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Conforme o art.12 da LDB (Lei nº 9394/96), os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão as seguintes incumbências, EXCETO:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
O ECA (Lei nº 8069/90), Título II, Capítulo IV, assegura à criança e ao adolescente:
I. Direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
II. Atendimento no ensino fundamental, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;
III. Acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência;
IV. Progressiva extensão de obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;
V. Oferta de ensino diurno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador;
VI. Atendimento em creche e pré-escola às crianças de 01 a 07 anos de idade.
Estão CORRETAS somente as assertivas:
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Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo!$ ^{(I)} !$. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações!$ ^{(III)} !$ – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues!$ ^{(IV)} !$, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão!$ ^{(II)} !$ vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto à correção gramatical, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo” , a permuta de ‘com quem’ para ‘que’ torna o trecho incorreto gramaticalmente;
II. Em “Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão” , o pronome oblíquo ‘me’ está mal empregado em razão de ele ser um objeto direto e o verbo ‘assistir’ ser transitivo indireto;
III. Em “O que não me imuniza das tentações” – cada Titanic é um Titanic” , o travessão pode ser substituído pela conjunção explicativa ‘pois’ sem nenhuma outra exigência;
IV. Em “de sua mulher, Sandra Regina Domingues,” as duas vírgulas que separam o nome próprio podem ser suprimidas sem nenhum prejuízo semântico à frase.
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Quanto às regras de concordância verbal, marque a opção CORRETA.
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Percival Madeira Pinho, servidor público federal com estabilidade, é aprovado em novo concurso público para cargo em outro órgão da administração federal. Após a posse, Percival é considerado inabilitado no estágio probatório para exercício do novo cargo. Pretendendo voltar ao cargo de origem no serviço público, Percival poderá requerer
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Na contemporaneidade, pensar a função social da escola é pensar uma escola reflexiva, uma comunidade de aprendizagem (ALARCÃO, 2010). Sobre essa escola, é CORRETO afirmar, exceto:
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Haidt (2004, p. 104) expressa que o plano é “um roteiro das conclusões e decisões tomadas” pelo professor. Nesse sentido, com relação à organização sistemática do trabalho docente na escola, são características de um bom plano didático ou de ensino:
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Assinale a opção INCORRETA acerca do regime de colaboração dos sistemas de ensino.
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- Agentes PúblicosCargos, Empregos e Funções PúblicasAcumulação de Cargos, Empregos e Funções Públicas
Minervina da Silva é aposentada do serviço público federal em cargo técnico, recebendo normalmente os proventos merecidos. Aprovada em novo concurso público para professora da administração pública federal, ela quer continuar recebendo seus proventos e tomar posse no novo cargo. Com relação a isso, pode-se afirmar que
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Servidores públicos federais de cargo efetivo foram condenados em processo administrativo disciplinar por ofensa física a outro servidor, durante o serviço e sem estarem atuando em legítima defesa. Um deles aposentou-se após a condenação e o outro permaneceu na ativa. De acordo com o disposto na Lei Federal nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União,
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