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Foram encontradas 40 questões.

2528289 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Berenice Rosa Francisco, na obra Terapia Ocupacional, faz importante discussão sobre o processo terapêutico ocupacional. Segundo a autora, “Quando tratamos de indagar, nessa perspectiva, como acontece o processo terapêutico ocupacional, chegamos a um ponto onde aparecem, em linhas gerais, três posições opostas e, ao que parece, inconciliáveis” (2001, p. 52). Essas posições dizem respeito a três modelos: terapia ocupacional humanista, terapia ocupacional positivista e terapia ocupacional materialista histórico. Sobre esses modelos, analise as afirmativas abaixo.
I. No modelo humanista o processo é, por definição, criativo, transformador e questionador no contexto em que se efetiva.
II. No modelo positivista o processo é um artifício das rígidas condições em que se desenvolve, às quais o paciente tem que se adaptar.
III. No modelo materialista histórico o processo ocorre de forma espontânea, na situação entre terapeuta e cliente, mediatizada pela atividade.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Enunciado 3037386-1
De acordo com o Texto e a norma padrão escrita, o "se" está exercendo a função de:
 

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2526770 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Métodos e técnicas são fundamentais na avaliação de componentes de desempenho.
Identifique a correlação entre o teste e o componente de desempenho avaliado e assinale a alternativa CORRETA.
 

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2524621 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A abordagem da terapia ocupacional orientada à tarefa para otimizar o controle motor surge de um modelo de sistemas de comportamento motor e é influenciada por teorias recentes de desenvolvimento e aprendizagem motora, sendo que dois conjuntos primários de conhecimento servem como base para essa abordagem: as abordagens orientadas a tarefa e os modelos de terapia ocupacional com base na ocupação e centrados no cliente. Analise os itens abaixo e identifique os que correspondem a hipóteses dessa abordagem.
I. Tarefas funcionais ajudam a organizar o comportamento motor.
II. A prática e a experimentação ativa, com estratégias específicas em contexto único, são necessárias para descobrir uma solução ótima para um problema motor e desenvolver habilidade no desempenho.
III. O desempenho ocupacional surge da interação de múltiplos sistemas que constituem as características exclusivas da pessoa e do ambiente.
IV. Após lesão no sistema nervoso central ou outras alterações nos sistemas pessoais ou ambientais, as alterações de comportamento do paciente refletem as tentativas de atingir os objetivos funcionais.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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O que é ética e moral
No contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade.
Os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra “ética” vem do grego ethos, que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino morales, que significa “relativo aos costumes”.
Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional, fundamentada, científica e teórica. É uma reflexão sobre a moral. Moral é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau.
Disponível em: <http://www.significados.com.br/etica-e-moral/>. Acesso em: 21 jun. 2016. [Adaptado]
Assinale a alternativa que MELHOR sirva como conclusão ao Texto, tendo por base sua progressão.
 

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Enunciado 2881867-1

Conforme o Texto e a norma padrão escrita, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) em relação ao emprego do verbo chegar.

( ) O sujeito está posposto ao verbo no primeiro e no segundo quadrinhos.

( ) Nas duas ocorrências, a expressão "a primavera" requer que o verbo seja flexionado na terceira pessoa do singular.

( ) O acento indicativo de crase no segundo quadrinho é um indício de que a expressão "a primavera" não pode exercer a função sintática de sujeito do verbo chegar.

( ) O sujeito de chegar pode suceder o verbo na sentença, como no primeiro quadrinho, por esse sujeito não corresponder à definição de ser que pratica uma ação.

( ) O verbo chegar tem sujeitos diferentes no primeiro e no segundo quadrinhos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

 

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2523438 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com relação à intervenção terapêutica ocupacional em pessoas com deficiência visual, assinale a alternativa CORRETA.
 

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2522759 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Na perspectiva da terapia ocupacional, crianças são consideradas com atraso no desenvolvimento quando não são capazes de realizar atividades e tarefas com propósito em determinado ambiente. Em relação ao desenvolvimento infantil, assinale a alternativa CORRETA.
 

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Ora pois, uma língua bem brasileira
Análise de textos antigos e de entrevistas expõe as marcas próprias do idioma no país, o alcance do R caipira e os lugares que preservam modos antigos de falar
Carlos Fioravanti
A possibilidade de ser simples, dispensar elementos gramaticais teoricamente essenciais e responder “sim, comprei” quando alguém pergunta “você comprou o carro?” é uma das características que conferem flexibilidade e identidade ao português brasileiro. A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos trinta anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de duzentos anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.
A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o “urubu” de São Paulo ser chamado de “corvo” no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.
Associar o R caipira apenas ao interior paulista, porém, é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R desavergonhado tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Amácio Mazzaropi em seus 32 filmes, produzidos de 1952 a 1980. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII. Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.
A história da língua portuguesa no Brasil está trazendo à tona as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os lusíadas – lá está um frautas no lugar de flautas – e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em diversas composições, em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro. Em levantamentos de campo, pesquisadores da USP observaram que moradores do interior tanto do Brasil quanto de Portugal, principalmente os menos escolarizados, ainda falam desse modo. Outro sinal de preservação da língua identificado por especialistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, dessa vez em documentos antigos, foi a gente ou as gentes como sinônimo de “nós” e hoje uma das marcas próprias do português brasileiro.
Célia Lopes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrou registros de a gente em documentos do século XVI e, com mais frequência, a partir do século XIX. Era uma forma de indicar a primeira pessoa do plural, no sentido de todo mundo com a inclusão necessária do eu. Segundo ela, o emprego de a gente pode passar descompromisso e indefinição: quem diz a gente em geral não deixa claro se pretende se comprometer com o que está falando ou se se vê como parte do grupo, como em “a gente precisa fazer”. Já o pronome nós, como em “nós precisamos fazer”, expressa responsabilidade e compromisso. Nos últimos 30 anos, ela notou, a gente instalou-se nos espaços antes ocupados pelo nós e se tornou um recurso bastante usado por todas as idades e classes sociais no país inteiro, embora nos livros de gramática permaneça na marginalidade.
Outro sinal da evolução do português brasileiro são as construções híbridas, com um verbo que não concorda mais com o pronome, do tipo tu não sabe?, e a mistura dos pronomes de tratamento você e tu, como em “se você precisar, vou te ajudar”. Os portugueses europeus poderiam alegar que se trata de mais uma prova de nossa capacidade de desfigurar a língua lusitana, mas talvez não tenham tanta razão para se queixar. Célia Lopes encontrou a mistura de pronomes de tratamento, que ela e outros linguistas não consideram mais um erro, em cartas do marquês do Lavradio, que foi vice-rei do Brasil de 1769 a 1796, e, mais de dois séculos depois, em uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Linguistas de vários estados do país estão desenterrando as raízes do português brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anúncios de jornais desde o século XVI, coletados em instituições como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. A equipe de Célia Lopes tem encontrado também na feira de antiguidades do sábado da Praça XV de Novembro, no centro do Rio, cartas antigas e outros tesouros linguísticos, nem sempre valorizados. “Um estudante me trouxe cartas maravilhosas encontradas no lixo”, ela contou.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/04/08/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/?cat=capa>. Acesso em: 21 jul. 2016. [Adaptado]
Segundo o autor do Texto, o português do Brasil se tornará uma língua autônoma em relação ao português de Portugal quando:
 

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2521735 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Os princípios teóricos que direcionaram a terapia ocupacional foram organizados em torno da busca do significado da ocupação humana. Sobre esses princípios, analise as afirmativas abaixo.
I. Os seres humanos são dotados de uma natureza ocupacional.
II. A doença foi vista como dotada de potencial para interromper ou romper a ocupação.
III. A ocupação foi reconhecida por ser um organizador natural do comportamento humano e por poder ser usada terapeuticamente para refazer ou reorganizar o comportamento cotidiano.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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