Foram encontradas 60 questões.
De acordo com o livro Gestão de pessoas em empresas e organizações públicas (DUTRA et al., 2019), relacione as colunas abaixo, associando o nível de conflito organizacional e o tipo de conflito com a característica e o desempenho correspondentes.
(1) Nível de conflito baixo ou nenhum, tipo de conflito disfuncional
(2) Nível de conflito ideal, tipo de conflito funcional
(3) Nível de conflito alto, tipo de conflito disfuncional
( ) característica disruptiva, desempenho baixo
( ) característica apática, desempenho baixo
( ) característica inovadora, desempenho alto
( ) característica caótica, desempenho baixo
( ) característica viável, desempenho alto
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
Provas
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma etapa da avaliação de desempenho segundo o livro Gestão de pessoas em empresas e organizações públicas (DUTRA et al., 2019).
Provas
Assinale a afirmativa que melhor explica o porquê de o assédio moral organizacional adoecer os trabalhadores de acordo com o livro Estado, poder e assédio (GEDIEL, 2015).
Provas
Assinale a afirmação INCORRETA em relação a ameaças de estereótipo, de acordo com o livro Comportamento organizacional (ROBBINS; JUDGE, 2020).
Provas
De acordo com as técnicas de comunicação não violenta, propostas por Marshall B. Rosenberg, a comunicação não violenta é uma linguagem , que desestimula estáticas. As avaliações devem sempre se basear nas específicas de cada momento e .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Provas
Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.
- Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
- ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
- discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
- nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
- animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
- Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
- baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
- melhor do que mero antropocentrismo.
- A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
- título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
- inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
- os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
- e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
- que não reconheceria nossa herança animal. Quando
- julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
- parte interessada em apagar o que temos em comum.
- Em um experimento de 1964, Jules Masserman
- mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
- extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
- quando um macaco pegava comida, um outro que
- estava à sua vista tomava um choque. Assim que
- percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
- fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
- como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
- moralmente superior no trato com o semelhante?
- Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
- ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
- os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
- um momento de das regras habituais envolve
- uma operação mental complexa, tanto que há huma-
- nos com sérias dificuldades em entender o faz de
- conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
- fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
- lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
- humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
- criaturas de muitas pelagens.
- Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
- dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
- é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
- Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
- pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
- E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
- Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
- ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
- digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
- Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
- reza para nos servir deixou o planeta no estado que
- está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
- e os estúpidos seriam os animais…
Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.
A palavra embora (l. 43) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de
Provas
Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.
- Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
- ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
- discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
- nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
- animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
- Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
- baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
- melhor do que mero antropocentrismo.
- A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
- título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
- inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
- os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
- e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
- que não reconheceria nossa herança animal. Quando
- julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
- parte interessada em apagar o que temos em comum.
- Em um experimento de 1964, Jules Masserman
- mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
- extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
- quando um macaco pegava comida, um outro que
- estava à sua vista tomava um choque. Assim que
- percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
- fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
- como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
- moralmente superior no trato com o semelhante?
- Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
- ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
- os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
- um momento de das regras habituais envolve
- uma operação mental complexa, tanto que há huma-
- nos com sérias dificuldades em entender o faz de
- conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
- fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
- lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
- humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
- criaturas de muitas pelagens.
- Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
- dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
- é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
- Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
- pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
- E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
- Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
- ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
- digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
- Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
- reza para nos servir deixou o planeta no estado que
- está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
- e os estúpidos seriam os animais…
Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.
A palavra abissal (l. 13) poderia ser substituída, no texto, sem alteração do sentido, por
Provas
Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.
- Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
- ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
- discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
- nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
- animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
- Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
- baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
- melhor do que mero antropocentrismo.
- A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
- título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
- inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
- os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
- e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
- que não reconheceria nossa herança animal. Quando
- julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
- parte interessada em apagar o que temos em comum.
- Em um experimento de 1964, Jules Masserman
- mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
- extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
- quando um macaco pegava comida, um outro que
- estava à sua vista tomava um choque. Assim que
- percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
- fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
- como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
- moralmente superior no trato com o semelhante?
- Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
- ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
- os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
- um momento de das regras habituais envolve
- uma operação mental complexa, tanto que há huma-
- nos com sérias dificuldades em entender o faz de
- conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
- fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
- lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
- humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
- criaturas de muitas pelagens.
- Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
- dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
- é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
- Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
- pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
- E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
- Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
- ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
- digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
- Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
- reza para nos servir deixou o planeta no estado que
- está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
- e os estúpidos seriam os animais…
Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.
Quanto à classificação das palavras usadas no texto, é correto afirmar que
Provas
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoFormação dos Tempos Verbais
Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.
- Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
- ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
- discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
- nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
- animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
- Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
- baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
- melhor do que mero antropocentrismo.
- A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
- título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
- inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
- os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
- e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
- que não reconheceria nossa herança animal. Quando
- julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
- parte interessada em apagar o que temos em comum.
- Em um experimento de 1964, Jules Masserman
- mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
- extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
- quando um macaco pegava comida, um outro que
- estava à sua vista tomava um choque. Assim que
- percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
- fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
- como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
- moralmente superior no trato com o semelhante?
- Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
- ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
- os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
- um momento de das regras habituais envolve
- uma operação mental complexa, tanto que há huma-
- nos com sérias dificuldades em entender o faz de
- conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
- fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
- lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
- humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
- criaturas de muitas pelagens.
- Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
- dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
- é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
- Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
- pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
- E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
- Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
- ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
- digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
- Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
- reza para nos servir deixou o planeta no estado que
- está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
- e os estúpidos seriam os animais…
Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.
Considere as afirmações abaixo, sobre os tempos verbais presentes no texto.
I - Os verbos poderia (l. 09) e julgaria (l. 24) estão conjugados no mesmo tempo e modo.
II - O verbo chegasse (l. 23) está conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo.
III - Os verbos Era (l. 32) e seja (l. 33) estão conjugados no mesmo modo.
Quais estão corretas?
Provas
- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.
- Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
- ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
- discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
- nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
- animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
- Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
- baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
- melhor do que mero antropocentrismo.
- A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
- título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
- inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
- os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
- e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
- que não reconheceria nossa herança animal. Quando
- julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
- parte interessada em apagar o que temos em comum.
- Em um experimento de 1964, Jules Masserman
- mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
- extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
- quando um macaco pegava comida, um outro que
- estava à sua vista tomava um choque. Assim que
- percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
- fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
- como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
- moralmente superior no trato com o semelhante?
- Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
- ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
- os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
- um momento de das regras habituais envolve
- uma operação mental complexa, tanto que há huma-
- nos com sérias dificuldades em entender o faz de
- conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
- fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
- lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
- humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
- criaturas de muitas pelagens.
- Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
- dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
- é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
- Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
- pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
- E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
- Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
- ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
- digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
- Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
- reza para nos servir deixou o planeta no estado que
- está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
- e os estúpidos seriam os animais…
Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.
Considere as seguintes sugestões de mudança na pontuação do texto, levando em conta os ajustes com maiúsculas e minúsculas.
I - Substituição do ponto-final na linha 04 por dois-pontos.
II - Acréscimo de vírgula imediatamente após animais (l. 15).
III - Substituição das vírgulas nas linhas 43-44 por travessões.
Quais estariam de acordo com a norma gramatical?
Provas
Caderno Container