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A contenção de primatas é condição essencial para qualquer tipo de manipulação desses animais, devendo-se garantir o bem-estar do animal e a segurança da equipe de profissionais envolvidos. A contenção pode ser realizada de duas formas: física e química. Na física, o animal é capturado com auxílio de gaiolas, caixas, armadilhas, dentre outras, e, a partir daí, é imobilizado por meio de procedimentos técnicos padronizados de acordo com a espécie. A contenção química, por sua vez, refere-se ao uso de medicamento para produzir modificação favorável do comportamento por sedação, analgesia ou relaxamento muscular. Ao planejar esse procedimento, a escolha do fármaco adequado é fundamental para o sucesso. Na contenção química de primatas neotropicais, recomenda-se
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A anestesia de animais em experimentação deve ser bem conduzida, no sentido de produzir analgesia suficiente para evitar o sofrimento do animal, bem como de interferir o menos possível no desenvolvimento do experimento, garantindo a validade científica de qualquer estudo que utilize animais. Em relação à anestesia em roedores sob experimentação, considere as afirmativas abaixo.
I Devido ao seu tamanho reduzido, os roedores são animais propensos à hipotermia durante o procedimento anestésico. Por outro lado, em razão da menor área de pele e volume corporal, são menos sujeitos à desidratação.
II A cetamina é comumente utilizada na anestesia intravenosa dos roedores. A perda do reflexo da cauda em ratos e camundongos e do reflexo palpebral em cobaia são indicativos de obtenção de plano anestésico profundo nesses animais, quando eles estão sob efeito desse fármaco.
III O acompanhamento da função cardiovascular pode ser feito de maneira convencional, com estetoscópio e avaliação do pulso femoral. Assim como em cães e gatos, o aumento da frequência cardíaca e respiratória em roedores pode indicar a superficialização do plano anestésico.
IV Durante procedimentos prolongados, pode acontecer apneia e hipóxia. Por isso, recomenda-se posicionar o paciente com a porção cranial elevada em decúbito dorsal. Isso faz com que a gravidade empurre o intestino no sentido caudal do abdome, liberando o diafragma.
Em relação ao exposto, estão corretas as afirmativas
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Segundo o CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), “A quarentena é o espaço físico para o isolamento inicial dos animais e deverá ter condições ambientais apropriadas de alojamento, onde estes possam permanecer antes de serem transferidos para as salas de criação e manutenção. Suas dimensões devem contemplar a variedade de espécies animais e as atividades de manejo inerentes a cada uma delas”. Nesse contexto, a estrutura física da área de quarentena da criação de primatas não-humanos deve
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As barreiras sanitárias de um biotério visam impedir que microrganismos tenham acesso às áreas de criação e experimentação animal bem como que agentes patogênicos utilizados em experimentos se dispersem para o exterior das instalações. As barreiras sanitárias compreendem desde os materiais usados na construção até os equipamentos mais sofisticados para a filtração de ar ou a esterilização de materiais. Também envolvem o conjunto de elementos físicos, químicos, de instalações e os procedimentos da equipe de trabalho. Como barreiras sanitárias, em biotérios, recomenda-se o uso
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O êxito na criação e experimentação de primatas em cativeiro está diretamente relacionado à qualidade das técnicas de manejo empregadas, incluindo alojamentos apropriados, conhecimento dos aspectos fisiológicos, nutricionais e genéticos, assim como a realização de controle sanitário periódico por meio de exames clínicos e laboratoriais de rotina. Também é essencial conhecer a biologia da espécie, raça, linhagem com a qual se trabalha, uma vez que as necessidades físicas, emocionais ou comportamentais não são as mesmas entre as diversas espécies. Em relação à criação de primatas não-humanos, analise as afirmativas abaixo.
I A detecção do início da puberdade varia entre as espécies de primatas. Naquelas, por exemplo, da América do Sul, é comum a ocorrência de um fenômeno denominado de sex skin, que consiste em alterações cutâneas, em machos e fêmeas, marcadas por hiperemia e edema na região perineal. Por sua vez, nos primatas de países da Europa, o aumento do peso corporal constitui o único método de detecção.
II Os animais compartilham uma vida social extremamente complexa. A composição das unidades sociais é bastante variável, abrangendo desde espécies solitárias a sociedades com organizações de múltiplas famílias. Dessa forma, existem categorias distintas de criação animal com o intuito de respeitar tais peculiaridades.
III Os animais devem ser alimentados duas vezes ao dia, estimulando-se os processos fisiológicos e comportamentais e evitando-se, assim, variações bruscas nos teores de glicose sanguínea. Uma das ofertas deve ser composta de rações comerciais peletizadas ou extrusadas apropriadas para a espécie e a outra deve conter alimentos in natura previamente processados e higienizados.
IV A colônia frequentemente deve ser observada quanto a qualquer alteração de comportamento e surgimento de sinais anormais. Os animais devem ser pesados periodicamente assim como devem passar por uma avaliação clínica frequente. O teste de febre amarela é obrigatório e deve ser feito, no mínimo, uma vez por ano para detecção da doença.
Das afirmativas, estão corretas
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Infecções parasitárias intercorrentes em camundongos podem alterar os resultados das pesquisas científicas e, por esse motivo, há necessidade de se estabelecer um programa contínuo de monitoramento sanitário em biotérios. O Syphacia obvelata é um endoparasita da família Oxyuridae presente em quase todas as colônias convencionais de camundongos. Para a identificação desse parasita em colônias de camundongos, deve ser realizada
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Os profissionais que trabalham na experimentação animal devem conhecer as doenças que comumente afetam animais de laboratório bem como aquelas que podem também representar perigo à sua própria saúde. As zoonoses que podem ser comumente transmitidas por camundongos são:
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A imagem abaixo mostra um micrômetro ocular, que é um retículo de vidro colocado entre as duas lentes que compõem a ocular para estudo morfométrico de formas parasitárias e outras células. O micrômetro ocular é utilizado para fazer medições do tamanho de estruturas microscópicas. Contudo, antes de fazer qualquer medida ao microscópio, este deve ser calibrado.

Disponível em: https://eletronicadachina.com.br /corredicas - do- micrometer - para-a-serie- de- olympus - oculldo- microscopio- de- vidro-o. Acesso em: 09 nov. 2022.
A calibragem do microscópio deverá ser feita por meio da sobreposição
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Um técnico do laboratório de Ensino em Parasitologia auxiliou na montagem de uma aula sobre estudo morfológico de formas evolutivas de Platelmintos de importância para a saúde humana. Nessa aula, é necessária a identificação da Espécie e/ou do Gênero do parasito, da forma evolutiva envolvida, da forma infectante e do diagnóstico da parasitose.
A imagem abaixo representa diversos campos microscópicos focalizados pelo técnico de laboratório, para a referida aula.

Fonte: compilação de atlas e pranchas de acervo de imagens do Laboratório de Ensino em Parasitologia. DMP/CB/UF RN ( 2022).
A correspondência correta das imagens focalizadas com a numeração estabelecida é
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A centrífuga para laboratório é um equipamento que realiza a separação rápida e eficaz de amostras. Para fazer isso, o aparelho recebe tubos cônicos com a substância que passará por análise e realiza um movimento de rotação com eles, de modo que as fases líquidas e sólidas da amostra sejam separadas. Nesse contexto, o método para diagnóstico de parasitos intestinais, utilizado na rotina, que envolve etapas de centrifugação foi descrito por
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