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Foram encontradas 50 questões.

1333836 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Em relação ao Modelo de Ocupação Humana, no que diz respeito aos pressupostos-chave, assinale a opção INCORRETA.
 

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1333348 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Minervina da Silva é aposentada do serviço público federal em cargo técnico, recebendo normalmente os proventos merecidos. Aprovada em novo concurso público para professora da administração pública federal, ela quer continuar recebendo seus proventos e tomar posse no novo cargo. Com relação a isso, pode-se afirmar que
 

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1333216 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Servidores públicos federais de cargo efetivo foram condenados em processo administrativo disciplinar por ofensa física a outro servidor, durante o serviço e sem estarem atuando em legítima defesa. Um deles aposentou-se após a condenação e o outro permaneceu na ativa. De acordo com o disposto na Lei Federal nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União,
 

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1333111 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Em pacientes com amputação de membro superior, o tratamento de reabilitação deve enfocar as necessidades individuais, e o papel da terapia ocupacional é auxiliar a obtenção de um nível ótimo de independência, com ou sem o uso de prótese. Com base nos tipos de prótese, leia atentamente as assertivas a seguir.
I. Prótese Mecânica: é aquela que pode ser controlada por chave ou sinais mioelétricos;
II. Prótese Mioelétrica: é uma prótese “ativa” que, por meio de eletrodos, capta as contrações musculares, responsáveis pelo acionamento dos componentes;
III. Prótese Elétrica: é uma prótese “ativa”, sendo acionada por movimentos do corpo;
IV. Prótese Híbrida: combinam a força mecânica com uma força mioelétrica, resultando em uma prótese mais funcional para o paciente.
Assinale a opção que apresenta a(s) assertiva(s) CORRETA(S).
 

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1332801 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado!$ ^{(A)} !$, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna!$ ^{(B)} !$. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(E)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira!$ ^{(A)} !$. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse!$ ^{(B)} !$.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic!$ ^{(E)} !$.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia!$ ^{(C)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia!$ ^{(C)} !$. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto!$ ^{(D)} !$. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou!$ ^{(D)} !$.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta a resposta à questão anterior, marque, dentre as opções abaixo, aquela em que há trechos linguístico-textuais que confirmam a escolha CORRETA da primeira questão.
 

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1332243 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Em relação ao ato de posse do servidor público, conforme a lei 8.112/90, é INCORRETO afirmar que
 

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1332119 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Ainda com relação ao texto, o provérbio abaixo que melhor pode funcionar como uma síntese para ele é:
 

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1332086 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
Segundo Swanson (2003), em paciente com amputação de membro superior, o prejuízo da função manual é sempre elevado, não importando o nível de amputação. Porém, o desempenho global do indivíduo melhora quanto mais baixa for a amputação. Com base no desempenho do indivíduo em relação ao nível de amputação, analise a tabela abaixo, e marque a sequência CORRETA, de acordo com os dados apresentados nas três colunas.
NÍVEL DE AMPUTAÇÃO PREJUÍZO DA FUNÇÃO MANUAL PREJUÍZO DO DESEMPENHO
(1) ombro (1) 95 - 100% (1) 54%
(2) abaixo da axila (2) 90 - 95% (2) 60%
(3) abaixo do cotovelo (3) 90% (3) 57 – 60%
(4) dedos e polegar (4) 100% (4) 54 – 57%
 

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1331503 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta o enunciado “Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano” , a substituição sinonímica da lexia ‘arremedo’ só NÃO é possível por:
 

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1331334 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Relacione a 2ª coluna de acordo com 1ª.
(1) Modelo Biomecânico
( ) Aplicação de métodos e técnicas com base na teoria
da aprendizagem.
(2) Modelo Comportamental
( ) Está intimamente relacionado com a maturação do
sistema nervoso central.
(3) Modelo Neurodesenvolvimental
( ) Caracteriza-se por utilizar estímulos proprioceptivos e
exteroceptivos com vista a influenciar respostas
motoras advindas dos estímulos provocados.
(4) Modelo Sensitivomotor
( ) Fundamenta-se basicamente em leis da mecânica e da
cinesiologia.
Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA.
 

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