Foram encontradas 41 questões.
Read these following missing sentences and mark the CORRECT alternative using simple present tense.
I. A lot of American people pets.
II. It a lot in my country.
III. You in a beautiful house.
IV. The sun a lot in Southern California.
V. I the housework.
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Select the WRONG alternative for the opposite adjectives:
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Read the sentences and pick up the CORRECT alternative:
I. It’s a nice day.
II. My sisters are very talls.
III. These are goods photos.
IV. They’re jeans blue
V. That’s a fast car.
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Dois irmãos compraram juntos um terreno em formato retangular, medindo 400 m de frente e de fundo e 1000 m nas laterais. Em seguida, resolveram dividir o terreno em duas partes de tamanhos iguais. A divisão foi feita de maneira que a parte de cada um tivesse acesso à estrada e ao igarapé, conforme a imagem abaixo. Após a divisão, qual será a medida da área do terreno pertencente a cada um dos irmãos?

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Uma família da Comunidade do Lameiro, em Normandia, começou a criar vacas. No primeiro ano, possuíam 1 vaca, no segundo ano possuíam 2, no terceiro possuíam 4, no quarto ano possuíam 8 e assim por diante, sempre dobrando a quantidade de animais a cada ano. Quantas vacas essa família possuirá no oitavo ano depois de iniciada a criação?
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Laurentino compra farinha na Comunidade do Canauanim, pagando R$ 3,00 por litro, e revende na Feira do Produtor por R$ 6,50 o litro. Dessa forma, lucra R$ 3,50 por litro vendido. Qual será o lucro obtido por Laurentino num dia em que vender 20 litros de farinha?
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O garimpo ilegal é um problema enfrentado por muitas comunidades indígenas em Roraima. Algumas são afetadas ao mesmo tempo tanto pela poluição dos rios como pelas escavações, outras são atingidas por apenas um desses problemas, e algumas não são afetadas. Em uma pesquisa com 10 comunidades foi observado que: 4 delas eram atingidas ao mesmo tempo pela poluição dos rios e pelas escavações, 6 eram atingidas pelas escavações e 5 eram atingidas pela poluição dos rios. Quantas das comunidades pesquisadas não foram atingidas por nenhum dos dois problemas?
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TEXTO II
Leia abaixo o fragmento do livro O Cão e o Curumim, escrito por Cristino Wapichana, e responda o que se pede:
- No mundo temos de compreender a importância do existir, meu neto. Não vivemos apenas para nós mesmos. Existimos quando o outro existe e nos complementamos quando nos doamos, como esta árvore, que se deixa ferir para curar os outros. Só existimos juntos – concluiu.
Depois daquele momento mágico, retornamos pra casa. Vovó não me deixou levar a bolsa nem a panela que abrigava as brasas e o maruai, que desfazendo-se em fumaça com cheiro e cor, cobria o caminho de volta.
Aquele lugar passou a ser ainda mais encantador e acolhedor. O melhor é que ficava a menos de três tiros de flecha da minha casa. Quando eu estava lá, o mundo se resumia àquele pedaço. Havia sempre frutos maduros exibindo-se para ser degustados. Bastava escolher, colher, descascar e comer.
Fonte: WAPICHANA, Cristino. O Cão e o Curumin, 2018, p. 15.
No fragmento do texto II: “No mundo temos de compreender a importância do existir, meu neto. Não vivemos apenas para nós mesmos. Existimos quando o outro existe e nos complementamos quando nos doamos, como esta árvore, que se deixa ferir para curar os outros. Só existimos juntos – concluiu”, as palavras sublinhadas podem ser classificadas, respectivamente, como:
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TEXTO II
Leia abaixo o fragmento do livro O Cão e o Curumim, escrito por Cristino Wapichana, e responda o que se pede:
- No mundo temos de compreender a importância do existir, meu neto. Não vivemos apenas para nós mesmos. Existimos quando o outro existe e nos complementamos quando nos doamos, como esta árvore, que se deixa ferir para curar os outros. Só existimos juntos – concluiu.
Depois daquele momento mágico, retornamos pra casa. Vovó não me deixou levar a bolsa nem a panela que abrigava as brasas e o maruai, que desfazendo-se em fumaça com cheiro e cor, cobria o caminho de volta.
Aquele lugar passou a ser ainda mais encantador e acolhedor. O melhor é que ficava a menos de três tiros de flecha da minha casa. Quando eu estava lá, o mundo se resumia àquele pedaço. Havia sempre frutos maduros exibindo-se para ser degustados. Bastava escolher, colher, descascar e comer.
Fonte: WAPICHANA, Cristino. O Cão e o Curumin, 2018, p. 15.
A partir da leitura da obra literária e do fragmento exposto, é INCORRETO afirmar que:
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Garimpo na Amazônia: um problema de todos nós
A atividade garimpeira está longe de ser um problema
que atinge exclusivamente os povos indígenas e, com a
omissão do Estado, ela se firma como uma questão de
saúde pública.
A bacia do rio Tapajós se transformou no epicentro do garimpo na Amazônia, que hoje se espalha como uma epidemia e configura mais uma grave ameaça ao equilíbrio ecológico do bioma. Nesta região, para além dos garimpos localizados nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, encontramos nada menos que outros 418 garimpos no interior das Unidades de Conservação de Uso Sustentável e mais 124 nas Unidades de Proteção Integral.
Entre as áreas protegidas, o avanço do garimpo nas terras indígenas ganha ares de tragédia e é impulsionado não só pelo crime organizado, que financia a extração e a compra do ouro explorado desses territórios, mas também pela desorganização proposital do Estado para enfrentar esta atividade criminosa dentro destes territórios; que se traduzem na manutenção de um ciclo infinito de violações contra o meio ambiente e os povos indígenas.
No Pará, Amazonas e Roraima, as terras indígenas Munduruku, Kayapó e Yanomami e são palco de um amplo espectro de violações perpetradas pelo garimpo contra os povos indígenas da Amazônia e da omissão do Estado brasileiro, que, apesar das diversas denúncias e pedidos de socorro, segue protegendo os criminosos que impõem a barbárie em pleno século 21.
Provocado pela resistência dos Munduruku à destruição do seu território e consequentemente do seu modo de vida, no dia 15 de setembro, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para que o mesmo obrigue o governo brasileiro a retomar, em regime de urgência, todas as operações de combate aos garimpos localizados no interior das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no sudoeste do Pará; haja vista que as operações foram interrompidas após reunião do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que se reuniu com garimpeiros não indígenas e indígenas que atuam dentro do território Munduruku.
Para além dos impactos ambientais que ameaçam a integridade ecológica das áreas invadidas, o garimpo está longe de ser uma questão que prejudica exclusivamente os indígenas, pois promove uma série de outros impactos que não se restringem ao ambiente onde a atividade se desenvolve, a exemplo da contaminação por mercúrio que afeta, por exemplo, as milhares de pessoas que compõem a população ribeirinha da Amazônia e que se alimentam periodicamente de peixe, uma vez que os peixes, especialmente os chamados predadores, atuam como concentradores naturais de mercúrio, que uma vez acumulado no corpo humanos, causa toda uma ordem de problemas nos rins, fígado, aparelho digestivo e no sistema nervoso central.
Por tudo isso, não restam dúvidas de que a atividade garimpeira há muito se estabeleceu como um problema ambiental e de polícia, mas ainda precisa ser reconhecida sobretudo como um problema de saúde pública, que impõe mudanças radicais no modo de vida das populações amazônicas, sejam elas indígenas ou não. Assim, ações de denúncia e combate ao garimpo empreendidas pelo povo Munduruku e outros povos, não podem ser ignoradas pelo restante da sociedade brasileira, especialmente porque tais ações são muito mais que pedidos de socorro, elas constituem-se num chamado ao debate civilizatório requerido pelo século em que vivemos. A sociedade brasileira não pode mais aceitar conviver com uma prática tão nefasta ao meio ambiente e a todos os brasileiros.
Extraído de: https://www.greenpeace.org/brasil/
blog/garimpo-naamazonia- um-problema-de-todos-nos/. Acesso em 25 de maio de 2021
Quanto à acentuação gráfica das palavras retiradas do texto I: “Pará”; “indígena”; “Amazônia” e “mercúrio”, podemos classificá-las, respectivamente, como:
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