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TEXTO 8

Laboratório de Tecnologia Oceânica - LabOceano
Campus da Cidade Universitária | UFRJ
Campus da Cidade Universitária | UFRJ
A interação entre a COPPE/UFRJ e a Petrobras proporcionou uma estreita, sistemática e produtiva colaboração com a Indústria Offshore desde 1977. Várias centenas de teses de doutorado e de mestrado foram defendidas a partir dessa interação. Projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento em todas as principais áreas de exploração de óleo e gás têm sido uma prioridade constante. Os resultados práticos obtidos até aqui garantiram a consolidação, não somente da mais forte base de tecnologia aplicada na América Latina para as indústrias, mas também da competitividade internacional em consultorias e contratos de pesquisa.
Cooperação UFRJ | COPPE – PETROBRAS
1977 – Criação e desenvolvimento de estruturas Offshore
1984 – Criação do Grupo de Robótica e Controle
1989 – Instalação do Laboratório de Tecnologia Submarina
1998 – Desenvolvimento de treinamento e de projetos em Ambiente e Geoquímica
2001 – Totalizados 1.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2003 – Instalação do LabOceano
2006 – Totalizados 2.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2009 – Instalação do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem
2011 – Totalizados 3.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
1984 – Criação do Grupo de Robótica e Controle
1989 – Instalação do Laboratório de Tecnologia Submarina
1998 – Desenvolvimento de treinamento e de projetos em Ambiente e Geoquímica
2001 – Totalizados 1.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2003 – Instalação do LabOceano
2006 – Totalizados 2.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2009 – Instalação do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem
2011 – Totalizados 3.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
Entre as alternativas adiante, marque aquela em que figura a palavra cuja acentuação obedece à mesma regra observada para acentuar o vocábulo práticos em destaque no TEXTO 8.
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O ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System) é um sistema que estabelece as horas que o estudante tem que trabalhar (ou seja, envolver-se em atividades acadêmicas de seu curso) para alcançar os objetivos do programa de estudos. Esses objetivos são especificados em termos de competências a adquirir e de resultados de aprendizagem. Nesse sistema, um ano letivo corresponde a 60 créditos ECTS. Assim:
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Na identificação tipológica do documento, deve-se reconhecer e/ou estabelecer a seguinte sequência:
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A primidona é um:
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O ATM (Asynchronous Transfer Mode) foi aprovado para suportar os serviços da RDSI – FL (Rede Digital de Serviços Integrados- Faixa Larga). A célula ATM contém um cabeçalho de 5 bytes mais um campo de informação de 48 bytes. No cabeçalho das células da NNI existem campos designados por VPI e VCI. Esses campos são necessários para que:
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Numa transmissão em FM, o sinal piloto indica que sintonizamos um canal que opera em modo estereofônico. Esse sinal piloto representa:
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A informática tem sido muito utilizada no esporte com o intuito de se buscar um melhor desempenho, individual e coletivo, e uma melhor condição física de uma equipe e/ou de seus praticantes, entre outros. No caso do esporte, a utilização do scout auxilia no planejamento técnico e tático a fim de preparar uma equipe para o jogo. Sendo assim, scout é um método numérico que processa os dados:
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Picnômetro é utilizado na determinação:
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TEXTO 2
RECADOS
José Miguel Wisnik
O Cerrado é o Matusalém dos biomas. Enquanto a Amazônia tem três mil anos de formada, e a Mata Atlântica, sete mil, o Cerrado tem quarenta milhões. É, ou chegou a ser, o maior viveiro de espécies florais do planeta. Ali, em sua lentidão ancestral, um buriti de vinte e cinco ou trinta metros de altura tem a idade do Brasil. Nas suas áreas planas, a água das chuvas é absorvida pela vegetação nativa, tendo esta a maior parte da sua estrutura dentro da terra, como uma verdadeira floresta invertida. Por suas raízes são alimentados os lençóis freáticos e os lençóis artesianos dos aquíferos, cuja carga interna aflora, por sua vez, na forma das nascentes dos rios (ou, para dizer como Guimarães Rosa, “rebrotam desengolidos num bilo-bilo fácil”).
Essa respiração hídrica veio sendo sufocada, no entanto, pela introdução de gramíneas para o pastoreio, pela expansão da fronteira agrícola com a soja e o algodão, cujas raízes são superficiais, pela ação dos fertilizantes, pela devastação dos insetos e animais polinizadores, impedindo a renovação da vegetação nativa, ditadas todas pela ocupação desenfreada que o agronegócio impôs ao Cerrado desde os anos 1970. Aparentemente, teríamos aí apenas uma mudança de paisagem, e a substituição da flora anciã pelas inovações progressistas das monoculturas, junto com o império do eucalipto a ser convertido em carvão. Mas, [...] o processo envolve uma devastação invisível de grandes consequências estruturais: é a floresta subterrânea das raízes que desaparece junto com a vegetação nativa, com ela o bioma de milhões de anos e o sistema que alimenta e realimenta os aquíferos.
Assim, dezenas de pequenos rios vêm desaparecendo, enquanto as nascentes dos grandes rios estão secando ou migrando para áreas mais baixas, à medida que o lençol que as abastece vai sendo também rebaixado. O esvaziamento a olhos nus das represas que abastecem São Paulo teria seu correspondente literalmente mais profundo no esgotamento invisível dos reservatórios subterrâneos, que deu seu sinal emblemático, faz poucos dias, com o estancamento da nascente do São Francisco. As chuvas que sobrevierem, quando vierem, não têm a mesma capacidade de nutrir, na falta da vegetação mediadora, os enfraquecidos reservatórios ocultos. O Brasil não pode mais ser visto, senão irresponsavelmente, como o paraíso dos mananciais inesgotáveis.
O Globo, 25, out. 2014
Assinale a alternativa em que o uso do sinal indicativo de crase está de acordo com a modalidade escrita formal da Língua Portuguesa.
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TEXT III
HOW ARE WE DOING HIGHER EDUCATION
INTERNATIONALISATION?
INTERNATIONALISATION?
Internationalisation has become a mantra in higher education. The knowledge economy is a global network, we are told, and universities across the world are encouraged to ‘plug in’ in various ways in order to reap the benefits of global interconnectedness, as well as to avoid the perils of parochialism.
Rankings are the new currency of quality, English the official language of science – there is a discourse of convergence that promotes the inevitability of a singular vision for university structure, function and aims.
In this sense, a unitary metric for quality would seek to impose one context upon another. The idea of a ‘world-class university’ is one way in which developmental contexts are ignored in order to export a particular model of university function.
The existence of these kinds of tensions around internationalisation opens the question: when we talk about measuring the value of internationalisation, whose internationalisation are we talking about?
From the rapid growth in internationalisation initiatives over the past two decades, we have seen a recent turn to questioning the ‘value’ of internationalisation projects. Universities are strapped for cash and have to make decisions about which international projects they want to invest in, and which projects provide the most value for institutions’ own aims and ambitions.
Internationalisation takes many forms, including co-taught courses and degrees, massive open online courses (MOOCs), collaborative research projects and student exchanges. Maintaining international partnerships can be costly, and many are, for various reasons, not particularly productive.
In the current context, many universities are reaching a ‘saturation point’ with their international partnerships and have now begun the process of strategic culling and reinvestment. The very idea of which international projects are valuable, and why, is up for grabs.
From a practical point of view, we can ask: where and by what means are international projects being valued? In this sense, attention is drawn towards those spaces where international projects are formed and promoted, and here we can examine their basis and logic.
These ‘spaces of internationalisation’ are everywhere and diffuse – from websites and organisations such as University World News and The Chronicle of Higher Education, to international development institutions such as the OECD, World Bank, national governments and even regional organisations such as UNESCAP (UN Economic and Social Commission for Asia and the Pacific.) or APAIE (Asia Pacific Association for International Education).
There are also international consortia that universities themselves control, such as Universitas 21, the Association of Pacific Rim Universities and the World Universities Network. These kinds of spaces are ‘listening posts’ as well as broadcasting centres through which ideas about internationalisation (and its aims and value.) are promoted and normalised.
What is the knowledge economy, and how should universities respond to it? What is a world-class university, is it desirable for every country, and how can a country acquire one? Should universities cooperate to advance alternate concepts and metrics of productivity and ‘innovation’ in order to change the playing field for all, or should they cooperate with select partners in order to secure competitive advantage against others in a global market?
Whether or not such questions are engaged by university heads or administrators, the answers will always emerge in practice through the way things are done. Whether a vice-chancellor rhetorically promotes holistic concepts of academic work is less materially significant than what the staff and faculty act out in the ways that they assess and articulate the value of their international projects.
Should universities be critics and consciences of society, should they critically evaluate the ‘ethic of global citizenship’, and how can these rationales be evidenced and articulated in these spaces?
Perhaps different kinds of metrics may be needed, or perhaps a different way of thinking altogether. Whatever possibilities might be explored, they will ultimately need to be storied and embedded into investment narratives that flow through these emerging international spaces.
For those concerned about internationalisation being conducted through exploitative and narrow competitive rationalities, and who wonder how we might instead mobilise an ethically grounded and pluralistic vision for internationalisation: let’s look to the spaces where the ‘value’ of internationalisation is currently being made, and then make it differently.
(Marc Tadaki. University World News. Edited. June 1st, 2013. Issue 274)
Punctuation has been changed in paragraphs 2 to 6. The only case that DID NOT cause any relevant change in meaning nor problem of cohesion is:
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