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L.C.S, 57 anos, solteira, nascida na Paraíba, reside no Rio de Janeiro, do lar, evangélica. Tem diagnóstico de febre reumática desde os 12 anos, com dupla lesão mitral e espessamento de válvula aórtica e é acompanhada no serviço de Cardiologia de um hospital estando em uso de atenolol 100 mg dia, furosemida 120 mg dia e warfarina 5mg dia . Tem fibrilação atrial persistente documentada desde janeiro de 2008. Relata nos últimos 3 meses, febre de 39 graus com calafrios, no período da tarde, e emagrecimento de 9Kg em 1 ano ( 50- 41 Kg). Queixou-se nessa mesma época de cansaço aos médios esforços progredindo para o repouso, dispneia paroxística noturna e palpitações (tremor cardíaco). Resolveu procurar o HUCFF e foi atendida na emergência com edema agudo de pulmão e frequência cardíaca de 140bpm. Houve melhora do quadro após controle da FC com metoprolol e diurético venoso. Foi internada na UC no dia para diagnóstico e conduta terapêutica. Paciente encontrava-se emagrecida, com IMC de 16, dispneica, taquipneica, com TJP a 90 graus, sat 90% em ar ambiente, PA: 120/60 mmHg FC: 130 bpm, ACV: RCI, 2T, SS FM 3+/6 , ictus desviado, P2>A2, AR: presença de estertores crepitantes até terço médio.Abdome: escavado, hepatomegalia dolorosa, 3 cm do RCD, impulso de VD.
A radiografia de tórax apresentava congestão pulmonar e derrame pleural à direita.
A conduta a ser adotada é:
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Homem, 80 anos, hipertenso há 5 anos, sem tratamento, decidiu iniciar acompanhamento médico. Nega tabagismo e dor precordial. Refere discreta tonteira ao fazer sua caminhada matinal. Média da pressão arterial aferida em duas consultas diferentes e duas vezes em cada consulta foi de 142x88mmhg. Peso: 86 kg; Altura de 1,70m e FC de 36 bpm. Exame de fundo de olho: Grau I de Keith Wegner. Restante do Exame físico é normal.
Neste caso, a alternativa que aponta a relação correta entre diagnóstico e conduta é:
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Homem de 56 anos, com história médica pregressa pouco importante. Chega à sala de emergência com palpitações e tonteira. PA=105/80 mmHg. O seguinte ECG é registrado

O diagnóstico a ser levado em conta e a conduta a ser adotada são:
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Paciente de 16 anos, masculino, chega à emergência após episódio de síncope. Apresenta-se pálido e diaforético.
PAS=60 mmHg; FC=260 bpm.

O diagnóstico mais provável é:
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Paciente do sexo feminino, 38 anos de idade, assintomática, com exame físico normal e sem qualquer fator de risco cardiovascular. Deseja fazer exercício físico em uma academia de ginástica e foi solicitado um teste de esforço para diagnosticar ou afastar a possibilidade de doença aterotrombótica coronariana assintomática. O médico, cardiologista, foi procurado pela paciente para solicitar o teste de esforço.
Observe a tabela abaixo que fornece os resultados de diversos estudos mostrando a sensibilidade e a especificidade dos diversos testes utilizados para o diagnóstico de doença aterotrombótica coronariana.
| Teste | S | E | No. Estudos | No. Pacientes | % c/ DAC |
| Tálio | 0,79 | 0,73 | 6 | 510 | 66 |
| ECO | 0,76 | 0,88 | 10 | 1174 | 64 |
| SPECT | 0,88 | 0,77 | 8 | 628 | 70 |
| PET | 0,91 | 0,82 | 3 | 206 | 68 |
| TE | 0,68 | 0,77 | 132 | 24.074 | 66 |
Tálio = cintilografia cardíaca com tálio; Eco=Ecocardiograma de esforço; SPECT =Single Photon Emission Computed Tomography; PET = Positron Emission Tomography; TE = Teste de esforço; S=sensibilidade; E=especificidade; No.est. = número de estudos; No. pac= número de pacientes; % c/ DAC = percentual de pacientes com Doença aterotrombótica coronariana em cada grupo de estudos.
Analisando esta tabela e o caso clínico apresentado, conclui-se que:
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Paciente jovem, de 36 anos, portador de prolapso da válvula mitral, está internado para o tratamento de endocardite bacteriana, uma semana após tratamento endodôntico. Quando o médico o examina, no segundo dia de antibióticos instituídos pelos médicos que o precederam no plantão, observa-se sopro sistólico de regurgitação 4+/4+, presença de estertores crepitantes não descritos anteriormente e PA de 90/60 mmHg (Braço esquerdo–deitado) . Ecocardiograma solicitado demonstra vegetação de cerca de10mm e insuficiência mitral importante com função ventricular esquerda ainda preservada.
conduta a ser adotada é:
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
A atitude a ser adotada imediatamente é:
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
Após a administração das condutas iniciais, o paciente refere melhora da dor torácica.
PA = 140 / 90 mmHg e FC= 90 bpm. A enfermeira lhe entrega o eletrocardiograma que mostra supradesnivelamento de ST de 0,2 mV de V1 a V6 além de D1 e aVL.
A próxima conduta será:
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
O paciente tem alta hospitalar em uso de aspirina e betabloqueador após 15 dias de internação. Ao retornar à deambulação, com o auxílio de muletas, relata que tem apresentado falta de ar que o obriga a descansar periodicamente. Também nota falta de ar quando dorme com o travesseiro baixo associada a tosse seca. Na consulta ambulatorial, o médico observou ritmo cardíaco regular em 4 tempos (B3 e B4 de VE), frequência cardíaca de 100 bpm, pressão arterial de 120/80 mmHg (sentado) e crepitações bibasais de finas bolhas. O paciente foi medicado e retornou 1mês depois assintomático. No exame físico o paciente apresenta-se sem turgência jugular, o ritmo cardíaco está em 3 tempos com a presença de B4 de VE e os pulmões estão limpos. O paciente solicita liberação para retornar ao seu trabalho, bem como um laudo para entregar ao médico de sua firma.
Os diagnósticos que você mandaria em seu relatório para o outro médico são:
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Os sopros sistólicos de ejeção podem ter as seguintes características:
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