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Para o dimensionamento de semáforos, o termo Tempo de Verde Efetivo (Gef) pode ser definido como:
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Dentre as doenças ou afecções que excluem exigência de carência para a concessão de auxílio-doença ou de aposentadoria por invalidez, conforme o Decreto nº 3.048/99 tem-se a:
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Observe o desenho:

Dentre as alternativas, assinale aquela que apresenta a estrutura de dados que segue o princípio em que a retirada e a saída de elementos ocorrem, como mostrado no desenho.
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Assinale, dentre as alternativas a seguir, a que melhor descreve um mecanismo de controle de acesso que permite ao proprietário do dado criar e administrar o controle de acesso.
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As doenças de Parkinson ou Alzheimer podem receber um auxílio da nanociência, mais precisamente da nanobiotecnologia. Nanocarreadores administrados de forma injetável poderão penetrar barreiras que o cérebro possui que inviabilizam o acesso de medicamentos convencionais. Tais nanocarreadores serão ativados pelas condições de equilíbrio químico do meio, agindo, dessa forma, diretamente na região necessária e tornando a reação favorável. Sobre equilíbrio químico é correto afirmar que:
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Em uma prensa hidráulica, uma força de F1 = 100 N deve ser aplicada em um pistão de área A1 = 5 cm2. Esta força deve ser multiplicada por 10 vezes. Neste caso, a área do pistão de saída A2 é fornecida por:
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Switches, roteadores e servidores são equipamentos que contêm objetos que podem ser geridos pelo SNMP. Esses objetos, que podem ser parâmetros de configuração, estatísticas de desempenho, entre outros, estão classificados numa base de dados de objetos denominada:
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Leia a transcrição da entrevista oral a seguir:
Locutor 1 – e eu terei tempo disponível não que eu deseje::: liberdade deseje eh eh estar assim sem obrigações para com as crianças... mas é que eu terei tempo disponível para fazer as coisas extras não é?
(NURC-SP D2 360: 1230-1233, p. 167 apud FÁVERO; ANDRADE; AQUINO. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. 2. ed. Cortez, 2000. p. 59-60)
Entre os enunciados “deseje:::liberdade” e “deseje estar assim sem obrigações para com as crianças”, observa-se uma relação de:
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Leia o texto abaixo e responda à questão a seguir.
Histoire de la traduction
La constitution d’une histoire de la traduction est la première tâche d’une théorie moderne de la traduction. À toute modernité appartient, non un regard passéiste, mais un mouvement de rétrospection qui est une saisie de soi. Ainsi le poètecritique-traducteur Pound méditait-il simultanément sur l’histoire de la poésie, de la critique et de la traduction. Ainsi les grandes re-traductions de notre siècle (Dante, la Bible, Shakespeare, les Grecs, etc.) sont-elles nécessairement accompagnées d’une réflexion sur les traductions antérieures. Cette réflexion doit être étendue et approfondie. Nous ne pouvons pas nous satisfaire des périodisations incertaines que Georges Steiner a échafaudées dans Après Babel à propos de l’histoire occidentale de la traduction. Il est impossible de séparer cette histoire de celle des langues, des cultures et des littératures – voire de celle des religions et des nations. Encore ne s’agit-il pas de tout mélanger, mais de montrer comment, à chaque époque, ou dans chaque espace historique donné, la pratique de la traduction s’articule à celle de la littérature, des langues, des divers échanges interculturels et interlinguistiques.
Prenons um exemple: Léonard Forster a montré qu’à la fin du Moyen âge et à la Renaissance, les poètes européens étaient souvent plurilingues.(1) Ils écrivaient en plusieurs langues, et pour un public qui était lui-même polyglotte. Non moins fréquemment, ils s’auto-traduisaient. […] Il paraît clair, à lire Forster, que les poètes de cette époque évoluaient – qu’il s’agisse des sphères cultivées ou des sphères populaires – dans un milieu infiniment plus polylingue que le nôtre (qui l’est aussi, mais différemment). Il y avait les langues doctes, les langues “reines”, comme dit Cervantes, le latin, le grec et l’hébreu; il y avait les différentes langues nationales lettrées, le français, l’anglais, l’espagnol, l’italien, et la masse des langues régionales, des dialectes etc. L’homme qui se promenait dans les rues de Paris ou d’Anvers devait entendre plus de langues qu’on en entend aujourd’hui à New York: sa langue n’était qu’une langue parmi des langues, ce qui relativisait le sens de la langue maternelle. [...]
Faire l’histoire de la traduction, c’est redécouvrir patiemment ce réseau culturel infiniment complexe et déroutant dans lequel, à chaque époque, ou dans des espaces différents, elle se trouve prise. Et faire du savoir historique ainsi obtenu une ouverture de notre présent.
BERMAN, Antoine. L’épreuve de l’étranger. Paris: Gallimard, 1984. P. 12-14.
Note (1): Forster, Léonard. The Poets Tongues. Multilingualism in Literature, Cambridge Unversity Press, 1970.
L’opinion cohérente avec ce qui est exposé au premier paragraphe c’est:
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O vídeo gravado em modo progressivo possui o quadro (frame):
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