Foram encontradas 910 questões.
No Brasil, a partir da década de 1990, algumas modificações importantes foram implementadas no esquema de imunização rotineira na infância e na adolescência. Atualmente, as vacinas recomendadas aos adolescentes e disponíveis na rede pública de saúde do SUS, além da Covid-19 por ocasião da pandemia, são
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Ao realizar o inventário de vacina meningocócica C em uma unidade básica de saúde, a enfermeira, responsável técnica pela sala de vacina, identificou um maior número de frascos ampola com pó liofilizado do que frascos ampola contendo solução diluente. A partir dessa discrepância, os profissionais responsáveis pela vacinação foram contatados, e se constatou que um deles havia administrado apenas o diluente isolado. As crianças afetadas foram rastreadas, e sua vacinação foi realizada novamente. |
FONTE: BOLETIM IMSP, 2021. [ADAPTADO ]
Diante da situação apresentada no caso, além da notificação de erro programático, para evitar que erros desse tipo sejam cometidos, deve-se proceder
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Ao realizar o inventário de vacina meningocócica C em uma unidade básica de saúde, a enfermeira, responsável técnica pela sala de vacina, identificou um maior número de frascos ampola com pó liofilizado do que frascos ampola contendo solução diluente. A partir dessa discrepância, os profissionais responsáveis pela vacinação foram contatados, e se constatou que um deles havia administrado apenas o diluente isolado. As crianças afetadas foram rastreadas, e sua vacinação foi realizada novamente. |
FONTE: BOLETIM IMSP, 2021. [ADAPTADO ]
A partir desse caso, conclui-se que uma das causas prováveis do erro de imunização, ou seja, sua causa imediata, foi o
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O Ministério da Saúde atualiza constantemente suas políticas públicas com base em estudos científicos e em necessidades epidemiológicas. No âmbito do Programa Nacional de Imunizações, todo ano, a pasta revê se há necessidade de mudanças de público para vacinação e incorporação de vacinas no SUS. Sobre as mudanças em vigor em relação à vacina contra febre amarela, considere as orientações abaixo.
I Se a gestante estiver sem nenhuma dose registrada da vacina contra febre amarela, administrar a primeira dose da vacina e aprazar uma dose de reforço, 10 anos após a administração dessa dose.
II Para indivíduos a partir de 5 anos que já receberam uma dose antes de completar 5 anos, ou seja, que foram vacinados contra febre amarela em algum momento quando tinham idade entre 9 meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias, aplicar duas doses respeitando um intervalo mínimo de 4 semanas entre a dose inicial e a dose de reforço.
III Para pessoas a partir de 5 anos de idade que nunca receberam nenhuma dose, aplicar dose única da vacina contra febre amarela.
IV Em 2017, o Ministério da Saúde seguiu as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de ofertar apenas uma dose da vacina de febre amarela durante toda a vida. Porém, estudos científicos demonstraram uma diminuição na resposta imunológica da criança que é vacinada aos 9 meses, como prevê o Calendário Nacional de Vacinação da criança. Por isso, a pasta passou a ofertar, em 2020, uma dose de reforço para as crianças aos quatro anos de idade.
De acordo com a instrução normativa do Ministério da Saúde para o calendário nacional de vacinação de rotina, as orientações corretas estão nos itens
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O Ministério da Saúde orienta a implementação de medidas de precauções padrão pelos profissionais de todos os serviços de saúde, considerando a forma de transmissão da Monkeypox. Assim, durante a assistência a pacientes com suspeita ou confirmação dessa doença, devem ser tomadas precauções
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Com mais de 16 mil casos notificados em 75 países desde o início de maio deste ano, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que o atual surto de monkeypox (varíola dos macacos ou mpox), doença causada pelo microrganismo do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). A Monkeypox é uma doença
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Para responder à questão, considere o excerto abaixo.
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Em 2017, o Instituto de Ensino em Saúde Suplementar junto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgaram uma pesquisa em que o Brasil ocupa o segundo lugar de mortes evitáveis. Os chamados eventos adversos são a segunda causa de morte mais comum no Brasil. Todo dia, 829 brasileiros falecem em decorrência de condições adquiridas nos hospitais, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos. O falecimento de 302.610 mil brasileiros em hospitais públicos ou privados como consequência de um “evento adverso” é resultado, por exemplo, de erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar, entre inúmeros outros casos. |
FONTE: /11/07/cultur a- justa-e- cultura- de- seguranca-em-hospitais /"https://www.anestedu.com.br /index .php/2019/11/07/cultura-justa-e-cultura- de-seguranHYPERLINK "https ://www.anes tedu.c om.br /index .php/2019/11/07/cultura- justa-e- cultura- deseguranca-em- hospitais /"ca-em-hospitais /. Acesso em: 20/07/2022.
Como proposta para conhecer e minimizar, no contexto brasileiro, a problemática apresentada no excerto, o PNSP estabelece, como competência dos Núcleos de Segurança do Paciente nos serviços de saúde,
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Para responder à questão, considere o excerto abaixo.
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Em 2017, o Instituto de Ensino em Saúde Suplementar junto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgaram uma pesquisa em que o Brasil ocupa o segundo lugar de mortes evitáveis. Os chamados eventos adversos são a segunda causa de morte mais comum no Brasil. Todo dia, 829 brasileiros falecem em decorrência de condições adquiridas nos hospitais, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos. O falecimento de 302.610 mil brasileiros em hospitais públicos ou privados como consequência de um “evento adverso” é resultado, por exemplo, de erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar, entre inúmeros outros casos. |
FONTE: /11/07/cultur a- justa-e- cultura- de- seguranca-em-hospitais /"https://www.anestedu.com.br /index .php/2019/11/07/cultura-justa-e-cultura- de-seguranHYPERLINK "https ://www.anes tedu.c om.br /index .php/2019/11/07/cultura- justa-e- cultura- deseguranca-em- hospitais /"ca-em-hospitais /. Acesso em: 20/07/2022.
O problema apresentado no excerto foi reconhecido como um problema mundial de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que, para promover a segurança do paciente em nível global, estabeleceu medidas por meio de uma Aliança Mundial para Segurança do Paciente (World Alliance for PatientySafety). No Brasil, o Programa Nacional para Segurança do Paciente (PNSP) foi lançado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da publicação da Portaria nº 529, em 1º de abril de 2013. Um dos objetivos da Portaria é promover a implementação das ações voltadas para a segurança do paciente, a partir da criação dos Núcleos de Segurança do Paciente. Esses núcleos, nos serviços de saúde, tem como objetivo,
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Em relação à violência de gênero no ciclo gravídico-puerperal, os estudos evidenciam algumas repercussões da violência. Assim, os serviços de saúde são considerados espaços privilegiados para vigilância e identificação de vítimas, tendo em vista as condições propícias para a revelação do problema: privacidade, sigilo, escuta e abordagem de sinais e sintomas relacionados a agressões. Nesse sentido, os profissionais devem estar atentos a sinais e sintomas sugestivos de exposição a situações de violência contra a mulher, entre os quais
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O reconhecimento de adolescentes como sujeitos de direitos traz princípios fundamentais que devem ser observados na prática e na relação de profissionais de Saúde com esse grupo populacional. Entre esses princípios, os profissionais de saúde devem observar o da autonomia que se expressa nos direitos a privacidade e confidencialidade e sigilo. No que diz respeito à confidencialidade e ao sigilo, os adolescentes devem ter a garantia de que as informações obtidas, no atendimento, não serão repassadas aos seus pais e/ou responsáveis nem a seus pares, sem a sua concordância explícita. No entanto, eles devem ser informados sobre as situações que requerem quebra de sigilo, ou seja, sempre que houver
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