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Foram encontradas 60 questões.

844760 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Ao se investigar as correntes do pensamento estratégico, com relação ao conteúdo da estratégia, ou seja, quanto a sua fórmula, quanto ao processo estratégico, aparecem escolas tais como a Escola Empreendedora, a Escola do Aprendizado, a Escola da Configuração, entre outras. Assinale a alternativa com a definição correta:
 

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844759 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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É crescente o interesse das empresas pelo tema responsabilidade social corporativa (RSC), ou responsabilidade social empresarial (RSE). Nesse movimento, as organizações se propõem a assumir uma postura socialmente responsável em relação às injustiças sociais e à degradação da natureza. No universo corporativo, as organizações têm se preocupado em resgatar valores éticos e em desenvolver ações voltadas para questões sociais. A mídia de negócios, os dirigentes de grandes empresas, estudos acadêmicos têm enfocado a importância da ética empresarial e da responsabilidade social como fatores competitivos para as empresas. Atualmente, as práticas de responsabilidade social são vistas como fundamentais para a vida das organizações. Com relação à ética e responsabilidade social corporativa é correto afirmar que:
 

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844758 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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As empresas estão em busca de maior produtividade, qualidade total, satisfação do cliente, o que requer novos e criativos meios para utilizar os grupos e equipes de pessoas como a base fundamental para a melhoria do desempenho. Em dezembro de 2011, a revista Fortune publicou o artigo “Porque o mundo continua precisando de chefes”,no qual o autor pondera que um chefe tirano não é um líder eficiente em um ambiente organizacional, mas que, em determinadas situações, os gestores precisam utilizar sua autoridade formal. Com todas as mudanças organizacionais que estão ocorrendo na maioria das empresas, seja por programas de qualidade total, desenvolvimento organizacional, reengenharia, downsizing e coisas do gênero; o certo é que está havendo uma forte tendência para o fortalecimento de grupos e de equipes de trabalho em detrimento do antigo enfoque formal, departamental ou divisional que existia nas empresas. O novo ambiente de trabalho procura privilegiar a liberdade de interação entre as equipes de trabalho. As lideranças se sobressaem naturalmente, descortinando os benefícios oriundos de um pensar criativo, bem como as mudanças e adaptações necessárias à conquista do desempenho almejado. Pode-se encontrar lideranças que adotem um estilo liberal, um estilo democrático ou um estilo autocrático. Em qualquer caso, entretanto liderança será o processo de influenciar pessoas no sentido de que ajam a favor dos objetivos da organização.

Considerando a liderança em ambiente organizacional, é CORRETO afirmar que
 

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844757 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Os relatórios gerenciais – de boa qualidade – são de extrema importância, pois servem de base para a formulação de decisões. Observando alguns poucos princípios, é possível elaborar e utilizar Relatórios Gerenciais de forma simples, objetiva, eficaz e precisa, condensando informações básicas importantes, tais como Números, Gráficos, Decisões e Ações.

Marque, adiante, a estrutura mais adequada para um bom Relatório Gerencial, considerando os aspectos básicos mencionados no enunciado:
 

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844756 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Um Sistema é considerado um conjunto de partes integrantes que formam um todo unitário, com determinados objetivos, para o que efetuam funções determinadas. Pode ser definido, também, como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo, em que cada um dos elementos componentes comporta-se, por sua vez, como um sistema, cujo resultado é maior do que aquele que as unidades poderiam alcançar se funcionassem independentemente.

Assinale, então, qual dos conceitos fundamentais, adiante, expressa a ideia de que “todo sistema sofre deterioração”:
 

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844718 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Federal
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal – SIORG –, instituído nos termos do artigo 20 do Decreto n° 6.944, organiza as atividades de desenvolvimento organizacional dos órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Federal.

Assinale, adiante, a alternativa que apresenta corretamente finalidades desse Sistema de Organização:
 

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844716 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A Lei Orçamentária Anual (Elaborada ‘anualmente’ pelo poder Executivo em atendimento à Constituição Federal e à Lei Federal 4.320/64, que estabelece as normas gerais para elaboração, execução e controle orçamentário) é elaborada para possibilitar a concretização das situações previstas no Plano Plurianual. Obedece a Lei de Diretrizes Orçamentárias estabelecendo a programação das ações a serem executadas para alcançar os objetivos determinados, cujo cumprimento se dará durante o exercício financeiro. Do mesmo modo que a Lei de Diretrizes Orçamentárias é instrumento constitucional de planejamento operacional; também por determinação constitucional, o Governo é obrigado a encaminhar um Projeto de Lei Orçamentária Anual ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto de cada ano (4 meses antes do encerramento do exercício legislativo). Acompanha o projeto, uma mensagem do Presidente da República, na qual é feito um diagnóstico sobre a situação econômica do país e suas perspectivas.

A Constituição determina que:
 

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844715 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Em consonância com o estabelecido no Título III, Capítulo I, da Constituição Federal, que trata Da Organização Político-Administrativa do Estado, o Decreto n° 6.944, de 21 de agosto de 2009, entre outras providências, estabelece medidas organizacionais para o aprimoramento da administração pública federal. Conforme definido em seu artigo 1°, o fortalecimento da capacidade institucional corresponde ao conjunto de medidas que propiciam aos órgãos ou entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional a melhoria das suas condições de funcionamento, compreendendo as de caráter organizacional, que lhes proporcionem melhor desempenho no exercício de suas competências institucionais, especialmente na execução dos programas do Plano Plurianual - PPA.

Assinale, dentre as alternativas adiante, aquela que menciona corretamente diretrizes que devem ser observadas pelas medidas de fortalecimento da capacidade institucional, conforme disposto no parágrafo 1° do artigo 1° do Decreto citado:
 

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TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?

O segmento do texto que mostra uma variante coloquial de linguagem é:
 

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TEXTO - PAZ GLOBAL IMPOSSÍVEL
Umberto Eco


Perto do final de dezembro, a Academia Universal das Culturas discutiu em Paris o tema de como se pode imaginar a paz nos dias de hoje. Não definir ou desejar, mas imaginar. Logo, a paz parece ainda ser não apenas uma meta distante, mas um objeto desconhecido. Os teólogos a definiram como a “tranquillita ordinis".


A tranquilidade de que ordem? Somos todos vítimas de um mito original: havia uma condição edênica, depois essa tranquilidade foi violada pelo primeiro ato de violência. Mas Heráclito nos preveniu de que “a luta é a regra do mundo, e a guerra é geradora comum e senhora de todas as coisas". No início houve a guerra, e a evolução implica uma luta pela vida.


As grandes pazes que conhecemos na História, como a paz romana, ou, em nosso tempo, a paz americana (mas também já houve paz soviética, paz otomana, paz chinesa), foram resultados de uma conquista e uma pressão militar contínua através das quais se mantinha uma certa ordem e se reduzia o grau de conflitos no centro, à custa de algumas tantas pequenas, porém sangrentas, guerras periféricas. A coisa pode agradar a quem está no olho do furacão, mas quem está na periferia sofre a violência que serve para conservar o equilíbrio do sistema. “Nossa" paz se obtém sempre ao preço da guerra que sofrem os outros.


Isso deveria nos levar a uma conclusão cínica, porém realista: se queres a paz (para ti), prepara a guerra (contra os outros). Entretanto, nas últimas décadas, a guerra se transformou em algo tão complexo que não costuma mais chegar ao fim com uma situação de paz, nem que seja apenas provisória. Ao longo dos séculos, a finalidade da guerra tem sido a de derrotar o inimigo em seu próprio território, mantendo-o no desconhecimento quanto a nossos movimentos para poder pegá-lo de surpresa, conseguindo forte solidariedade na frente interna. Hoje, depois das guerras do Golfo e de Kosovo, temos visto não apenas jornalistas ocidentais falando das cidades inimigas bombardeadas, como também os representantes dos países adversários expressando-se livremente em nossas telas de televisão. Os meios de comunicação informavam ao inimigo sobre as posições e os movimentos dos “nossos", como se Mata Hari tivesse se transformado em diretora da televisão local. Os chamados do inimigo dentro de nossa própria casa e a prova visual insuportável da destruição provocada pela guerra levaram a que se dissesse que não se deveriam assassinar os inimigos (ou mostrar que eram assassinados por engano),e, por outro lado, parecia insustentável a idéia de que um dos nossos pudesse morrer. Dá para se fazer uma guerra nessas condições?

No texto há elementos chamados dêiticos, cujo significado é dado ao leitor pelo conhecimento da situação em que esse texto é produzido: assim, “perto do final de dezembro” só tem seu significado claramente estabelecido se o leitor souber em que ano o texto foi produzido. O mesmo ocorre em:
 

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