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Foram encontradas 670 questões.

2236864 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Leia as assertivas quanto à teoria das três idades e à natureza de suas atividades.
I – A teoria das três idades é uma prática secundária na gestão de recursos informacionais. Auxilia o arquivista nas tomadas de decisão e no desenvolvimento de novas metodologias de trabalho.
II – As três idades correspondem, respectivamente, à fase corrente, intermediária e permanente.
III – Na primeira idade, os documentos servem regularmente à administração; na segunda idade é de utilização ocasional; e na terceira idade é de destruição ou de conservação de modo permanente.
IV – A teoria das três idades é oriunda dos Estados Unidos e tem suas raízes nas reflexões que os archivists e os records managers fizeram para resolver os problemas de massa documental acumulada, no princípio do século.
Assinale a opção correta:
 

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2236863 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O ORGULHO DA IGNORÂNCIA
Entrei no carro da produção e notei que a trava do cinto de segurança estava presa debaixo do assento. O trajeto era curto, minha companheira de cena já estava acomodada no banco de trás e eu achei por bem não criar problema.
Pedi ao motorista, no entanto, que, na volta, liberasse o cinto.
O que me parecia um pedido honesto foi mal recebido pelo condutor. Ele respondeu que um amigo havia morrido queimado porque não tinha conseguido se soltar e, desde então, nunca mais usou o cinto. Calei-me, era uma razão nobre. Mas a camareira, sentada no banco da frente e já afivelada, argumentou que o filho havia saído vivo de uma capotagem porque estava preso ao assento.
A descrença do homem só fez aumentar. Ele sorriu, desdenhoso, disse que nós éramos muito pessimistas e ensinou que, na vida, é preciso pensar positivo. “Não ultrapasso a velocidade, dirijo com cuidado e não há nada no mundo que me faça usar cinto”, respondeu, contrafeito.
Cumprimos o curto percurso em silêncio, constrangidos com as convicções de cada um. Descemos do carro vivas e aliviadas. Prevendo que voltaríamos no mesmo veículo, pedi com gentileza a ele que liberasse as travas na volta.
Acabada a filmagem, a produção designou o mesmo motorista para nos trazer e, por uma questão de princípios, ele não havia atendido ao pedido. O produtor ajudou a levantar o banco, soltamos as travas e voltamos seguras, apesar da revolta muda do comandante. Havíamos ofendido o orgulho que ele nutria da própria ignorância.
Não é um caso isolado. Raros são os táxis que mantêm os cintos em ordem no banco de trás. A maioria encara o dispositivo como frescura.
Quando eu era pequena, meu pai guiava uma Kombi de São Paulo, onde morávamos, até o sítio, em Teresópolis, com a família a bordo. Dava mais de dez horas de viagem, sem cinto. Eu e meu irmão dormíamos no chão sem pensar em tragédia. Éramos incautos e otimistas, como o motorista de agora.
Na época, também se fumava sem pensar nas consequências, tomava-se antibiótico como se fosse homeopatia e regava-se a horta com pesticida. O avô de uma amiga passava ácido nas pedras de sua propriedade em Angra dos Reis porque achava bonito vê-las lisas. Não havia aquecimento global nem crise de recursos energéticos. O homem ainda era senhor absoluto do próprio destino.
Hoje, a consciência extremada nos obriga ao pessimismo.
As campanhas antifumo, as mutações oriundas de pesticidas, o buraco na camada de ozônio, a seca e as superbactérias tiraram muito da confiança pueril de outrora.
O cinto talvez seja das exigências mais simples da nova era. Ele não impõe que o fumante abandone seu vício, que a mãe tenha paciência com a febre do filho, que o agricultor conviva com as pestes da lavoura nem que se feche a torneira na hora de escovar os dentes.
Puxar a fivela, no meu caso, tornou-se uma ação automática, como virar a chave ou ligar os faróis. O que me tira do sério é ter de levantar o banco para puxar a trava cada vez que entro com meus filhos num táxi.
Fernanda Torres (Veja Rio, ano 24, nº 41, de 8 de outubro de 2014.)
O emprego das aspas no 4º parágrafo do texto indica:
 

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2236862 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
TEXTO 6
Enunciado 2929337-1
Posto de abastecimento da PETROBRAS. Início dos anos 1970.
“É um fato que terá impactos brutais no mundo globalizado, mas a mídia nacional prefere centrar seus holofotes na Petrobras, como se se tratasse de um caso único de depressão num ambiente de extrema alegria. (1) Desde junho, quando atingiu o pico de 115 dólares o barril, o preço do petróleo caiu pela metade. Nesta semana, o barril está sendo vendido na casa dos 60 dólares. Vários fatores se somaram para que isso acontecesse, mas você pode resumir a explicação na tradicional lei da demanda e da oferta. A produção de petróleo, hoje, supera amplamente o consumo. Isso está ligado à crise econômica mundial. Com sua economia se desacelerando, a China consome hoje muito menos petróleo do que fazia. O mesmo ocorre com outra potência, a Alemanha. Os Estados Unidos, tradicionalmente os maiores importadores, (2) está quase auto-suficiente, graças ao “shale oil” — saudado como uma revolução no campo energético.”
Fragmento do artigo “O que não estão contando para você sobre a crise mundial do petróleo”, publicado no periódico digital DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO (DCM), em dezembro de 2014, pelo jornalista Paulo Nogueira.
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
Quanto ao trecho (2) “está quase auto-suficiente”, também em destaque no TEXTO 6, é certo afirmar que apresenta concordância:
 

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2236861 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A clara batida é um coloide formado de bolhas de ar cercada de albumina que foi desnaturada com desidratação e estiramento, levando à estabilização da espuma. A estabilidade da clara batida apresenta limite de permanência, porém pode ser prorrogada se for adicionado/a:
 

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2236860 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
TEXTO 15
Fonte: http://g1.globo.com
Enunciado 2928601-1
Vista do Vidigal contrasta o Leblon inabitado do início do século passado com a Ipanema tomada por edificações de hoje (Foto: Augusto Malta e Marcello Cavalcanti / Divulgação)
Da demolição de cortiços à abertura da Avenida Rio Branco. Fotógrafo oficial do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, o alagoano Augusto Malta documentou, a pedido do prefeito Pereira Passos, as transformações da Capital no início do século 20. Nunca mais a veremos senão pelos registros de pouquíssimos fotógrafos como Malta. Quase 100 anos depois, o designer e também fotógrafo Marcello Cavalcanti, de 34 anos, decidiu juntar o antigo e o novo, mesclando a obra de Augusto com fotografias atuais do Rio, prestes a completar seus 450 anos.
Adaptação de fragmento do texto da matéria “Fotógrafo
mescla imagens do Rio antigo com o atual”, publicada, em 06/01/2015 , na página eletrônica http://g1.globo.com
Considerando o TEXTO 15, assinale a alternativa em que figuram os recursos de coesão utilizados para recuperar a expressão Rio de Janeiro:
 

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2236859 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A modulação em FM é estereofônica. A transmissão dos dois canais de áudio se dá através de:
 

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2236858 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A menor quantidade em gramas (g) que pode ser pesada em uma balança com sensibilidade de 8 mg e erro potencial aceitável de 5% é de:
 

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2236857 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Assinale a opção que descreve a ordem de sequência correta da montagem (seguindo da esquerda para a direita) de uma arte-final de capa de livro:
 

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2236856 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Em um gerador de sinal estereofônico, para a transmissão dos sinais independentes de áudiona faixa de 100 Hz a 15 kHz em um canal do espectro de Frequência Modulada comercial, os canais esquerdo E e direito D são somados e subtraídos, obtendo-se os sinais E+D e E-D.
Após passar por circuitos de pré-ênfase, o sinal:
 

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2236855 Ano: 2014
Disciplina: Nutrição
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O planejamento de cardápio é a atividade que deflagra todo o processo produtivo de refeições, pois, a partir dele, serão determinados o que, onde e em que quantidade comprar; os procedimentos de pré-preparo e preparo; os equipamentos necessários e, ainda, a previsão do custo. Ao instrumento que tem a finalidade de descrever a forma de preparo dos alimentos, o custo, o rendimento, o valor nutricional e as características sensoriais das preparações, dá-se o nome de:
 

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