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Foram encontradas 270 questões.

1373402 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

A indexação de documentos visa à representação do conteúdo temático de partes de itens bibliográficos.

Neste sentido, o nível de indexação pode ser

 

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1373217 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Um tipo de linguagem de indexação pós-coordenada aplicada, preferencialmente, aos sistemas automatizados de tratamento e recuperação da informação, é o

 

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1373209 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Paciente de 65 anos, sexo masculino, deu entrada no pronto-socorro com quadro de confusão mental e cefaleia holocraniana. Relata antecedente de hipertensão arterial sistêmica com acompanhamento irregular e uso também irregular de hidroclorotiazida. Exame Físico: Presença de papiledema bilateral. Pressão arterial: 200 x 100mmHg, Fc: 87bpm A conduta mais adequada para esse paciente é

 

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1373055 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere as afirmativas abaixo sobre a utilização de filtros em programação para a Web com Java. Considere também que o arquivo web.xml corresponde ao arquivo de configurações de uma aplicação Web em Java.

I. Os filtros são classes Java que permitem que uma requisição seja interceptada antes de chegar na classe Servlet.

II. Os filtros são classes Java que herdam da classe javax.servlet.Filter (disponível na API JEE).

III. Pode-se criar uma cadeia de filtros, onde a configuração da ordem em que cada filtro é invocado depende de como esses filtros estão configurados no arquivo web.xml.

IV. É possível configurar um filtro através da configuração do arquivo web.xml para interceptar requisições oriundas de qualquer URL.

A opção abaixo que indica todas as afirmativas corretas é

 

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1373038 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Livre do racismo e da discriminação

Maria Nazareth Farani Azevêdo*

Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.

A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.

Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".

Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.

A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.

O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo

-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.

*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.

“Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta”.

Em relação à flexão no plural das formas verbais “realizarem” e “criarem”, é correto afirmar que esse procedimento é

 

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1372830 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere duas empresas oligopolistas, A e B, cujas decisões sobre o lançamento de um produto podem ser descritas pelas expectativas de lucro, conforme o jogo simultâneo abaixo:

EMPRESA B

LANÇA PRODUTO

NÃO LANÇA PRODUTO

LANÇA PRODUTO

2,2 3,0

NÃO LANÇA PRODUTO

0,3 4,0

EMPRESA A

A partir dessas informações, pode-se afirmar que o equilíbrio de Nash se dá

 

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1372742 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

No contexto da análise documentária, são geradas duas modalidades de produtos documentários: índice e

 

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1372598 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Na teoria econômica, encontram-se algumas variáveis classificadas como de “estoque” ou de “fluxo”. Nesse sentido, pode-se afirmar que a dívida e o déficit público são, respectivamente,

 

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1372468 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere os trechos de códigos abaixo como sendo as implementações das classes Publicacao e Livro na linguagem Java orientada a objetos.

import java.util.Date;

public class Publicacao {

Date data;

public final void publicar ( ) {

System.out.println("Publicando...");

}

}

public class Livro extends Publicacao {

}

Sobre estas duas classes, é correto afirmar que:

 

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1372305 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

As cores de um país que mudou

Giancarlo Lepiani, de Johanesburgo

Apesar de ser a metrópole mais cosmopolita do continente africano, Johanesburgo ainda exibe com notável clareza as marcas do período em que viveu sob o regime de segregação racial. A topografia urbana desta cidade surgida na corrida do ouro do século XIX oferece constantes surpresas – em questão de minutos, é possível passar de avenidas que poderiam se misturar à paisagem de qualquer cidade americana a favelas tão miseráveis quanto as que se encontram nos países mais pobres do resto da África.

Nos dias que antecedem a abertura da Copa, porém, chama atenção o surgimento de um traço comum entre os diferentes cenários que formam Johanesburgo. A bandeira da África do Sul pós-apartheid está em todas as partes – e isso não se deve só à empolgação com as chances da frágil seleção local no torneio. Como seria de se esperar, as decorações com as cores do país estão espalhadas por todos os caminhos que serão usados pelas delegações e torcedores. Mas elas não se limitam às avenidas que ligam o aeroporto aos grandes hotéis – onde, é claro, foram instaladas pela prefeitura.

As bandeiras estão também nas casas e lojas dos bairros mais variados – dos habitados pelas comunidades indianas e muçulmanas aos distritos dominados por negros ou brancos. O símbolo nacional também enfeita boa parte dos carros, desde as latas-velhas pilotadas por motoristas negros até as SUVs* dos residentes mais ricos da capital de negócios do continente.

Quando se comenta o assunto com algum morador, o que mais se ouve é que o país está ansioso para mostrar o que é capaz de fazer. Uma propaganda de rádio dá uma boa medida da sensação dos sul-africanos nestes dias de contagem regressiva para a abertura: “Disseram que não poderíamos sediar uma Copa; disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; disseram que não daria certo. Estavam errados”.

No último Mundial, na Alemanha, um dos grandes legados do maior evento esportivo do planeta foi justamente o orgulho com que sua população, enfim mais imune aos fantasmas da II Guerra, exibiu as cores do país ao receber visitantes do mundo todo. Numa África do Sul ainda muito distante de apagar os sinais dos tempos de conflito racial, uma possível repetição do fenômeno alemão de 2006 pode valer muito mais que qualquer vitória dos Bafanas** no gramado.

Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/2010/06/01/>

Acesso em: 04 jun. 2010.

*SUVs: veículos utilitários esportivos (sigla em inglês para Sport Utility Vehicles)

**Bafanas: rapazes (em isiZulu) - como são chamados os jogadores da seleção sul-africana de futebol

► “[...] as marcas do período em que viveu sob o regime de segregação racial.”

► “[...] disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; [...]”

As orações destacadas são, respectivamente,

 

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