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Em uma instalação de ar condicionado, a rede de dutos é responsável por cerca de 25% de seu custo total. Por desempenhar importante função no sistema é necessária a correta definição de seu projeto, que envolve as seguintes etapas: estudar as plantas da edificação; decidir sobre o tipo de sistema; fazer o zoneamento da edificação; localizar as saídas de insuflamento e retorno; fazer um esboço de estudo da rede de dutos; distribuir a quantidade de ar para cada saída; dimensionar as saídas; dimensionar o sistema de dutos; calcular a resistência total do sistema; selecionar o ventilador e o respectivo motor. Dos métodos utilizados para dimensionamento dos dutos, pode-se afirmar que:
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Maria é técnica de TI de uma instituição e recebeu um chamado para resolver um problema no banco de dados MySQL de um sistema de estoque. Ela detectou que existem várias tuplas, cuja chave estrangeira CNPJ na tabela ENTRADA_NOTA_FISCAL possui valor que não existe em nenhuma tupla da tabela FORNECEDOR na chave primária correspondente (FORNECEDOR.CNPJ). Para solucionar este problema, Maria deverá corrigir primeiramente cada tupla cujo valor não exista na tabela FORNECEDOR, e logo após deverá executar um comando SQL para garantir a integridade referencial entre as tabelas. Assinale a alternativa que corresponde a esse comando.

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Sabendo que os sistemas CAD-CAM (Computer Aided Design – Computer Aided Machine) são bastante utilizados atualmente em Odontologia, a ordem do processo pelo qual as próteses são realizadas até que estejam prontas para a entrega, é:
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653837
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Em relação às principais características dos sistemas com múltiplos processadores e memória compartilhada, é correto afirmar que:
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TEXTO: Carro: o cigarro do século 21?
(Reinaldo Canto)
Até pouco tempo incontestável, o automóvel já não ocupa mais o mesmo lugar no imaginário das pessoas.
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual o mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo, foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados entre outras razões pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público como ônibus e metrô e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Carro: o cigarro do século 21? Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo-21-4760.html. Acesso em: 26 abr. 2014).
As frases curtas nos primeiros parágrafos do texto:
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Read text and answer question
Among the many pronouncements that have shaped our understanding of literary translation, perhaps none is more often echoed than John Dryden’s preface to his version of the Aeneid. “I have endeavoured to make Virgil speak such English,” asserted Dryden, “as he would himself have spoken, if he had been born in England, and in this present Age.” No doubt Dryden’s achievement is to have made many of his contemporaries believe that he had impersonated the Latin poet. But this is merely a poetic sleight of hand. Dryden’s Virgil abandons the unrhymed verse of the Latin poem for English couplets while cribbing lines from a previous translator, the poet Sir John Denham. A skeptic might well wonder why Virgil should come back as Dryden instead of an epic poet who lived in the same period and wrote his epic without rhyme: John Milton. Should we not expect an English Virgil to be more attracted to the grand style of Paradise Lost? […]
The most questionable effect of Dryden’s assertion, to my mind, is that it winds up collapsing the translator’s labor into the foreign author’s, giving us no way to understand (let alone judge) how the translator has performed the crucial role of cultural go-between. To read a translation as a translation, as a work in its own right, we need a more practical sense of what a translator does. I would describe it as an attempt to compensate for an irreparable loss by controlling an exorbitant gain.
The foreign language is the first thing to go, the very sound and order of the words, and along with them all the resonance and allusiveness that they carry for the native reader. Simultaneously, merely by choosing words from another language, the translator adds an entirely new set of resonances and allusions designed to imitate the foreign text while making it comprehensible to a culturally different reader. These additional meanings may occasionally result from an actual insertion for clarity. But they in fact inhere in every choice that the translator makes, even when the translation sticks closely to the foreign words and conforms to current dictionary definitions. The translator must somehow control the unavoidable release of meanings that work only in the translating language. Apart from threatening to derail the project of imitation, these meanings always risk transforming what is foreign into something too familiar or simply irrelevant. The loss in translation remains invisible to any reader who doesn’t undertake a careful comparison to the foreign text—i.e., most of us. The gain is everywhere apparent, although only if the reader looks.
(Excerpt. VENUTI, Lawrence. How to Read a Translation. Available at <http://www.wordswithoutborders.org/article. php?lab=HowTo>).
The author affirms that:
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Audiogramas que mostram limiares auditivos menores ou iguais a 25 dB (Nem todas as frequências examinadas), para efeitos da NR7, são considerados:
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A gerência de redes da UFRJ pretende monitorar o desempenho de seus servidores de dados, equipamentos de rede e links de comunicação de dados. A equipe de redes definiu que os dados de monitoramento devem contemplar o nível de utilização de:
I. Links, por tráfego de entrada e saída;
II. CPU dos roteadores;
III. CPU, rede, memória principal e espaço em disco dos servidores corporativos.
Com base nos itens I, II e III, marque qual solução tecnológica pode ser implantada para atender ao gerente.
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De acordo com o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), as ações de assistência estudantil serão executadas por instituições federais de ensino superior, abrangendo os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e devem considerar:
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Para coleta de fitólitos, com a intenção de associá-los a práticas alimentares em populações humanas pretéritas, deve ser coletado:
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