Foram encontradas 50 questões.
Analise o caso clínico abaixo e responda à questão.
| Paciente do sexo feminino, 23 anos, segundo grau incompleto, desempregada, relata antecedentes de FR, em surtos repetidos entre os 06 e 09 anos de idade, uso irregular da profilaxia benzatínica. Há 1 ano, surgiram queixas de palpitações, eventualmente relacionadas a esforços físicos. Inicialmente conseguia fazer esforços do cotidiano sem restrições. Há aproximadamente 2 meses, associada às palpitações, surgiram dispneia e acessos de tosse, por vezes com hemoptoicos. Há 2 semanas não consegue dormir sem ajuda de travesseiros empilhados. O exame físico revela IMC 21.1mg/m2, FR 28, FC 105, pulsos arteriais arrítmicos, síncronos, de pequena amplitude, forma incaracterística, jugulares túrgidas em 45º, ondas “v” salientes. O exame do precórdio mostra atividade hipercinética, impulsão de meso 2+/4, M1 palpável, ausência de frêmitos. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular, sugerindo fibrilação atrial, taquicardia, estalido de abertura precoce e variável em área mitral, hiperfonese de M1 e do componente pulmonar de B2, sopro sistólico de regurgitação +/4 na borda esternal esquerda baixa. |
Estabeleça a hipótese diagnóstica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A língua portuguesa que amo tanto
Que canto enquanto encanto-me ao ouvi-la
Em cada canto é fala, é riso, é pranto
E nada há que a cale e que a repila.
Que canto enquanto encanto-me ao ouvi-la
Em cada canto é fala, é riso, é pranto
E nada há que a cale e que a repila.
É essa língua tórrida e faceira
Inebriante e meiga e doce e audaz
Que envolve e enleia a gente brasileira
E quem a utiliza é quem a faz.
Inebriante e meiga e doce e audaz
Que envolve e enleia a gente brasileira
E quem a utiliza é quem a faz.
[...]
Não há quem fale errado ou fale mal
De norte a sul, é belo o que é falado
Na língua de Brasil e Portugal.
Para julgar quem fala certo ou fala errado
De norte a sul, é belo o que é falado
Na língua de Brasil e Portugal.
Para julgar quem fala certo ou fala errado
Não há no mundo lei, nem haverá:
Quem faz da fala língua é quem a fala
Gramática nenhuma a calará
Gramático nenhum irá cegá-la!
Quem faz da fala língua é quem a fala
Gramática nenhuma a calará
Gramático nenhum irá cegá-la!
LOPES, Oldney. Disponível em: http://www.oldney.net/visualizar.php?idt=433893. Acesso em 23/09/2010. Adaptado.
Entre os versos: “Para julgar quem fala certo ou fala errado / Não há no mundo lei, nem haverá:”, evidencia-se uma relação semântica de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise o caso clínico abaixo e responda à questão.
| Paciente do sexo feminino, 23 anos, segundo grau incompleto, desempregada, relata antecedentes de FR, em surtos repetidos entre os 06 e 09 anos de idade, uso irregular da profilaxia benzatínica. Há 1 ano, surgiram queixas de palpitações, eventualmente relacionadas a esforços físicos. Inicialmente conseguia fazer esforços do cotidiano sem restrições. Há aproximadamente 2 meses, associada às palpitações, surgiram dispneia e acessos de tosse, por vezes com hemoptoicos. Há 2 semanas não consegue dormir sem ajuda de travesseiros empilhados. O exame físico revela IMC 21.1mg/m2, FR 28, FC 105, pulsos arteriais arrítmicos, síncronos, de pequena amplitude, forma incaracterística, jugulares túrgidas em 45º, ondas “v” salientes. O exame do precórdio mostra atividade hipercinética, impulsão de meso 2+/4, M1 palpável, ausência de frêmitos. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular, sugerindo fibrilação atrial, taquicardia, estalido de abertura precoce e variável em área mitral, hiperfonese de M1 e do componente pulmonar de B2, sopro sistólico de regurgitação +/4 na borda esternal esquerda baixa. |
De acordo com o seu diagnóstico clínico e que seria esperado encontrar no exame eletrocardiográfico clássico, de 12 derivações?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise as relações de sentido apresentadas a seguir.
1) Afirmar que “o ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua” equivale a afirmar que “o ensino tradicional de língua portuguesa, erroneamente, envidou esforços no conhecimento da descrição da língua”.
2) Com a afirmação de que “ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível”, o autor pretendeu dizer que “é humanamente impossível reter todo o conhecimento disponível”.
3) O segmento destacado em: “para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua” equivale semanticamente a “aquele cujo desejo é o de saber utilizar a sua língua”.
4) No contexto em que se insere, o termo destacado em: “para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários” tem o mesmo sentido de ‘discriminando’.
Estão corretas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
“muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.”
No trecho, podem ser identificadas, respectivamente, as seguintes relações semânticas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO

(Imagem disponível em: sinergiaprodutiva.blogspot.com. Acesso em 23/09/2010.)
O Texto pretende enfatizar, como tema principal:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO

(Imagem disponível em: sinergiaprodutiva.blogspot.com. Acesso em 23/09/2010.)
No trecho: “Este será meu instrumento de defesa...”, o termo que nos remete à imagem é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise o caso clínico abaixo e responda à questão.
| Paciente do sexo feminino, 23 anos, segundo grau incompleto, desempregada, relata antecedentes de FR, em surtos repetidos entre os 06 e 09 anos de idade, uso irregular da profilaxia benzatínica. Há 1 ano, surgiram queixas de palpitações, eventualmente relacionadas a esforços físicos. Inicialmente conseguia fazer esforços do cotidiano sem restrições. Há aproximadamente 2 meses, associada às palpitações, surgiram dispneia e acessos de tosse, por vezes com hemoptoicos. Há 2 semanas não consegue dormir sem ajuda de travesseiros empilhados. O exame físico revela IMC 21.1mg/m2, FR 28, FC 105, pulsos arteriais arrítmicos, síncronos, de pequena amplitude, forma incaracterística, jugulares túrgidas em 45º, ondas “v” salientes. O exame do precórdio mostra atividade hipercinética, impulsão de meso 2+/4, M1 palpável, ausência de frêmitos. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular, sugerindo fibrilação atrial, taquicardia, estalido de abertura precoce e variável em área mitral, hiperfonese de M1 e do componente pulmonar de B2, sopro sistólico de regurgitação +/4 na borda esternal esquerda baixa. |
Considerando o seu diagnóstico qual a melhor opção terapêutica?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
“muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.”
No que se refere às regras de regência verbal, esse trecho estaria igualmente correto se fosse alterado para:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação ao tamponamento cardíaco (TC), assinale a alternativa incorreta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container