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Foram encontradas 50 questões.

1140847 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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No Estudo ALLHAT (Antihypertensive and Lipid-Lowering Treatment to Prevent Heart Attack Trial) realizado com 33.357 pacientes com hipertensão arterial, idades maiores que 55 anos e com pelo menos um fator de risco adicional para cardiopatia isquêmica aterotrombótica. A ocorrência de acidente vascular cerebral, em 6 anos de acompanhamento, foi de 6,3 % no grupo tratado com lisinopril (10 a 40 mg/d) e de 5,6 % no grupo tratado com clortalidona (12,5 a 25 mg/d).

Face a esses resultados, o médico conclui que o NNT (número necessário para tratar para reduzir um evento) na comparação entre os dois tratamentos foi de:

 

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1140846 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Neste mesmo estudo (ALLHAT) o risco relativo de apresentar insuficiência cardíaca no grupo tratado com anlodipina (risco absoluto de 10,2%), versus o grupo tratado com clortalidona (risco absoluto de 7,7%) foi de 1,38 com intervalo de confiança de 95% entre 1,25 e 1,52. Isto indica que:

 

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1140845 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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ALA, 23 anos, com diagnóstico de miocardiopatia hipertrófica, está assintomática e o procura para obter um atestado médico exigido pela academia que frequenta. O médico confirma que a paciente tem história de morte súbita na família e solicita em ecocardiograma, um teste ergométrico e um Holter. Os achados significativos desses exames foram: espessura do septo interventricular de 20mm, hipotensão arterial no pico máximo do esforço e episódios de taquicardia ventricular não sustentada. O médico inicia betabloqueador e há manutenção da arritmia ventricular no Holter de controle.

A recomendação para essa paciente é:

 

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1140844 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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ALC, 32 anos, nascido em Minas Gerais, procurou o centro de cardiologia, porque está apreensivo pela morte inesperada de seu irmão mais jovem. Ele está assintomático e tem hábito de praticar exercícios físicos sem apresentar nenhum sintoma. O médico solicita um eletrocardiograma que demonstrou aumento do espaço PR, supradesnivelamento do segmento ST em V1, V2 e V3 e padrão de bloqueio de ramo direito. O ecocardiograma realizado a seguir é normal.

O diagnóstico provável é:

 

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1140843 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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KJC, 79 anos, durante missa dominical, apresentou episódio de síncope, sendo atendida em serviço de urgência. Os acompanhantes relatam que a paciente permaneceu desacordada por 15 minutos e apresentava palidez cutâneo-mucosa e sudorese fria. Na emergência realizou eletrocardiograma que demonstrou bradicardia sinusal e ecocardiograma que apresentou alterações senis mitro-aórticas com pequeno refluxo valvar e disfunção diastólica do tipo deficit de relaxamento.

Neste caso, o diagnóstico mais provável é:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

“De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar”.

A alternativa que informa o valor semântico correto do elemento destacado é:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

Assinale a alternativa em que a segunda forma do segmento altera o sentido do segmento inicial.

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

“Dois frequentadores de uma discoteca, na Barra da Tijuca, acusam seguranças do lugar de tê-los agredido, na madrugada de ontem, dentro da casa de eventos. (....) De acordo com o gerente do espaço, o lugar tem câmeras que podem ajudar a identificar o que aconteceu.”

(O Globo, 12-07-2009).

Nesse texto, muitos vocábulos substituem elementos anteriormente citados, a fim de se evitarem as repetições deselegantes.

A alternativa abaixo que indica corretamente o antecedente referido é:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

PM vai sair da maioria das favelas. O comandante da PM, coronel Mário Sérgio, diz que fechará postos de policiamento em favelas que viraram fonte de corrupção.”

(O Globo, 12-07-2009)

A afirmação correta sobre esse pequeno texto é:

 

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“Toda obra de um homem, seja em literatura, música, pintura, arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um autoretrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter se revelará, contra sua vontade.”

(S. Butler)

A utilização da palavra coisa, no texto tem o papel de:

 

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