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Foram encontradas 40 questões.

898342 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Na rotina da técnica de necrópsia, o decúbito é a melhor posição estabelecida para o procedimento.
Assim, para o exame:
 

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838628 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A descrição anatômica é baseada no animal adulto, disposto em posição anatômica, da qual se pode afirmar o seguinte:
 

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796068 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
O sistema genital dos animais é formado por órgãos responsáveis pela perpetuação da espécie. Sobre esse sistema, assinale a alternativa correta.
 

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764580 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Em relação à biossegurança no laboratório de anatomia, assinale a alternativa correta.
 

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712508 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A autopsia é um procedimento que objetiva o exame de um cadáver a fim de identificar a causa da morte ou avaliar a presença de doença ou ferimento. Quanto a esse tema, analise as afirmações seguintes.
1) A autopsia é realizada pela abertura do crânio, do tórax e do abdômen.
2) A autópsia é exigida em três circunstâncias: morte violenta ou suspeita; morte natural, ocorrida sem assistência médica; morte decorrente de doença rara, que convém ser pesquisada.
3) A identificação do cadáver, com base em documentos legais, somente será feita posteriormente à realização do exame.
Está(ão) corretas:
 

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A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012, Economia, p.4. Adaptado.
O leitor encontra a seguinte informação no Texto:
 

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666187 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A observação de células, tecidos e órgãos de espécimes biológicas pode ser feita sob diversas técnicas de preparação. Após a colheita, os materiais a serem estudados devem ser identificados e fixados.
Quanto à técnica de preparação permanente de material biológico em microscopia óptica, assinale a alternativa correta.
 

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635005 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
As células denominadas osteócitos e neurônios pertencem, aos tecidos:
 

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A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012, Economia, p.4. Adaptado.
Ao afirmar que “o desejo pelo diploma universitário [...] mascara um preconceito enraizado na sociedade”, o autor do Texto pretendeu dizer que o desejo pelo diploma universitário:
 

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Sobre o aplicativo Microsoft Office Excel, assinale a alternativa incorreta.
Questão Anulada

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