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Considere os seguintes reagentes e suas quantidades:
- 0,5 gramas de iodo.
- 1,0 grama de iodeto de potássio.
- 100 mL de água destilada.
Tais substâncias são necessárias à preparação de uma solução de
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Considere a seguinte sequência de procedimentos relativos a uma técnica de laboratório:
Etapa 1 Cobrir o esfregaço com solução de cristal -violeta por cerca de um minuto.
Etapa 2 Desprezar o cristal-violeta e lavar suavemente com água.
Etapa 3 Cobrir a área do esfregaço com a solução de iodo durante um minuto.
Etapa 4 Descorar a lâmina com álcool-acetona (1:1), até que o solvente escorra incolor.
Etapa 5 Passar água corrente e cobrir o esfregaço com a solução de safranina (ou fucsina básica 0.1% a 0.2%), por cerca de 30s.
Etapa 6 Lavar com água corrente e deixar secar ao ar.
A sequência em questão se refere à técnica de
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Um Analista de Investimento necessita escolher um projeto que apresente o melhor retorno econômico para seu investimento de R$ 200,0 mil. As taxas de juros dos títulos públicos se encontram em 12% ao ano. Considere quatro anos como o período total do investimento. As três alternativas para inversão se configuram em: investimento em imóveis, com um retorno ao final do período de R$ 700,0 mil; investimento em uma locadora de automóveis, com retorno anual de R$ 150,0 mil; e investimento no comércio atacadista, com retorno nos dois últimos anos de R$ 200,0 e R$ 300,0 mil, respectivamente. Tomando-se como base esses dados, o investidor deve realizar o
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Considere as afirmativas abaixo acerca da dívida pública.
I. A dívida deixou de ser contraída com entidades financeiras para ser contraída com pessoas físicas através da chamada “dívida interna”.
II. Pode ser contraída com o intuito de alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar divisas no exterior.
III. Subdivide-se em dívida interna e dívida externa. Os principais credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no país, investidores privados, instituições financeiras internacionais e governos de outros países.
IV. O governo tem duas formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro acrescido de juros.
São corretas as afirmativas
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Mulher negra de 45 anos é levada ao pronto-socorro por apresentar, há quatro dias, cefaleia holocraniana de moderada a forte intensidade, associada a astenia, borramento visual e aumento da diurese noturna. Fez exames laboratoriais que mostravam: Cr 2,1 mg/dl, Ur 84 mg/dl, Na 138 mg/dl, K 4,3 mg/dl, Hb 8,4 mg/dl com esquizócitos no sangue periférico. Ao exame físico, apresentava: Glasgow 15, FC 94 bpm, PA 180x130 mmHg, palidez cutânea ++/4+, eupneica, ausculta cardíaca sem alterações, sem tugência jugular patológica, discretos estertores crepitantes em bases pulmonares, edema leve em membros inferiores e retinopatia grau III de Keith-Wagner vista à fundoscopia. O provável diagnóstico dessa paciente é
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A prática de indexação, como representação temática do conteúdo do documento, exige do profissional da informação instrumentos auxiliares, tais como
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As cores de um país que mudou
Giancarlo Lepiani, de Johanesburgo
Apesar de ser a metrópole mais cosmopolita do continente africano, Johanesburgo ainda exibe com notável clareza as marcas do período em que viveu sob o regime de segregação racial. A topografia urbana desta cidade surgida na corrida do ouro do século XIX oferece constantes surpresas – em questão de minutos, é possível passar de avenidas que poderiam se misturar à paisagem de qualquer cidade americana a favelas tão miseráveis quanto as que se encontram nos países mais pobres do resto da África.
Nos dias que antecedem a abertura da Copa, porém, chama atenção o surgimento de um traço comum entre os diferentes cenários que formam Johanesburgo. A bandeira da África do Sul pós-apartheid está em todas as partes – e isso não se deve só à empolgação com as chances da frágil seleção local no torneio. Como seria de se esperar, as decorações com as cores do país estão espalhadas por todos os caminhos que serão usados pelas delegações e torcedores. Mas elas não se limitam às avenidas que ligam o aeroporto aos grandes hotéis – onde, é claro, foram instaladas pela prefeitura.
As bandeiras estão também nas casas e lojas dos bairros mais variados – dos habitados pelas comunidades indianas e muçulmanas aos distritos dominados por negros ou brancos. O símbolo nacional também enfeita boa parte dos carros, desde as latas-velhas pilotadas por motoristas negros até as SUVs* dos residentes mais ricos da capital de negócios do continente.
Quando se comenta o assunto com algum morador, o que mais se ouve é que o país está ansioso para mostrar o que é capaz de fazer. Uma propaganda de rádio dá uma boa medida da sensação dos sul-africanos nestes dias de contagem regressiva para a abertura: “Disseram que não poderíamos sediar uma Copa; disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; disseram que não daria certo. Estavam errados”.
No último Mundial, na Alemanha, um dos grandes legados do maior evento esportivo do planeta foi justamente o orgulho com que sua população, enfim mais imune aos fantasmas da II Guerra, exibiu as cores do país ao receber visitantes do mundo todo. Numa África do Sul ainda muito distante de apagar os sinais dos tempos de conflito racial, uma possível repetição do fenômeno alemão de 2006 pode valer muito mais que qualquer vitória dos Bafanas** no gramado.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/2010/06/01/>
Acesso em: 04 jun. 2010.
*SUVs: veículos utilitários esportivos (sigla em inglês para Sport Utility Vehicles)
**Bafanas: rapazes (em isiZulu) - como são chamados os jogadores da seleção sul-africana de futebol
Considere o trecho abaixo:
“Disseram que não poderíamos sediar uma Copa; disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; disseram que não daria certo. Estavam errados”.
Observando-se a manutenção do sentido original e as regras de pontuação, a reescrita do texto está correta em:
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As cores de um país que mudou
Giancarlo Lepiani, de Johanesburgo
Apesar de ser a metrópole mais cosmopolita do continente africano, Johanesburgo ainda exibe com notável clareza as marcas do período em que viveu sob o regime de segregação racial. A topografia urbana desta cidade surgida na corrida do ouro do século XIX oferece constantes surpresas – em questão de minutos, é possível passar de avenidas que poderiam se misturar à paisagem de qualquer cidade americana a favelas tão miseráveis quanto as que se encontram nos países mais pobres do resto da África.
Nos dias que antecedem a abertura da Copa, porém, chama atenção o surgimento de um traço comum entre os diferentes cenários que formam Johanesburgo. A bandeira da África do Sul pós-apartheid está em todas as partes – e isso não se deve só à empolgação com as chances da frágil seleção local no torneio. Como seria de se esperar, as decorações com as cores do país estão espalhadas por todos os caminhos que serão usados pelas delegações e torcedores. Mas elas não se limitam às avenidas que ligam o aeroporto aos grandes hotéis – onde, é claro, foram instaladas pela prefeitura.
As bandeiras estão também nas casas e lojas dos bairros mais variados – dos habitados pelas comunidades indianas e muçulmanas aos distritos dominados por negros ou brancos. O símbolo nacional também enfeita boa parte dos carros, desde as latas-velhas pilotadas por motoristas negros até as SUVs* dos residentes mais ricos da capital de negócios do continente.
Quando se comenta o assunto com algum morador, o que mais se ouve é que o país está ansioso para mostrar o que é capaz de fazer. Uma propaganda de rádio dá uma boa medida da sensação dos sul-africanos nestes dias de contagem regressiva para a abertura: “Disseram que não poderíamos sediar uma Copa; disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; disseram que não daria certo. Estavam errados”.
No último Mundial, na Alemanha, um dos grandes legados do maior evento esportivo do planeta foi justamente o orgulho com que sua população, enfim mais imune aos fantasmas da II Guerra, exibiu as cores do país ao receber visitantes do mundo todo. Numa África do Sul ainda muito distante de apagar os sinais dos tempos de conflito racial, uma possível repetição do fenômeno alemão de 2006 pode valer muito mais que qualquer vitória dos Bafanas** no gramado.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/2010/06/01/>
Acesso em: 04 jun. 2010.
*SUVs: veículos utilitários esportivos (sigla em inglês para Sport Utility Vehicles)
**Bafanas: rapazes (em isiZulu) - como são chamados os jogadores da seleção sul-africana de futebol
Da leitura do último parágrafo do texto, infere-se que
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Sobre a utilização de anticoagulantes, afirma-se:
I. O citrato trissódico na proporção 4:1(quatro partes de sangue para uma parte de citrato) é indicado para a determinação de velocidade de hemossedimentação (VHS).
II. O fluoreto de sódio mais EDTA (fluoreto/EDTA) são utilizados como anticoagulantes na dosagem da glicose.
III. A heparina é o anticoagulante de escolha para a contagem de plaquetas.
Destas afirmativas são corretas:
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A reação de imunofluorescência indireta (FTA-ABS) constitui um método bastante empregado no diagnóstico sorológico da sífilis. Como princípio dessa técnica, o isotiocianato de fluoresceína deve estar conjugado ao anticorpo
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