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Mulher de 22 anos, portadora de síndrome de Marfan, está assintomática e procura o médico para fazer aconselhamento, pois pretende engravidar. Irmão apresentou morte súbita enquanto aguardava cirurgia de aorta. Em avaliação de rotina você observa um aneurisma de aorta torácica ascendente e solicita uma tomografia de tórax, que confirma o diagnóstico e descreve as seguintes medidas: 5,5 x 8 cm.
A orientação a ser dada ao paciente é:
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Paciente com miocardiopatia dilatada, hipertensão pulmonar e trombo na ponta do VE, em uso crônico de anticioagulação oral, desenvolve abscesso dentário. O dentista considera que é necessário fazer extração do dente e solicita seu parecer sobre qual o melhor momento para realizar esta extração e sobre a necessidade de suspender ou reverter a anticoagulação oral com warfarina. O INR do paciente vem-se mantendo estável e o último exame mostrou INR = 2,0.
O médico deverá fazer a seguinte recomendação para o dentista e para o paciente:
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Em um ensaio clínico randômico de uma estatina (droga x placebo) para tratar dislipidemia pelo período de 5 anos, os resultados indicaram um NNT de 20 para 20 pacientes tratados, em média, por 5 anos. Com a droga, tivemos 01 (um) desfecho maléfico evitado (morte, por exemplo) quando comparado ao grupo-controle. Droga com eficácia das melhores que temos disponíveis.
Esses resultados podem ser interpretados: se administrar esta droga para 20 pacientes, a probabilidade de que 3 destes 20 pacientes sejam beneficiados é:
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Paciente de 75 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica em tratamento regular, apresenta infarto agudo do miocárdio de parede anterior e evolui com dispneia aguda, edema pulmonar e hipotensão, além de sopro sistólico ++/4+ em foco mitral.
Estatisticamente, essa complicação do infarto ocorre:
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Paciente de 45 anos, masculino, apresenta taquicardia ventricular monomórfica sustentada nas primeiras 48 horas do infarto agudo do miocárdio.
Com relação ao manuseio dessa arritmia, constata-se que:
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L.C.S, 57 anos, solteira, nascida na Paraíba, reside no Rio de Janeiro, do lar, evangélica. Tem diagnóstico de febre reumática desde os 12 anos, com dupla lesão mitral e espessamento de válvula aórtica e é acompanhada no serviço de Cardiologia de um hospital estando em uso de atenolol 100 mg dia, furosemida 120 mg dia e warfarina 5mg dia . Tem fibrilação atrial persistente documentada desde janeiro de 2008. Relata nos últimos 3 meses, febre de 39 graus com calafrios, no período da tarde, e emagrecimento de 9Kg em 1 ano ( 50- 41 Kg). Queixou-se nessa mesma época de cansaço aos médios esforços progredindo para o repouso, dispneia paroxística noturna e palpitações (tremor cardíaco). Resolveu procurar o HUCFF e foi atendida na emergência com edema agudo de pulmão e frequência cardíaca de 140bpm. Houve melhora do quadro após controle da FC com metoprolol e diurético venoso. Foi internada na UC no dia para diagnóstico e conduta terapêutica. Paciente encontrava-se emagrecida, com IMC de 16, dispneica, taquipneica, com TJP a 90 graus, sat 90% em ar ambiente, PA: 120/60 mmHg FC: 130 bpm, ACV: RCI, 2T, SS FM 3+/6 , ictus desviado, P2>A2, AR: presença de estertores crepitantes até terço médio.Abdome: escavado, hepatomegalia dolorosa, 3 cm do RCD, impulso de VD.
A radiografia de tórax apresentava congestão pulmonar e derrame pleural à direita.
As hemoculturas foram negativas e a paciente apresentou 3 episódios de descompensação cardíaca.
Foi otimizada a terapia para insuficiência cardíaca com carvedilol, espironolactona, inibidor da ECA e furosemida. O próximo procedimento será:
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LCM, 65 anos, feminina, portadora de hipertensão arterial em uso de clortalidona, está internada para investigação de derrame pleural esquerdo. Tem história de acidente vascular encefálico prévio (10 anos atrás) e fibrilação atrial persistente. É encontrada no quarto com parada cárdio-respiratória em atividade elétrica sem pulso. A paciente responde às manobras de ressuscitação após 8 minutos e é levada para a Unidade de Terapia Intensiva.
No exame físico apresenta turgência jugular e síndrome de baixo débito sendo instituído noradrenalina 0,5!$ \mu !$g/Kg/min para manutenção de PA sistólica de 100 mmHg. Para definir o diagnóstico correto desse caso, o procedimento a ser adotado é:
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Em relação ao exame físico, a alternativa que descreve corretamente os sons cardíacos é:
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A relação entre os níveis de pressão arterial e a ocorrência de infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral pode ser definida por uma probabilidade de ocorrência destes eventos clínicos em um determinado período de tempo.
Dentre as assertivas abaixo, aquela que estabelece uma relação causal correta é:
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MLS, 61 anos, branca, costureira e portadora de hipertensão arterial sistêmica em tratamento regular, apresentou forte dor precordial, irradiada para o dorso, com duração de 30 minutos, iniciada 7 horas antes, após saber da morte de seu filho. O eletrocardiograma da emergência documentou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior com positividade dos marcadores séricos de necrose miocárdica.
Houve melhora do quadro com o uso de betabloqueadores, antiagregantes e inibidor da enzima de conversão da angiotensina. Realizou ecocardiograma transtorácico que demonstrou FE de 35% associada e acinesia da região apical. A paciente se recusou a fazer o estudo angiográfico solicitado e obteve alta hospitalar. Na consulta realizada 30 dias após, foi solicitado ecocardiograma transtorácico cujo o resultado foi normal.
Diante deste resultado, em relação ao diagnóstico e conduta, é correto afirmar:
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