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Foram encontradas 50 questões.

591423 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Na SCA sem elevação do ST, segundo o “Escore do Risco TIMI”, assinale qual dos fatores abaixo não é considerado “fator de risco”?
 

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591422 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Assinale qual dos medicamentos não está indicado no tratamento de pacientes com SCA sem elevação do ST?
 

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591421 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Paciente de 42 anos, motorista de ônibus, passou a apresentar aos esforços habituais, dor precordial constritiva com irradiação à mandíbula, iniciada há 60 dias. A queixa evoluiu, de forma progressiva, de modo a afastá-lo do trabalho e persistiu durante as atividades do cotidiano, mesmo às que implicam em esforços pequenos. Segundo a classificação funcional da Canadian Cardiac Society (CCS), assinale em que grupo a limitação física deste paciente, por angina do peito, está incluída:
 

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591420 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Homem de 88 anos portador de fibrose pulmonar intersticial difusa idiopática, insuficiência renal crônica, desenvolve quadro de ICC tipo III por estenose aórtica degenerativa calcificada com gradiente VE/Ao máximo de 110mmHg, médio de 65mmHg, área valvar aórtica 0.6cm2.
De acordo com as recomendações do estudo PARTNER, assinale qual a melhor opção terapêutica?
 

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591419 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Assinale a causa mais frequente de óbito após o primeiro ano pós-transplante cardíaco.
 

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591375 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise as informações apresentadas a seguir.
1) Saber descrever bem uma língua não é garantia de melhor desempenho no uso dessa língua.
2) A escola deve ser o espaço privilegiado para que os profissionais se tornem especialistas em língua portuguesa.
3) A competência nas atividades de leitura e de escrita prescinde de maior aprofundamento do conhecimento gramatical.
4) Todos os profissionais deveriam ter conhecimento aprofundado da gramática de sua língua, já que ela é um bem comum a todos.
Estão em consonância com o Texto:
 

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591374 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
É correto afirmar que o Texto trata, primordialmente:
 

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546199 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
A língua portuguesa que amo tanto
Que canto enquanto encanto-me ao ouvi-la
Em cada canto é fala, é riso, é pranto
E nada há que a cale e que a repila.
É essa língua tórrida e faceira
Inebriante e meiga e doce e audaz
Que envolve e enleia a gente brasileira
E quem a utiliza é quem a faz.
[...]
Não há quem fale errado ou fale mal
De norte a sul, é belo o que é falado
Na língua de Brasil e Portugal.
Para julgar quem fala certo ou fala errado
Não há no mundo lei, nem haverá:
Quem faz da fala língua é quem a fala
Gramática nenhuma a calará
Gramático nenhum irá cegá-la!
LOPES, Oldney. Disponível em: http://www.oldney.net/visualizar.php?idt=433893. Acesso em 23/09/2010. Adaptado.
Há, no Texto, a defesa explícita de que:
 

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546055 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise o que se afirma a seguir, acerca de diversos aspectos gramaticais do Texto.
1) No trecho: “O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino”, o termo destacado tem valor conclusivo.
2) No trecho: “Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!”, a exclamação tem a função de marcar o tom categórico da afirmação feita.
3) No trecho: “fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia [...]”, o termo destacado está grafado sem trema em cumprimento ao último Acordo Ortográfico. Antes do Acordo, o trema era exigido para o termo.
4) No trecho: “Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente”, o segmento destacado poderia ser substituído por “necessário àquele”. Neste caso, a crase seria obrigatória.
Estão corretas:
 

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546016 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Analise o caso clínico abaixo e responda à questão.
Paciente do sexo feminino, 23 anos, segundo grau incompleto, desempregada, relata antecedentes de FR, em surtos repetidos entre os 06 e 09 anos de idade, uso irregular da profilaxia benzatínica. Há 1 ano, surgiram queixas de palpitações, eventualmente relacionadas a esforços físicos. Inicialmente conseguia fazer esforços do cotidiano sem restrições. Há aproximadamente 2 meses, associada às palpitações, surgiram dispneia e acessos de tosse, por vezes com hemoptoicos. Há 2 semanas não consegue dormir sem ajuda de travesseiros empilhados. O exame físico revela IMC 21.1mg/m2, FR 28, FC 105, pulsos arteriais arrítmicos, síncronos, de pequena amplitude, forma incaracterística, jugulares túrgidas em 45º, ondas “v” salientes. O exame do precórdio mostra atividade hipercinética, impulsão de meso 2+/4, M1 palpável, ausência de frêmitos. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular, sugerindo fibrilação atrial, taquicardia, estalido de abertura precoce e variável em área mitral, hiperfonese de M1 e do componente pulmonar de B2, sopro sistólico de regurgitação +/4 na borda esternal esquerda baixa.
O que seria obtido no ecocardiograma bidimensional c/Doppler?
 

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