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Um técnico de Veterinária, que é o responsável pela compra de equipamentos para o laboratório em que trabalha, comprou um equipamento utilizado em análise clínica. Esse equipamento vai ser pago em quatro parcelas da seguinte forma: a primeira será de R$ 1.250,00; a segunda será o valor da primeira acrescido de R$ 80,00; a terceira será o dobro da segunda; e a quarta parcela corresponderá ao valor da terceira menos R$ 1.060,00. O equipamento comprado pelo técnico custou
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Observe a tirinha abaixo.

Disponível em <www.tira.jpgloja.devir.com.br>. Acesso em 25 mar. 2013.
Para bater as asas de forma tão rápida, o beija-flor gasta muita energia. Para ele manter toda a demanda energética, as células do músculo do beija-flor são ricas em
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Se o servidor público federal estável solicita licença para capacitação, com base na Lei nº 8.112/90, essa licença
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A figura abaixo representa uma célula vegetal.

Disponível em: <http://bio-nature.webnode.pt/news/a-celula/>. Acesso em: 28 mar. 2013.
Na figura, os números 1, 2 e 3 identificam organelas nas quais ocorrem, respectivamente, os processos de
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À luz do disposto na Lei nº 8.112/90, o processo disciplinar se desenvolve em etapas. As etapas desse processo são
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Num grupo de 52 pessoas de uma escola, 4 são estudantes, 28 são professores e o restante, funcionários administrativos. Será feito um sorteio para premiar com um computador uma das pessoas desse grupo. A probabilidade de, sorteando-se aleatoriamente uma pessoa desse grupo, um funcionário administrativo ser o ganhador do computador é de aproximadamente,
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Ratos de laboratório têm mais mordomias do que se imagina
por Lígia Sotratti
Eles já participaram da invenção da penicilina, das vacinas contra poliomielite e febre amarela e da criação de remédios para hipertensão e antidepressivos. E seguem colaborando na busca de uma cura para o câncer, de tratamentos para problemas cardíacos e estudos sobre ansiedade. Por serem genética e fisiologicamente parecidos conosco e se multiplicarem rapidamente, os ratos e seus primos — camundongos, porquinhos-da-índia — são as cobaias preferidas da ciência. Os ratinhos que vão dedicar sua vida e morte à ciência são tratados como reis e vendidos ao preço médio de R$ 15 para os laboratórios, onde vão perambular por labirintos, nadar em piscinas que não dão pé, beber e fazer sexo até alcançarem uma morte serena — ou virarem comida de cobra.
Os roedores que existem apenas porque a ciência precisa deles nascem nos biotérios (do latim “lugar onde fica a vida”), uma espécie de berçário que segue normas rígidas de higiene e conforto ditadas por órgãos internacionais como AAALAC (Associação para Avaliação e Validação dos Cuidados com Animais de Laboratório) e Iclas (Conselho Internacional para Animais de Laboratórios Científicos). A ideia é mantê-los limpos e livres de doenças, para não comprometer os resultados dos estudos. “Na investigação de uma parasitose, o animal pode apresentar um sintoma de uma doença que já tinha, e não da pesquisada”, diz o veterinário Joel Majerowicz, diretor do Centro de Criação de Animais de Laboratório (Cecal), da Fiocruz.
Para manter os ratos longe de vírus, germes e bactérias, os biotérios são isolados. As salas de esterilização de materiais e de criação e repouso dos bichinhos não têm janela, e a ventilação é feita por ar-condicionado. Ao entrar em uma sala, por exemplo, só se consegue abrir a porta seguinte quando a anterior se fecha. A entrada é restrita aos funcionários — ainda assim, não para todos. “Quem trabalha na área externa tem uniforme de cor diferente para facilitar o controle”, conta a bióloga Ubimara Pereira Rodrigues, diretora da Divisão Biotério Central do Instituto Butantan, centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, responsável por 93% dos soros e vacinas produzidas no país. Para entrar, os funcionários vestem touca, luvas, máscaras e proteção para o pé — semelhante ao que é exigido em uma UTI.
A mania de limpeza ajuda a manter as cobaias aptas para os experimentos, mas é também uma forma de respeitar seu estilo natural de ser. Pois, acredite, ratos não são seres imundos, nem os de bueiro. “Eles se limpam o tempo inteiro. A gente sabe quando estão doentes porque deixam de lavar o rosto, se lambendo”, afirma a biomédica do laboratório de Cronofarmacologia (que analisa o efeito de medicamentos no organismo de acordo com a hora em que são tomados) da USP Regina Markus.
Os cuidados não param por aí. Nos biotérios, os ratos são tratados com a mordomia de um hotel 5 estrelas: as camas são de fibra natural (uma serragem esterilizada), arrumadas no mínimo 3 vezes por semana. Isso porque têm alta capacidade de absorção e ficam limpas por mais tempo, sem necessidade da troca diária. A temperatura é agradável ao corpo, 22 °C. A cada hora, o ar é trocado de 15 a 20 vezes. Uma luz baixa dá um clima no ambiente. Se fosse um hotel, a diária seria com comida e bebida à vontade. Os funcionários falam em voz baixa e zelam para que os hóspedes não sejam incomodados com cheiros de cigarro ou perfumes. Nada pode interferir no sossego das cobaias.
Depois do tratamento VIP no berçário, onde passam dias ou até meses, os animais são recrutados para os laboratórios. Começa aí sua vida de aventuras e desventuras. Há os que se tornam reprodutores. Outros vão se embriagar por dias para ajudar a decifrar o quanto o álcool ataca a memória. Há ainda os que terão desafios em labirintos e piscinas.
A maior parte das ratinhas não sai do biotério. Se a ninhada de fêmeas for excessiva, elas podem ser sacrificadas ou virar alimento de outro animal. Mas há aquelas que se dedicam a produzir filhotes que serão recrutados pelos laboratórios. E todo biotério tem seus machos reprodutores. Cada um tem uma espécie de harém: podem viver com até 5 fêmeas e devem acasalar ao longo de seu período produtivo, que dura 7 meses — cada gestação leva 21 dias e resulta em cerca de 10 filhotes. Para conquistar o cargo, é preciso ter proles numerosas e saudáveis. Quando os cientistas precisam de uma linhagem pura, elas começam com bebês de proveta. Porém, chega um momento, quando perdem a capacidade de se reproduzir, que as aventuras amorosas cessam.
Depois de uma vida desafiando os próprios medos, bebendo ou fazendo sexo, chega a hora da aposentadoria. Aos dois anos, os roedores já estão velhos como um humano de 80. Aí, há dois finais: a eutanásia ou virar refeição de cobras. Os pesquisadores garantem que tudo é feito com analgésicos para que não sofram. Justo. Afinal, dedicaram sua vida ao bem da ciência e muitos deixam descendentes para seguir o trabalho.
Disponível em: <www.revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 4 abr. 2013.
A ideia central do primeiro parágrafo encontra-se no
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Considere as afirmativas a seguir, relacionadas à POSSE de servidor público federal, prevista na Lei n0 8.112/90:
I A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de nomeação.
II Se a posse não ocorrer no prazo de trinta dias, contados do ato de provimento, o servidor será demitido.
III No ato de posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
IV Em se tratando de servidor que esteja, na data de publicação do ato de provimento, em licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro, o prazo para a posse será contado a partir do término desta licença.
Estão corretas as afirmativas
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Ratos de laboratório têm mais mordomias do que se imagina
por Lígia Sotratti
Eles já participaram da invenção da penicilina, das vacinas contra poliomielite e febre amarela e da criação de remédios para hipertensão e antidepressivos. E seguem colaborando na busca de uma cura para o câncer, de tratamentos para problemas cardíacos e estudos sobre ansiedade. Por serem genética e fisiologicamente parecidos conosco e se multiplicarem rapidamente, os ratos e seus primos — camundongos, porquinhos-da-índia — são as cobaias preferidas da ciência. Os ratinhos que vão dedicar sua vida e morte à ciência são tratados como reis e vendidos ao preço médio de R$ 15 para os laboratórios, onde vão perambular por labirintos, nadar em piscinas que não dão pé, beber e fazer sexo até alcançarem uma morte serena — ou virarem comida de cobra.
Os roedores que existem apenas porque a ciência precisa deles nascem nos biotérios (do latim “lugar onde fica a vida”), uma espécie de berçário que segue normas rígidas de higiene e conforto ditadas por órgãos internacionais como AAALAC (Associação para Avaliação e Validação dos Cuidados com Animais de Laboratório) e Iclas (Conselho Internacional para Animais de Laboratórios Científicos). A ideia é mantê-los limpos e livres de doenças, para não comprometer os resultados dos estudos. “Na investigação de uma parasitose, o animal pode apresentar um sintoma de uma doença que já tinha, e não da pesquisada”, diz o veterinário Joel Majerowicz, diretor do Centro de Criação de Animais de Laboratório (Cecal), da Fiocruz.
Para manter os ratos longe de vírus, germes e bactérias, os biotérios são isolados. As salas de esterilização de materiais e de criação e repouso dos bichinhos não têm janela, e a ventilação é feita por ar-condicionado. Ao entrar em uma sala, por exemplo, só se consegue abrir a porta seguinte quando a anterior se fecha. A entrada é restrita aos funcionários — ainda assim, não para todos. “Quem trabalha na área externa tem uniforme de cor diferente para facilitar o controle”, conta a bióloga Ubimara Pereira Rodrigues, diretora da Divisão Biotério Central do Instituto Butantan, centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, responsável por 93% dos soros e vacinas produzidas no país. Para entrar, os funcionários vestem touca, luvas, máscaras e proteção para o pé — semelhante ao que é exigido em uma UTI.
A mania de limpeza ajuda a manter as cobaias aptas para os experimentos, mas é também uma forma de respeitar seu estilo natural de ser. Pois, acredite, ratos não são seres imundos, nem os de bueiro. “Eles se limpam o tempo inteiro. A gente sabe quando estão doentes porque deixam de lavar o rosto, se lambendo”, afirma a biomédica do laboratório de Cronofarmacologia (que analisa o efeito de medicamentos no organismo de acordo com a hora em que são tomados) da USP Regina Markus.
Os cuidados não param por aí. Nos biotérios, os ratos são tratados com a mordomia de um hotel 5 estrelas: as camas são de fibra natural (uma serragem esterilizada), arrumadas no mínimo 3 vezes por semana. Isso porque têm alta capacidade de absorção e ficam limpas por mais tempo, sem necessidade da troca diária. A temperatura é agradável ao corpo, 22 °C. A cada hora, o ar é trocado de 15 a 20 vezes. Uma luz baixa dá um clima no ambiente. Se fosse um hotel, a diária seria com comida e bebida à vontade. Os funcionários falam em voz baixa e zelam para que os hóspedes não sejam incomodados com cheiros de cigarro ou perfumes. Nada pode interferir no sossego das cobaias.
Depois do tratamento VIP no berçário, onde passam dias ou até meses, os animais são recrutados para os laboratórios. Começa aí sua vida de aventuras e desventuras. Há os que se tornam reprodutores. Outros vão se embriagar por dias para ajudar a decifrar o quanto o álcool ataca a memória. Há ainda os que terão desafios em labirintos e piscinas.
A maior parte das ratinhas não sai do biotério. Se a ninhada de fêmeas for excessiva, elas podem ser sacrificadas ou virar alimento de outro animal. Mas há aquelas que se dedicam a produzir filhotes que serão recrutados pelos laboratórios. E todo biotério tem seus machos reprodutores. Cada um tem uma espécie de harém: podem viver com até 5 fêmeas e devem acasalar ao longo de seu período produtivo, que dura 7 meses — cada gestação leva 21 dias e resulta em cerca de 10 filhotes. Para conquistar o cargo, é preciso ter proles numerosas e saudáveis. Quando os cientistas precisam de uma linhagem pura, elas começam com bebês de proveta. Porém, chega um momento, quando perdem a capacidade de se reproduzir, que as aventuras amorosas cessam.
Depois de uma vida desafiando os próprios medos, bebendo ou fazendo sexo, chega a hora da aposentadoria. Aos dois anos, os roedores já estão velhos como um humano de 80. Aí, há dois finais: a eutanásia ou virar refeição de cobras. Os pesquisadores garantem que tudo é feito com analgésicos para que não sofram. Justo. Afinal, dedicaram sua vida ao bem da ciência e muitos deixam descendentes para seguir o trabalho.
Disponível em: <www.revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 4 abr. 2013.
No período “Há os que se tornam reprodutores”, considerando-se as orientações normativas do português padrão, é correta a substituição do termo em destaque pelo verbo
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Observe a figura abaixo.

Disponível em:www.oikostips.blogspot.com. Acesso em: 28 mar. 2013. [Adaptado]
Um dos aspectos negativos do gás metano gerado no processo de digestão de animais herbívoros é a participação na formação do efeito estufa. No entanto, outros gases gerados a partir de atividades humanas também contribuem para o aquecimento global. O gás que mais contribui para o efeito estufa é o
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