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Foram encontradas 50 questões.

2484663 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Caracterizado por dilatação anormal do rúmen, provocado por retenção excessiva de gases de fermentação na forma de espuma persistentemente dispersa no conteúdo ruminal. Essa ocorrência também está associada ao pastoreio de plantas que provocam fermentação excessiva ou às dietas com excesso de grãos finamente triturados. O distúrbio metabólico que apresenta essas características denomina-se
 

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2483240 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Quanto à consorciação nas entrelinhas do cultivo do coqueiro, é INCORRETO afirmar:
 

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No período “Além das questões materiais, diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social”, considerando-se as orientações normativas do português padrão, é correta a substituição da palavra em destaque pelo verbo
 

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2482536 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Baseado na análise química do solo, um engenheiro agrônomo recomendou adubar um plantio de mamão no segundo ano de produção com 200 kg/ha de N. Considere que o mamoeiro é cultivado num espaçamento de 4m x 2m e será adubado com sulfato de amônio (NH4)2SO4, que contém 20% de N. Assim, para adubar uma área com 05 ha, a quantidade de quilogramas de adubo e a de gramas a ser aplicada em cada planta serão, respectivamente,
 

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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Sobre o texto em estudo, é correto afirmar:
 

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2480981 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Um lote com 1200 galinhas de postura com produtividade de 89% produz, por semana, 7.320 ovos. Caso esse lote passe a produzir 6.000 ovos por semana, a sua produtividade, em termos percentuais, será
 

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Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos.
A expressão “ao sair dos quartos” tem valor
 

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2480760 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A determinação das constantes de umidade do solo é fundamental para o manejo adequado da irrigação e influi diretamente no desenvolvimento e na produtividade das culturas. Em relação às constantes de umidade do solo, é correto afirmar:
 

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2480494 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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O preparo do solo pode ser realizado com grade aradora, arado de aivecas, subsolador e sulcador. Em relação a um desses implementos, é correto afirmar:
 

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2479896 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFS
Orgão: UFS
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O quadro de apetite depravado, no qual os animais lambem ou mastigam objetos estranhos à sua alimentação normal, a ocorrência de canibalismo e a redução da produção e do peso podem ser atribuídos como sintomas de uma deficiência na dieta fornecida ao animal. Essa dieta tem deficiência de
 

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