Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1319303 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:

Relacione as imagens de sinalizações utilizadas em laboratórios, apresentadas a seguir, com as respectivas informações referentes a elas.

1)

Enunciado 1319303-1

2)

Enunciado 1319303-2

3)

Enunciado 1319303-3

4)

Enunciado 1319303-4

5)

Enunciado 1319303-5

6)

Enunciado 1319303-6

( ) Sinaliza os locais, e seus acessos, onde se armazenam ou se manuseiam substâncias ou misturas explosivas.

( ) Sinaliza os locais com riscos biológicos.

( ) Sinaliza os locais onde são utilizadas substâncias inflamáveis.

( ) Sinaliza os locais com ocorrência de fontes de radiações ionizantes (raios X e gama).

( ) Sinaliza os locais com riscos de intoxicações por inalação, ingestão ou absorção cutânea de produtos químicos perigosos, e que podem ter consequências graves para a saúde.

( ) Sinaliza os locais onde se trabalha com substâncias que podem exercer uma ação destrutiva sobre os tecidos vivos, como ácidos e as bases.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1312089 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco, 01/04/2012, p.B15. Adaptad
Tendo em mente as regras da concordância (verbal e nominal), analise os enunciados a seguir.
1) A existência de crimes que envolvem diferenças raciais são intoleráveis em um país civilizado.
2) Precisam ser combatidos com rigor os crimes cujo fundamento são as questões raciais.
3) A maior parte dos brasileiros desconhece que existem tantos crimes raciais.
4) No futuro, certamente haverão novos meios de combater os crimes raciais.
Estão de acordo com as recomendações gramaticais os enunciados:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1298834 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
O biodiesel é uma mistura de ésteres alquílicos que pode ser obtido através da transesterificação de triglicerídeos como mostra a reação abaixo (Fig. 1). Essa reação ocorre basicamente em três etapas, nas quais o triglicerídeo se transforma em diglicerídeo, que, por sua vez, forma o monoglicerídeo e finda por formar o glicerol. Em cada uma dessas três etapas, uma molécula de biodiesel é formada. A figura 2 mostra o mecanismo de reação da primeira etapa. Dentre as afirmações abaixo, assinale a alternativa incorreta.
Figura 1
Enunciado 1298834-1
Figura 2
Enunciado 1298834-2
Fonte: MARQUES, M. V. et al; Analytica, n. 33, p. 72-87, fev/mar 2008
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1296206 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Dadas as drogas abaixo, assinale a alternativa correta.
Enunciado 1296206-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1296164 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Em relação à biossegurança, é correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1295840 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Para determinação da concentração de cloretos numa amostra aquosa, um volume de dez mililitros dessa amostra foi diluído a 100mL. Uma alíquota de 25mL dessa solução foi titulada por 12,5mL de solução 0,1 molar de nitrato de prata. Qual a concentração de cloretos na amostra inicial?
(Dados de massa atômica: N=14; O=16; Ag=108).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1154606 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco, 01/04/2012, p.B15. Adaptad
“Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes”. O segmento destacado desse trecho foi reformulado, de acordo com as proposições a seguir.
1) era preciso uma lei pela qual tais crimes fossem regulados.
2) era preciso uma lei com a qual tais crimes estivessem sujeitos.
3) era preciso uma lei em que tais crimes estivessem vinculados.
4) era preciso uma lei à qual tais crimes estivessem atrelados.
As normas da regência estão respeitadas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1152187 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
O sulfato de alumínio (Al2(SO4)3) é comumente usado para o tratamento de água. Em piscinas, o Al2(SO4)3 é utilizado para a decantação de partículas mais densas que a água por ação da gravidade, contribuindo ainda para o ajuste do pH da água. A manutenção do pH correto reduz a quantidade de cloro necessária à desinfecção da piscina. Neste sentido, se um responsável pelo tratamento de uma piscina, preparar uma solução 0,2M de Al2(SO4)3, esta deverá apresentar uma a concentração molar de íons Al3+ de:
Dados da massa atômica: O=16; Al=27; S=32.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1141550 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco, 01/04/2012, p.B15. Adaptad
Assinale a alternativa na qual todas as formas verbais estão corretamente empregadas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1131993 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco, 01/04/2012, p.B15. Adaptado.
O Texto provê a informação de que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas