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Um investidor formulou expectativas de que uma determinada aplicação ao longo de três anos geraria uma taxa interna de retorno de 20% ao ano. A rentabilidade total acumulada da aplicação para o referido período de três anos atinge
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A LISA é uma base de dados referencial e especializada cujo conteúdo tem maior abrangência nas áreas de Biblioteconomia e
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Em um modelo macroeconômico para uma economia fechada e sem governo, a poupança planejada determina-se pela equação Pp = $ - 400 + 0,1Y, onde Y é o nível de renda agregado. O valor do investimento planejado corresponde a Ip = $ 600. Com base nesses dados pode-se afirmar que o nível de equilíbrio da renda é
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No processo de representação descritiva de um item de informação de gravação do som de texto falado, a entrada principal é feita pelo (a)
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Considerando o Sistema de Amortização Constante (SAC), o montante total que irá pagar um devedor, se obtiver um empréstimo de R$ 1.000,00 a ser pago em quatro prestações mensais, com juros de 10% ao mês, será de
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Para lavar e acondicionar lâminas e lamínulas a serem usadas em Microscopia, adequadamente, é correto afirmar que
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Internacionalmente, o impacto nas regras de catalogação provém dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR), uma vez que estes sugerem reexame de regras e
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O dono da festa e o time da casa
Giancarlo Lepiani, de Johannesburgo
A pouco mais de uma semana da abertura da Copa do Mundo, Nelson Mandela recebeu a seleção sul-africana e o técnico brasileiro Carlos Alberto Parreira. Sorridente e vestindo uma camisa dos Bafana Bafana, o ícone da luta contra a segregação racial tirou fotos ao lado dos jogadores. De acordo com pessoas próximas ao ex-presidente, Mandela queria inspirar e incentivar a seleção da casa antes da estreia, na sexta que vem, diante do México, em Johanesburgo. O herói do combate ao apartheid quer ir além – há informações de que Mandela estará no jogo de abertura.
Cautelosa, a equipe de assessores do ex-presidente não confirma a presença dele na festa. Mas até o presidente da Fifa, Joseph Blatter, agora fala abertamente na possível aparição do ex-líder no estádio. “Madiba estará lá”, prometeu Blatter. “Nos sentimos muito honrados porque ele vai estar conosco na partida de abertura. O mérito de trazer a Copa para a África do Sul é de somente um homem, e esse homem é ele.” Blatter chamou Mandela de “o líder mais carismático e honesto de todos os tempos”. Perto de completar 92 anos, Mandela tem sua saúde debilitada e, por isso, raramente aparece em público.
Disponível em <http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/fifa/
o-dono-da-festa-e-o-time-da-casa/>. Acesso em 04 jun.2010.
Sobre as expressões “ícone da luta contra a segregação racial”, “O herói do combate ao apartheid”, “ex-líder” e “Madiba”, é correto afirmar que
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
Considerando o emprego das palavras “antônimo” e “sinônimo”, é correto afirmar que elas
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O produto físico marginal é variação
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