa – se presta para formar pessoas exatamente para estes postos de trabalho moribundos.
Tal método utiliza intencionalmente estratégias de aprendizagem baseadas na repetição(d) e na memorização para estocar saberes.
A ciência nos mostra que, para formar pessoas com competências “do pescoço para cima”, baseadas em resolução de problemas e criatividade, precisamos focar em experiências educacionais transformadoras e intencionalmente para esse fim. Necessitamos fazer isso agora ou estaremos condenando nossas crianças já,(e) na largada, a engrossar a fila dos desempregados.(e)
MARTINS, Rodrigo de Quadros. No século dos robôs e da
Inteligência Artificial, o que mais vale é ser humano.
Jornal do Comércio, Opinião, 11/07/2019. Disponível em
https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/opiniao/
2019/07/693008-no-seculo-dos-robos-e-da-inteligencia-
artificial-o-que-mais-vale-e-ser-humano.html.
Acesso em 11/07/2019.
São exemplos de adjuntos adverbiais as seguintes expressões do texto:
 

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1249670 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Nos termos da Norma Regulamentadora nº 20 (NR-20), como elementos para garantir a segurança nas operações de soldagem e corte a quente, com a utilização de gases inflamáveis, as mangueiras de alimentação obrigatoriamente devem possuir:

 

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O sociólogo italiano Domenico De Masi afirma que, até o século 20, o ser humano valia mais “do pescoço para baixo”, devido ao reconhecimento do alto valor da capacidade de uso da força para atividades repetitivas.
O trabalho braçal era feito por pessoas devido à falta de tecnologia(I) da época. O autor conclui, então, que no século 21 o ser humano valeria mais “do pescoço para cima” e que teria seu maior valor na capacidade de pensar, refletir, inovar e criar.
Nesta linha, o cientista Sílvio Meira aponta que os métodos de educação baseados em conteúdo sistematizam o conhecimento do passado para oferecer uma performance no presente, produzindo um estoque de saber. Enfaticamente, diz que o futuro não é de quem tem mais conhecimento, e sim de quem tem maior capacidade de aprender durante a vida. Segundo Meira, até meados de 2030, teremos mais 14% de vagas deslocadas para serem feitas por robotização ou Inteligência Artificial, dobrando o número de desempregados em relação a hoje. (II) E finaliza dizendo que é preciso se focar nas pessoas e não nas atividades que se tornarão ultrapassadas. Isso só se faz com investimento em Educação.
Os referidos empregos obsoletos que vão desaparecer em todo o mundo massivamente em 15 anos são as atividades de máquina. Aquelas classificadas por De Masi como as realizadas “do pescoço para baixo”. Em geral são funções repetitivas, ineficientes, caras, lentas e poluentes, que nunca deveriam ter sido feitas por seres humanos. Concordo com Meira ao dizer que a educação conteudista – de decorar a fórmula(III) e saber a resposta certa – se presta para formar pessoas exatamente para estes postos de trabalho moribundos.
Tal método utiliza intencionalmente estratégias de aprendizagem baseadas na repetição e na memorização para estocar saberes.
A ciência nos mostra que, para formar pessoas com competências “do pescoço para cima”, baseadas em resolução de problemas e criatividade, precisamos focar em experiências educacionais transformadoras e intencionalmente para esse fim. Necessitamos fazer isso agora ou estaremos condenando nossas crianças já, na largada, a engrossar a fila dos desempregados.
MARTINS, Rodrigo de Quadros. No século dos robôs e da
Inteligência Artificial, o que mais vale é ser humano.
Jornal do Comércio, Opinião, 11/07/2019. Disponível em
https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/opiniao/
2019/07/693008-no-seculo-dos-robos-e-da-inteligencia-
artificial-o-que-mais-vale-e-ser-humano.html.
Acesso em 11/07/2019.
Com relação ao emprego do acento indicativo de crase, considere as seguintes afirmações.
I - O emprego do acento indicativo de crase na expressão devido à falta de tecnologia é facultativo.
II - Na expressão em relação a hoje, não há contexto para o emprego do acento indicativo de crase, pois a palavra relação não é regida pela preposição a.
III - Na expressão decorar a fórmula, não há contexto para o emprego do acento indicativo de crase, pois não há aqui fusão da preposição a com o artigo definido a.
Quais estão corretas?
 

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1238735 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Nos termos da Norma Regulamentadora nº 13 (NR-13) – Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento, assinale a alternativa que NÃO apresenta um fator de grave e iminente risco à integridade dos trabalhadores.

 

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No que diz respeito ao Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, considere os itens baixo.
I - Plano anual de capacitação.
II - Balancete semestral orçamentário-fiscal da unidade federativa participante.
III - Relatório de execução do plano anual de capacitação.
IV - Sistema de gestão por competência.
Quais são instrumentos da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal?
Questão Desatualizada

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1305930 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Nos termos da Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), quando da caracterização do risco de queda, o cinto de segurança a ser utilizado pelo trabalhador deve ser do tipo paraquedista, dotado de dispositivo para a sua conexão em um sistema de ancoragem. Nesse caso, quando é obrigatório o uso de componente absorvedor de energia cinética?

Questão Desatualizada

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1286340 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

No que diz respeito à Norma Regulamentadora nº 24 (NR-24), assinale a afirmativa correta.

Questão Desatualizada

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