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Foram encontradas 64 questões.

1573578 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Dos intervalos abaixo, qual é um trítono?
 

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1558705 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Enunciado 1558705-1
Nos dois primeiros compassos da Partitura 3, qual instrumento está em uníssono com a linha do naipe dos baixos (Basso)?
 

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1554853 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Assinale, dentre os pares de tons abaixo, o que não apresenta tons relativos.
 

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1553604 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Enunciado 1553604-1
Em vários pontos da Partitura 2, como no final do segundo sistema, temos um choque de ritmos, com uma linha subdividindo o tempo em duas partes, com colcheias e semicolcheias, enquanto outra linha subdivide em três, com quiálteras. Como se chama esse uso simultâneo de duas ou mais estruturas rítmicas contrastantes?
 

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1553174 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Enunciado 1553174-1
Considerando-se o Dó central como Dó 3, qual a nota mais aguda e a nota mais grave da Partitura 3, respectivamente?
 

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Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo.
Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens.
O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas.
[...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.
“Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang.
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas.
Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras.
“Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo.
“Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora.
O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-que-conta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheres-extraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Considerando diversos aspectos formais da nossa gramática, analise as proposições
1) Assim como em “extraordinárias”, também se grafam com “x” as palavras: “extender” e “explêndido”.
2) Assim como em “extraordiárias”, também devem receber acento gráfico as palavras “peremptório” e “moratória”.
3) No trecho: “O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.”, as vírgulas são facultativas, já que são marcas estilísticas.
4) O termo “público-alvo” exemplifica casos em que o adjetivo (“alvo”) não se flexiona no plural. Assim, o plural desse termo é “públicos-alvo”.
Estão corretas:
 

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1545491 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Na escala menor harmônica, o único intervalo que não é nem um tom nem um semitom se encontra entre o:
 

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1543838 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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O uso de qual das seguintes expressões resulta sempre em uma aceleração do andamento?
 

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1543788 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Enunciado 1543788-1
No exemplo musical apresentado na Partitura 3, o coral canta quase que exclusivamente com o mesmo ritmo. Como se chama a textura musical em que as diferentes partes compartilham o mesmo ritmo, mas não necessariamente as mesmas notas?
 

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1518658 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Qual a unidade de tempo do compasso composto 6/4?
 

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