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Foram encontradas 40 questões.

1142058 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação a quadros de distribuição e à divisão da instalação elétrica em circuitos, identifique, entre os itens abaixo, qual(is) corresponde(m) a aspectos preconizados pela NBR 5410 e assinale a alternativa correta.

I. Prever circuitos independentes exclusivos para cada equipamento com corrente nominal superior a 10 A.

II. Prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral (TUGs).

III. Prever em quadros de distribuição pelo menos o espaço para três circuitos de reserva para até seis circuitos efetivos.

 

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1142057 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Considerando a NBR 5410 em relação aos circuitos alimentadores e de comando para motores elétricos, motores de indução com rotor de gaiola, de potência nominal unitária não superior a 150 kW, operados em regime S1, excluídas as aplicações de motores com potência não superior a 1,5 kW que acionem aparelhos eletrodomésticos e eletro-profissionais, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O dimensionamento dos condutores que alimentam motores deve ser tal que, durante a partida do motor, a queda de tensão nos terminais do dispositivo de partida não ultrapasse 10% da respectiva tensão nominal e a queda nos demais pontos da instalação não ultrapasse o limite de 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de transformador de propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s).

II. Os circuitos de comando de motor devem ser concebidos de modo a garantir o religamento automático do motor após parada decorrente de queda ou falta de tensão.

III. Dispositivos que limitem a corrente de arranque do motor não devem ser utilizados para motores com potência superior a 5 CV.

 

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1142056 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação ao trajeto da corrente elétrica no corpo humano em caso de choque elétrico, é correto afirmar que o maior percentual de corrente que flui pelo coração ocorre quando o percurso é entre:
 

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1142055 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação às vantagens em se dimensionar corretamente o fator de potência de uma instalação elétrica, é correto afirmar que:
 

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1142054 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A respeito dos indutores, é correto afirmar que:
 

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1142053 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Um condutor de cobre possui a resistência de 10 Ω a 20 ºC. O coeficiente de temperatura do cobre é de 4 x 10-3 . Qual é a resistência desse condutor a 100 ºC?
 

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1142052 Ano: 2018
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação aos inversores de frequência para acionamento de motores de corrente alternada, é correto afirmar que:
 

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1142051 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação à partida estrela-triângulo, é correto afirmar que:
 

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1142050 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Um multímetro com imprecisão de 1% da leitura, mais 1% de imprecisão do valor do fundo de escala, foi utilizado para medir uma tensão de 20 V na escala de 60 V. Qual é o valor do erro da medida?
 

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A capciosa conjugação do verbo “entreter”
Eduardo de Moraes Sabbag
O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução... e simpática simplicidade.
Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.
A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”. O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução. À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.
Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.
De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:
O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);
O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).
Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:
O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo;
Eu me entretenho com música popular brasileira.
Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.
Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. [...] Aliás, e se o saudoso sorveteiro da infância quisesse se valer do português culto? [...]
Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito... O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor, na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...
[...]
Assim, vimos algumas “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona... e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...
Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.
Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/autor/eduardo-de-moraes-sabbag/7>.
[Adaptado]. Acesso em: 9 set. 2017.
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com o Texto e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O verbo “entreter” apresenta conjugação que pode levar ao erro à luz do padrão culto.
( ) A fala do sorveteiro pode ou não ser considerada um erro pela perspectiva da gramática normativa.
( ) O termo “mineirês” (linha 18) refere-se a uma variedade linguística típica de Minas Gerais.
( ) O texto trata do problema relacionado ao fato de o sorveteiro usar o verbo “entreter” com sentido equivocado.
( ) O que motivou a escrita do texto foi a saudade que o autor sentia da buzina do sorveteiro.
 

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