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Foram encontradas 690 questões.

1376636 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em uma micrografia de transmissão (usando-se luz polarizada cruzada) de um material polimérico cristalizado a partir do estado fundido pode-se observar uma estrutura conhecida como ____________.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
 

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1376617 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Analise as afirmativas abaixo sobre por que se usam tampões em sistemas metabólicos.
I. Porque a maioria dos processos metabólicos são pH dependentes.
II. Para manter pequenas variações de pH intra e extracelular, em amostras biológicas.
III. Para que o sistema biológico a ser analisado resista às mudanças de pH devido a fatores internos e externos.
IV. Para neutralizar o pH na amostra biológica a ser analisada.
V. Para elevar o pH de um sistema biológico e impedir a acidose metabólica.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1376503 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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É CORRETO afirmar que:
 

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1376447 Ano: 2008
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa CORRETA.
O princípio da proveniência orienta que o arquivo produzido por uma entidade não deve ser misturado aos de outras entidades geradoras. Este princípio deverá ser sempre observado na organização dos arquivos:
 

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1376405 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação aos diferentes tipos de microscópio.
( ) Os componentes ópticos do microscópio de luz compreendem três sistemas de lentes: condensador, objetiva e ocular.
( ) Na microscopia de varredura confocal, a preparação é iluminada através de um raio laser.
( ) O microscópio de contraste de fase permite tornar visível os componentes de células vivas.
( ) O microscópio eletrônico de transmissão é limitado por um pequeno poder de penetração por feixes de elétrons, implicando a necessidade de cortes ultrafinos.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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Quem cuidará do primo pobre?
Washington Novaes
Chama a atenção uma informação da secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Thelma Krug, de que ocorrem na Amazônia 59% das emissões brasileiras de gases em conseqüência de mudanças no uso da terra, desmatamentos e queimadas. Isso quer dizer que 41% ocorrem fora daquele bioma. E como quase já não há mais desflorestamentos na mata atlântica (da qual restam menos de 8% em fragmentos da área originária), conclui-se que a maior parte desses 41% ocorre no Cerrado, para o qual o governo federal prometeu ações só para “depois de 2010”.
É grave, porque a situação do Cerrado já é mais do que preocupante. Segundo o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o desmatamento nesse bioma é da ordem de 1,1% do território (mais de 2 milhões de km2) ao ano – cerca de 22 mil km2, praticamente o dobro do desmatamento anual na Amazônia. Diz o ISPN que o Cerrado já perdeu a cobertura vegetal em mais de 50% de sua área. E que o avanço dessa perda se deve à agricultura e à pecuária (embora a produção de carvão vegetal para siderurgias de Minas Gerais tenha participação importante – 17,3 mil km2 em matas nativas derrubadas entre 1997 e 2006, de acordo com o Observatório do Agronegócio, 26/11/2007).
Há alguma discrepância entre várias fontes quanto ao porcentual do Cerrado já desmatado (há quem fale em 20% remanescentes). Mas não há dúvida de que apenas 1,4% do território está protegido em unidades de conservação, e em torno de 5,5% se incluídos reservas particulares e outros formatos. Diz a Embrapa Monitoramento por Satélite que restam menos de 5% do Cerrado em fragmentos capazes de sobreviver, com mais de 2 mil hectares contínuos (abaixo disso, cadeias genéticas, reprodutivas etc., não conseguem manter-se).
Embora muita gente considere o Cerrado um bioma “inútil” e “feio”, trata-se de uma perda que não deveria acontecer. Essa “floresta de cabeça para baixo” – como a chamou o escritor goiano Carmo Bernardes (porque a maior parte da biomassa é subterrânea, raízes em busca de água em lençóis profundos) – detém cerca de um terço da rica biodiversidade brasileira. Já são mais de 10 mil espécies de plantas identificadas, das quais 4 mil endêmicas, só encontráveis no Cerrado.
Como se pode assistir passiva e tranqüilamente à perda de um patrimônio como esse? Mas é assim. Já foi contado aqui que, há uns 15 anos, uma presidente do Ibama, perguntada numa audiência pública sobre queimadas no Cerrado, respondeu: “Ainda bem que é no Cerrado. Seria muito pior se fosse na Amazônia”. Ela e muitos outros que não o declaram acham que a expansão da fronteira agropecuária no País deve ocorrer no Cerrado, para poupar a Amazônia. O próprio ministro da Agricultura disse isso recentemente. Sem falar que o PAC prevê para o Cerrado a implantação de mais 20 usinas hidrelétricas e oito termoelétricas, embora estudos acadêmicos digam que não precisamos ampliar a oferta de energia, pois podemos economizar até 30% do atual con-sumo, como já foi comentado neste espaço.
Não bastasse a perda da biodiversidade, o desmatamento no Cerrado pode ter sérias e indesejáveis conseqüências nos fluxos hidrológicos no País. Nascem no Cerrado 14% das águas que correm para as três maiores bacias nacionais (Amazonas, São Francisco, Paraná-Paraguai). E há indícios, que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais avalia, de que esse fluxo está diminuindo – como estaria decrescendo o volume de água armazenado nos lençóis e reservatórios subterrâneos (pode-se recordar aqui um exemplo em outro bioma: os córregos e rios formadores da Represa de Itupararanga, na região de Sorocaba, que em poucos anos perderam cerca de 50% de seus fluxos com o desmatamento; uma das causas está em que a vegetação removida deixou de colaborar na retenção de água no solo das margens).
Mais grave ainda, há mais de duas décadas a Embrapa Cerrados vem dizendo que é possível dobrar a produção agropecuária no Cerrado sem necessidade de desmatar um só hectare. Nada menos que 60% dos 61 milhões de hectares de pastagens no bioma estão degradados ou em processo de degradação. E o necessário rodízio com lavouras nessas áreas permitiria acrescentar 15 milhões de hectares aos 14 milhões hoje cultivados com soja, milho e feijão (há mais 3,5 milhões de hectares com café, seringueiras, eucalipto e frutas, principalmente).
Como lembra Donald Sawyer, do Centro de Desenvolvimento Sustentável, da Universidade de Brasília, “o governo precisa se antecipar e direcionar a expansão da cana-de-açúcar (o maior problema para o Cerrado hoje) para áreas já alteradas, se quiser evitar perdas inadmissíveis para o bioma do Cerrado e impactos indesejáveis sobre os recursos hídricos e o clima”. Porque convém ainda enfatizar que o desmatamento provoca aumentos localizados na temperatura das áreas afetadas, com reflexos também na distribuição espacial e temporal das precipitações (que podem prejudicar a agricultura). E dezenas de usinas de álcool estão sendo dirigidas para Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
Também poderia ter efeitos benéficos se se conseguisse tirar do papel, do terreno da ficção, as reservas legais de 20% da área obrigatórias por lei em cada propriedade. Na maior parte das áreas, elas nem sequer existem. São apenas registradas nos órgãos ambientais (que não verificam previamente nem fiscalizam depois), para que possam ser lavradas escrituras de compra e venda.
O Cerrado precisa, com urgência, deixar de ser o “primo pobre” e esquecido dos biomas brasileiros. De ser alternativa para o desmatamento na Amazônia. As perdas no Cerrado são graves, inclusive para o clima. E, afinal, como diz o poeta brasiliense Nicolas Behr, “nem tudo que é torto é errado”, basta ver “as pernas do Garrincha, as árvores do Cerrado”.
(O Estado de S. Paulo, 14 de março de 2008, com adaptações)
A partir da leitura do texto 2, é CORRETO afirmar que:
 

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O SERVIDOR VAI AO ENCONTRO DO POVO
Excertos, adaptados, de entrevista concedida
por Regina Pacheco
a Rosa Pecorelli; texto publicado
no site do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão em março de 2008.
Seis anos, 198 experiências premiadas e 607 servidores inscritos. O Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal – Prêmio Hélio Beltrão (para ações de desburocratização) chega à sétima edição1. Segundo Regina Pacheco, da década de 1980 e início da década de 1990 para cá, os servidores vêm assumindo uma postura mais dinâmica em resposta à pressão da sociedade brasileira.
1. O servidor público está indo ao encontro do povo?
Temos notado, na premiação desse Concurso, que os servidores estão saindo das suas repartições para prestar serviços ao cidadão onde ele está. Esta é a lógica da nova gestão pública, da visão empreendedora: o servidor não organiza a prestação de serviço de acordo com a sua facilidade, mas com a necessidade do seu público-alvo. Assistimos ao uso de carros, barcos, satélites para ligar computadores nos confins da Amazônia; testemunhamos a existência de consulados itinerantes; ou seja, o foco do serviço está se voltando para o cidadão, deslocando-se da organização interna, da maneira como historicamente o servidor esteve acostumado a trabalhar.
2. Houve, então, uma mudança no perfil do servidor público?
Sim, mas principalmente há uma mudança na cultura, na mentalidade do servidor, e o Concurso de Inovações na Gestão Pública Federal espelha um pouco disso ao registrar as experiências de aprimoramento na gestão. Quando falamos em mudança de perfil, referimo-nos a escolaridade, qualificação, porcentagem de servidores com nível superior, o que, aliás, também está ocorrendo de maneira muito rápida. Em 2000, pela primeira vez na história da administração pública federal, mais da metade dos servidores tinha nível superior.
3. Qual postura a sociedade espera do servidor e do serviço público?
Mesmo nos países em que houve uma reforma de Estado mais profunda, mais radical, como Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, está muito claro que a sociedade quer um Estado atuante, saúde pública, educação, sistema de previdência confiável etc. Enfim, a sociedade exige um bom serviço público. Essa pressão é que está fazendo as coisas mudarem. É a pressão da sociedade sobre o servidor público. Acho que o brasileiro está reivindicando mais do serviço público, o que é bastante positivo. A exigência começa no básico, que é não aceitar mais corrupção e desvio de dinheiro, e vai até não aceitar ser mal atendido no balcão, seja ele um balcão de banco ou uma fila da Previdência.
4. E o servidor, o que pensa de tudo isso?
Ele não suporta mais conviver com a pecha de incompetente, daquele que ganha para não fazer nada. A imagem do serviço público do início do século XX, quando era um privilégio trabalhar na administração federal, mudou totalmente na década de 1980. A partir daí virou vergonha ser servidor; ele passou a ter uma imagem de alguém que não dava certo em nada. Nas nossas discussões, em 1995, perguntávamo-nos como iríamos reverter a imagem de desvalorização, de incompetência, até porque é uma imagem injusta; afinal, mesmo nos momentos de maior crise do setor público, sempre existiram servidores negligentes, mas sempre houve uma boa quantidade de servidores comprometidos. O que está claro é que a imagem só vai mudar na hora em que a qualidade do serviço melhorar, quando o cidadão chegar a uma repartição e resolver o problema dele sem precisar voltar cinco vezes, sem ser empurrado daqui para lá porque o funcionário não sabe dar uma explicação, ou porque fica falando ao telefone por vários minutos. Trata-se, enfim, da formação de uma nova cultura do serviço público.
Sobre o uso dos pronomes “disso” e “isso”, é CORRETO afirmar que:
 

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1376209 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas relacionadas com capacitores.
( ) A unidade de capacitância no sistema internacional de unidades é o farad (F), que resulta do quociente da divisão do volt (V) pelo coulomb (C).
( ) A capacitância depende da carga distribuída em uma das armaduras do capacitor e da diferença de potencial entre as duas armaduras.
( ) A carga total de um capacitor é sempre nula.
( ) Introduzindo um dielétrico entre as armaduras de um capacitor, aumenta-se o módulo do campo elétrico entre elas.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1376195 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Considere um gás que muda de estado trocando energia com sua vizinhança. De acordo com a primeira lei da termodinâmica, é CORRETO afirmar que:
 

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1376134 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
A imagem de um objeto, obtida com uma lente convergente, depende basicamente da posição relativa do objeto e da lente. Quando o objeto está situado na posição A indicada na figura abaixo, é CORRETO afirmar que sua imagem será:
 

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