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Foram encontradas 50 questões.

975246 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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No tocante à função controlar, é correto afirmar:
 

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975238 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em relação ao processo de tomada de decisão, é possível identificar dois tipos de decisões: as programadas e as não programadas. Sobre esses dois tipos de decisões, analise as afirmações a seguir: I As decisões programadas envolvem problemas estruturados, rotineiros. II As decisões programadas envolvem critérios complexos de tomada de decisão. III As decisões não programadas são decisões padronizadas, estabelecidas para novos problemas. IV As decisões não programadas envolvem a análise de dados disponíveis para novos problemas.
Das afirmativas, estão corretas
 

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975235 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Alguns fatores relacionados à Revolução Industrial e suas consequências motivaram o surgimento da Abordagem Clássica das Teorias da Administração. Dentre esses fatores, destaca-se
 

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975233 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O conjunto de símbolos padronizados que descrevem um processo é chamado de
 

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975228 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A função administrativa responsável por melhor dispor ou ordenar os recursos disponíveis em uma estrutura é chamada de
 

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975227 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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As unidades departamentais e os níveis da estrutura de uma empresa são representadas graficamente em um
 

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975224 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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As funções do administrador são planejar, organizar, dirigir e controlar. Em relação a essas funções, é correto afirmar:
 

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975222 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Tomar decisão é uma atividade inerente ao administrador. De acordo com o nível da organização, as tomadas de decisão se diferenciam, podendo ser de natureza estratégica, tática ou operacional. As decisões tomadas na alta administração envolvem
 

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975161 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A linguagem empregada no texto é predominantemente denotativa, mas há traços de conotação em:
 

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975154 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Sem prejuízo do sentido, o verbo disseminar pode ser substituído por

 

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