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No século vinte, coexistiram diversas estéticas, tendências e procedimentos composicionais, do neoclássico à música eletroacústica, além de outras vertentes. As obras “Sonata para dois pianos e percussão” de 1937 e “Contrastes” de 1938 são exemplos representativos da música de câmara dessa época e pertencem à obra do compositor
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Paul Griffiths, em seu livro “A música moderna”, afirmou:
“Schoenberg não tinha tempo para alunos de composição que o procuravam querendo aprender os rudimentos da revolução, mas tampouco desmerecia os que não se sentiam capazes de acompanhá-lo em território desconhecido. O estilo musical era uma questão individual, e a principal lição que transmitia era a de que incumbe ao artista a responsabilidade moral de ser fiel a sua própria visão”.
(GRIFFITHS, Paul. A música moderna. Uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1978, p.31).
A despeito de sua falta de tempo, A. Schoenberg teve alunos ilustres, tais como A. Berg e A. Webern, que seguiram seus princípios atonais de composição. A respeito dessas informações, é correto afirmar:
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Na obra camerística de C. Santoro, há
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No contexto da música de câmara, as sonatas para violoncelo foram geralmente escritas para violoncelo e piano. Na produção do século XIX, para essa formação, destacam -se as sonatas de Beethoven opus 69 nº1 e nº 2 e as sonatas opus 38 e 99 de Brahms. No século vinte, muitos outros compositores escreveram sonatas para violoncelo e piano.
Observe o fragmento a seguir.

Esse fragmento foi extraído de uma importante sonata para violoncelo do século XX. Essa sonata é a
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Robert Schumann escreveu o quinteto para piano em mi bemol maior opus 44 em 1842. A obra concedeu ao quinteto para piano um status importante no contexto da música de câmara instrumental do século XIX. Com o mesmo tipo de formação instrumental, também foram compostos quintetos para piano por Johannes Brahms, Antonín Dvořák, César Franck, Edward Elgar, e Dmitri Shostakovitch. A formação do referido e importante quinteto romântico é
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Na obra de Erik Satie para canto e piano, encontra-se
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A canção de câmara - “Lied” -, caracterizada por uma linha vocal com acompanhamento de piano, foi muito popular no século XIX na conjuntura do romantismo alemão. No contexto da música brasileira, a canção brasileira com piano recebeu especial atenção de compositores como Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Camargo Guarnieri, Claudio Santoro, GuerraPeixe, dentre outros. Observe o fragmento a seguir.

Esse fragmento foi extraído do importante conjunto de canções brasileiras chamado
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O poema Clair de lune, de Paul Marie Verlaine, um dos mais importantes poetas franceses, inspirou as composições
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Franz Schubert foi um compositor proeminente na arte do Lied e os seus ciclos de Lieder representam uma parte importante do repertório camerístico para canto e piano composto no século XIX. O musicólogo Charles Rosen descreve o lied de abertura de um importante ciclo da seguinte forma:
“O início da linha vocal é ao mesmo tempo doloroso e fortuito: a primeira nota é um fá agudo desagradavelmente difícil, mas ele lá se encontra sem acentuação, como que de passagem. A marcha rítmica constante tem primazia. A sensação de pesar e remorso está nas harmonias – na maneira pela qual, de início, a melodia varre, expressivamente, um nona e, sobretudo, nos acentos que rompem a tranqüila superfície, perturbam o movimento regular sem que possam impedi-lo”
ROSEN, Charles. A geração romântica. São Paulo: Edusp, 2000, p.197)
O Fragmento a seguir se refere à obra em questão.

Edição Breitkopf. Schubert Werke Breitkopf Serie XX Band 9.
Esse Lied pertence ao ciclo
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Os compositores mais representativos na música de câmara romântica são
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