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A Auditoria Interna Governamental é uma atividade independente e objetiva de avaliação e de
consultoria, desenhada para adicionar valor e melhorar as operações de uma organização. Deve
buscar auxiliar as organizações públicas a realizarem seus objetivos a partir da aplicação de
uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de
governança, de gerenciamento de riscos e de controles internos. Com base nos conceitos da
Instrução Normativa nº 8, de 6 de dezembro de 2017, relacione a coluna 1 à coluna 2 e assinale
a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
COLUNA 1
1 Auditoria Interna Governamental 2 Independência e objetividade
3 Adição de valor 4 Abordagem sistemática e disciplinada 5 Avaliação 6 Consultoria
COLUNA 2
( ) São pressupostos fundamentais para o exercício da auditoria interna, tanto na condução dos trabalhos quanto na emissão de opinião pela Unidade de Auditoria Interna Governamental (UAIG); estão associados o primeiro, a Unidades de Auditoria Interna Governamental (UAIG), e o segundo, à atitude do auditor em relação à Unidade Auditada.
( ) À medida que os objetos auditados se tornam mais complexos, as exigências para a realização do trabalho de auditoria se tornam maiores. Como resposta para esse novo desafio, este conceito exige maior envolvimento da equipe de auditoria e maior conhecimento das áreas de negócio da Unidade Auditada, além de maior domínio dos procedimentos e das técnicas de auditoria.
( ) Embora apresente muitas semelhanças com a Auditoria Independente, apresenta também suas especificidades, dentre elas: a obtenção e a análise de evidências relativas à utilização dos recursos públicos; a contribuição para a melhoria dos serviços públicos; e a atuação com vistas à proteção do patrimônio público.
( ) As finalidades desse tipo de serviço são agregar valor à organização e melhorar os seus processos de governança, de gestão de riscos e de controles internos. É uma atividade que consiste em assessoramento, aconselhamento e outros serviços relacionados fornecidos à alta administração com a finalidade de respaldar as operações da unidade.
( ) Está diretamente vinculado à questão de a auditoria interna considerar, no planejamento dos trabalhos da UAIG, as estratégias, os objetivos, as metas da organização, os riscos a que os processos da Unidade Auditada estão sujeitos, além das expectativas dos destinatários dos trabalhos de auditoria.
( ) Este trabalho, como parte das atividades de auditoria interna, pode ser definido como a obtenção e a análise de evidências com o objetivo de fornecer opiniões ou conclusões independentes sobre um objeto de auditoria.
COLUNA 1
1 Auditoria Interna Governamental 2 Independência e objetividade
3 Adição de valor 4 Abordagem sistemática e disciplinada 5 Avaliação 6 Consultoria
COLUNA 2
( ) São pressupostos fundamentais para o exercício da auditoria interna, tanto na condução dos trabalhos quanto na emissão de opinião pela Unidade de Auditoria Interna Governamental (UAIG); estão associados o primeiro, a Unidades de Auditoria Interna Governamental (UAIG), e o segundo, à atitude do auditor em relação à Unidade Auditada.
( ) À medida que os objetos auditados se tornam mais complexos, as exigências para a realização do trabalho de auditoria se tornam maiores. Como resposta para esse novo desafio, este conceito exige maior envolvimento da equipe de auditoria e maior conhecimento das áreas de negócio da Unidade Auditada, além de maior domínio dos procedimentos e das técnicas de auditoria.
( ) Embora apresente muitas semelhanças com a Auditoria Independente, apresenta também suas especificidades, dentre elas: a obtenção e a análise de evidências relativas à utilização dos recursos públicos; a contribuição para a melhoria dos serviços públicos; e a atuação com vistas à proteção do patrimônio público.
( ) As finalidades desse tipo de serviço são agregar valor à organização e melhorar os seus processos de governança, de gestão de riscos e de controles internos. É uma atividade que consiste em assessoramento, aconselhamento e outros serviços relacionados fornecidos à alta administração com a finalidade de respaldar as operações da unidade.
( ) Está diretamente vinculado à questão de a auditoria interna considerar, no planejamento dos trabalhos da UAIG, as estratégias, os objetivos, as metas da organização, os riscos a que os processos da Unidade Auditada estão sujeitos, além das expectativas dos destinatários dos trabalhos de auditoria.
( ) Este trabalho, como parte das atividades de auditoria interna, pode ser definido como a obtenção e a análise de evidências com o objetivo de fornecer opiniões ou conclusões independentes sobre um objeto de auditoria.
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Segundo o Manual de Orientações Técnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do
Poder Executivo Federal, a amostragem é uma técnica que consiste na obtenção de informações
a respeito de uma população a partir da investigação de apenas uma parte da mesma, ou seja, é
a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de uma população
relevante para fins de auditoria, de forma que todos os itens da população tenham chance de
serem selecionados. Sobre as técnicas de amostragem, indique se as afirmativas abaixo são
verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima
para baixo.
( ) Amostragem probabilística: a seleção é feita por sorteio aleatório, é utilizada a teoria das probabilidades para calcular os resultados das amostras, e, da mesma forma, é calculado o risco de amostragem. Os resultados da amostra podem ser generalizados para toda a população e, em geral, a probabilidade de seleção dos itens é conhecida.
( ) Amostragem não probabilística: pode ser definida como qualquer amostragem que não possui as características da amostragem probabilística. Em geral, podemos dizer que a seleção é feita por critérios subjetivos, e o risco de amostragem não é calculado de forma objetiva. Os resultados da amostra não podem ser generalizados para toda a população, e a probabilidade de seleção dos itens não é conhecida.
( ) A amostragem probabilística deve ser utilizada quando a finalidade do procedimento de auditoria é obter evidências, informações, conclusões, avaliações ou recomendações que se aplicam somente aos itens selecionados na amostra.
( ) A amostragem não probabilística deve ser utilizada em procedimentos cuja finalidade é obter evidências, informações, conclusões, avaliações ou recomendações sobre a população por meio de generalizações do resultado da amostra. A amostra não probabilística é utilizada quando a finalidade do procedimento de auditoria é obter informações, conclusões, avaliações ou recomendações sobre a população por meio da generalização dos resultados da amostra.
( ) O uso da amostragem probabilística é sempre recomendável, enquanto que a amostragem não probabilística tem aplicabilidade restrita a análises pontuais.
( ) Amostragem probabilística: a seleção é feita por sorteio aleatório, é utilizada a teoria das probabilidades para calcular os resultados das amostras, e, da mesma forma, é calculado o risco de amostragem. Os resultados da amostra podem ser generalizados para toda a população e, em geral, a probabilidade de seleção dos itens é conhecida.
( ) Amostragem não probabilística: pode ser definida como qualquer amostragem que não possui as características da amostragem probabilística. Em geral, podemos dizer que a seleção é feita por critérios subjetivos, e o risco de amostragem não é calculado de forma objetiva. Os resultados da amostra não podem ser generalizados para toda a população, e a probabilidade de seleção dos itens não é conhecida.
( ) A amostragem probabilística deve ser utilizada quando a finalidade do procedimento de auditoria é obter evidências, informações, conclusões, avaliações ou recomendações que se aplicam somente aos itens selecionados na amostra.
( ) A amostragem não probabilística deve ser utilizada em procedimentos cuja finalidade é obter evidências, informações, conclusões, avaliações ou recomendações sobre a população por meio de generalizações do resultado da amostra. A amostra não probabilística é utilizada quando a finalidade do procedimento de auditoria é obter informações, conclusões, avaliações ou recomendações sobre a população por meio da generalização dos resultados da amostra.
( ) O uso da amostragem probabilística é sempre recomendável, enquanto que a amostragem não probabilística tem aplicabilidade restrita a análises pontuais.
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De acordo com o Decreto nº 3.591/00, que dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder
Executivo Federal, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal compreende o conjunto das atividades relacionadas à avaliação do cumprimento das metas previstas no Plano Plurianual, da execução dos programas de governo e dos orçamentos da União e à avaliação da gestão dos administradores públicos federais, bem como o controle das operações de crédito, avais, garantias, direitos e haveres da União.
II. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal prestará apoio ao órgão de controle externo no exercício de sua missão institucional.
III. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal prestará orientação aos administradores de bens e recursos públicos nos assuntos pertinentes à área de competência do controle interno, inclusive sobre a forma de prestar contas, conforme disposto no Regimento Interno das unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal indireta vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República.
IV. A sistematização do controle interno, na forma estabelecida no Decreto nº 3.591/00, elimina os controles próprios dos sistemas e subsistemas criados no âmbito da Administração Pública Federal, bem como o controle administrativo inerente a cada chefia, que deve ser exercido em todos os níveis e órgãos, compreendendo: − instrumentos de controle de desempenho quanto à efetividade, eficiência e eficácia, bem como a observância das normas que regulam a unidade administrativa pela chefia competente; − instrumentos de controle da observância das normas gerais que regulam o exercício das atividades auxiliares pelos órgãos próprios de cada sistema; e − instrumentos de controle de aplicação dos recursos públicos e da guarda dos bens públicos.
V. As unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal indireta vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República ficam sujeitas à orientação normativa e supervisão técnica do Órgão Central e dos órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, em suas respectivas áreas de jurisdição.
I. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal compreende o conjunto das atividades relacionadas à avaliação do cumprimento das metas previstas no Plano Plurianual, da execução dos programas de governo e dos orçamentos da União e à avaliação da gestão dos administradores públicos federais, bem como o controle das operações de crédito, avais, garantias, direitos e haveres da União.
II. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal prestará apoio ao órgão de controle externo no exercício de sua missão institucional.
III. O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal prestará orientação aos administradores de bens e recursos públicos nos assuntos pertinentes à área de competência do controle interno, inclusive sobre a forma de prestar contas, conforme disposto no Regimento Interno das unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal indireta vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República.
IV. A sistematização do controle interno, na forma estabelecida no Decreto nº 3.591/00, elimina os controles próprios dos sistemas e subsistemas criados no âmbito da Administração Pública Federal, bem como o controle administrativo inerente a cada chefia, que deve ser exercido em todos os níveis e órgãos, compreendendo: − instrumentos de controle de desempenho quanto à efetividade, eficiência e eficácia, bem como a observância das normas que regulam a unidade administrativa pela chefia competente; − instrumentos de controle da observância das normas gerais que regulam o exercício das atividades auxiliares pelos órgãos próprios de cada sistema; e − instrumentos de controle de aplicação dos recursos públicos e da guarda dos bens públicos.
V. As unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal indireta vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República ficam sujeitas à orientação normativa e supervisão técnica do Órgão Central e dos órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, em suas respectivas áreas de jurisdição.
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Analise as afirmativas abaixo de acordo com a Instrução Normativa nº 3, de 9 de junho de 2017,
do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, e assinale a alternativa correta.
I. A atividade de auditoria interna governamental tem como propósito aumentar e proteger o valor organizacional das instituições públicas, fornecendo avaliação, assessoria e aconselhamento baseados nas melhores práticas nacionais de auditoria.
II. A auditoria interna governamental é uma atividade independente e objetiva de avaliação e de consultoria, desenhada para adicionar valor e melhorar as operações de uma organização. Deve buscar auxiliar as organizações públicas a realizarem seus objetivos, a partir da aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de governança, de gerenciamento de riscos e de controles internos.
III. A terceira linha de defesa contempla os controles primários, que devem ser instituídos e mantidos pelos gestores responsáveis pela implementação das políticas públicas durante a execução de atividades e tarefas, no âmbito de seus macroprocessos finalísticos e de apoio.
IV. A primeira linha de defesa é representada pela atividade de auditoria interna governamental, que presta serviços de avaliação e de consultoria com base nos pressupostos de autonomia técnica e de objetividade.
V. As instâncias de segunda linha de defesa estão situadas ao nível da gestão e objetivam assegurar que as atividades realizadas pela primeira linha sejam desenvolvidas e executadas de forma apropriada.
I. A atividade de auditoria interna governamental tem como propósito aumentar e proteger o valor organizacional das instituições públicas, fornecendo avaliação, assessoria e aconselhamento baseados nas melhores práticas nacionais de auditoria.
II. A auditoria interna governamental é uma atividade independente e objetiva de avaliação e de consultoria, desenhada para adicionar valor e melhorar as operações de uma organização. Deve buscar auxiliar as organizações públicas a realizarem seus objetivos, a partir da aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de governança, de gerenciamento de riscos e de controles internos.
III. A terceira linha de defesa contempla os controles primários, que devem ser instituídos e mantidos pelos gestores responsáveis pela implementação das políticas públicas durante a execução de atividades e tarefas, no âmbito de seus macroprocessos finalísticos e de apoio.
IV. A primeira linha de defesa é representada pela atividade de auditoria interna governamental, que presta serviços de avaliação e de consultoria com base nos pressupostos de autonomia técnica e de objetividade.
V. As instâncias de segunda linha de defesa estão situadas ao nível da gestão e objetivam assegurar que as atividades realizadas pela primeira linha sejam desenvolvidas e executadas de forma apropriada.
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De acordo com a Lei Federal nº 14.133, de 2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos),
analise os itens abaixo sobre objetivos expressos para o processo licitatório e assinale a
alternativa correta.
I. Evitar contratações com sobrepreço ou com preços manifestamente inexequíveis e superfaturamento na execução dos contratos. II. Assegurar a seleção da proposta apta a gerar o resultado de contratação com menor custo para a Administração Pública, inclusive no que se refere ao ciclo de vida do objeto. III. Assegurar tratamento isonômico entre os licitantes, evitando a competição. IV. Incentivar a inovação e o desenvolvimento nacional sustentável.
I. Evitar contratações com sobrepreço ou com preços manifestamente inexequíveis e superfaturamento na execução dos contratos. II. Assegurar a seleção da proposta apta a gerar o resultado de contratação com menor custo para a Administração Pública, inclusive no que se refere ao ciclo de vida do objeto. III. Assegurar tratamento isonômico entre os licitantes, evitando a competição. IV. Incentivar a inovação e o desenvolvimento nacional sustentável.
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Sobre as concepções em torno do conceito de pobreza, analise as afirmativas abaixo e assinale
a alternativa correta.
I. Pobreza absoluta está estreitamente vinculada às questões de sobrevivência física.
II. O conceito de pobreza relativa define necessidades a serem satisfeitas em função do modo de vida predominante de determinada sociedade.
III. Nas economias modernas e monetizadas, a noção de atendimento às necessidades é operacionalizada de forma indireta via renda.
IV. Linha de indigência ou de pobreza extrema vincula-se especificamente às necessidades nutricionais, caráter essencial das necessidades alimentares.
V. O uso da renda para estabelecimento de linhas de pobreza consiste na estreita correlação considerada entre nível de renda e indicadores de bem-estar físico.
I. Pobreza absoluta está estreitamente vinculada às questões de sobrevivência física.
II. O conceito de pobreza relativa define necessidades a serem satisfeitas em função do modo de vida predominante de determinada sociedade.
III. Nas economias modernas e monetizadas, a noção de atendimento às necessidades é operacionalizada de forma indireta via renda.
IV. Linha de indigência ou de pobreza extrema vincula-se especificamente às necessidades nutricionais, caráter essencial das necessidades alimentares.
V. O uso da renda para estabelecimento de linhas de pobreza consiste na estreita correlação considerada entre nível de renda e indicadores de bem-estar físico.
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Potyara Pereira (2011, p. 125) afirma que “diferente, pois, das políticas sociais dos países
capitalistas avançados, que nasceram livres da dependência econômica e do domínio
colonialista, o sistema de bem-estar brasileiro sempre expressou as limitações decorrentes
dessas injunções”. Adicionalmente, destaca que “[...] a política social brasileira teve seus
momentos de expansão justamente nos períodos mais avessos à instituição da cidadania:
durante os regimes autoritários” (idem, p. 126).
Considerando as políticas sociais instituídas nos governos autoritários, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O Conselho Nacional de Serviço Social (CNSS) e o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) foram criados no Governo de Getúlio Vargas chamado de Estado Novo.
II. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) e o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) foram criados durante o governo de cunho ditatorial de Getúlio Vargas.
III. A promulgação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS) e a unificação de todas as Caixas de Pensões e os IAPs no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) datam do período dos governos militares pós-1964.
IV. Data do período dos governos militares a criação do Sistema Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor, que instituiu as FEBEM/FUNABEMs para atendimento às crianças e adolescentes em conflito com a lei na forma de um modelo repressivo e de recolhimento institucional.
V. A reforma do sistema previdenciário de saúde deu origem ao Sistema Único e Descentralizado de Saúde (SUDS) nos anos finais do período dos governos militares pós-1964, o qual, mais tarde, foi transformado no Sistema Único de Saúde (SUS).
Considerando as políticas sociais instituídas nos governos autoritários, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O Conselho Nacional de Serviço Social (CNSS) e o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) foram criados no Governo de Getúlio Vargas chamado de Estado Novo.
II. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) e o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) foram criados durante o governo de cunho ditatorial de Getúlio Vargas.
III. A promulgação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS) e a unificação de todas as Caixas de Pensões e os IAPs no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) datam do período dos governos militares pós-1964.
IV. Data do período dos governos militares a criação do Sistema Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor, que instituiu as FEBEM/FUNABEMs para atendimento às crianças e adolescentes em conflito com a lei na forma de um modelo repressivo e de recolhimento institucional.
V. A reforma do sistema previdenciário de saúde deu origem ao Sistema Único e Descentralizado de Saúde (SUDS) nos anos finais do período dos governos militares pós-1964, o qual, mais tarde, foi transformado no Sistema Único de Saúde (SUS).
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Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social brasileiro expressam a
intenção da profissão em explicar e intervir na realidade e definem sua direção social. Sobre as
tendências que expressam o debate profissional, indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as
afirmativas abaixo e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para
baixo.
( ) As transformações societárias que caracterizam a década de 1980 vão encontrar um Serviço Social consolidado e maduro, uma profissão com acúmulos e avanços e com direção social, como é possível observar no Código de Ética Profissional de 1986, documento profissional de densidade teórico-metodológica e operacional que registra o compromisso da categoria com a classe trabalhadora e ética.
( ) Os referenciais orientadores do pensamento e da ação na emergência do Serviço Social tiveram como fontes a Doutrina Social da Igreja e o pensamento derivado de São Tomás de Aquino (tomismo e neotomismo).
( ) O conservadorismo como forma de pensamento e experiência prática, resultado de um contramovimento aos avanços da modernidade, não se constitui como o primeiro suporte teórico-metodológico para qualificação técnica da profissão, visto que não se trata de uma teoria social.
( ) As abordagens funcionalistas, estruturalistas e sistêmicas, todas de matriz positivista, integram a vertente modernizadora do Movimento de Reconceituação, conforme classificação de Netto (1994).
( ) Ao longo da década de 1990, alguns eixos articuladores do debate profissional têm rebatimentos na ação e produção teórica do Serviço Social, quais sejam: i) a noção de seguridade social como conjunto de seguranças para proteção, redução ou prevenção às situações de risco e de vulnerabilidade social; ii) a assistência social como política pública; iii) gestão e operacionalização das políticas sociais.
( ) As transformações societárias que caracterizam a década de 1980 vão encontrar um Serviço Social consolidado e maduro, uma profissão com acúmulos e avanços e com direção social, como é possível observar no Código de Ética Profissional de 1986, documento profissional de densidade teórico-metodológica e operacional que registra o compromisso da categoria com a classe trabalhadora e ética.
( ) Os referenciais orientadores do pensamento e da ação na emergência do Serviço Social tiveram como fontes a Doutrina Social da Igreja e o pensamento derivado de São Tomás de Aquino (tomismo e neotomismo).
( ) O conservadorismo como forma de pensamento e experiência prática, resultado de um contramovimento aos avanços da modernidade, não se constitui como o primeiro suporte teórico-metodológico para qualificação técnica da profissão, visto que não se trata de uma teoria social.
( ) As abordagens funcionalistas, estruturalistas e sistêmicas, todas de matriz positivista, integram a vertente modernizadora do Movimento de Reconceituação, conforme classificação de Netto (1994).
( ) Ao longo da década de 1990, alguns eixos articuladores do debate profissional têm rebatimentos na ação e produção teórica do Serviço Social, quais sejam: i) a noção de seguridade social como conjunto de seguranças para proteção, redução ou prevenção às situações de risco e de vulnerabilidade social; ii) a assistência social como política pública; iii) gestão e operacionalização das políticas sociais.
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José Paulo Netto (2011) analisa o processo de renovação experimentado pelo Serviço Social no
Brasil entre os anos 1960 e 1980, especialmente no nível de suas formulações, o que
convencionalmente se denomina de “teorização”. Correlacione os eventos e documentos
produzidos pela categoria no Movimento de Reconceituação (coluna 1) com suas principais
características (coluna 2) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima
para baixo.
Coluna 1
1. Seminário do Sumaré
2. Documento de Teresópolis
3. Método de Belo Horizonte
4. Encontro do Alto da Boa Vista
5. Documento de Araxá
Coluna 2
( ) Entende o Serviço Social como prática institucionalizada, cuja ação compreende dimensões corretivas, preventivas e promocionais. Define a inserção do Serviço Social no processo de desenvolvimento, esse no sentido lato da palavra, ou seja, a plena utilização dos recursos naturais e humanos e, consequentemente, uma realização integral do homem.
( ) Suas formulações apontam para uma requalificação do assistente social, definem um perfil sociotécnico da profissão e o situam como “funcionário do desenvolvimento”. Expressa a cristalização da perspectiva modernizadora.
( ) Enfrentou três temas básicos: a cientificidade, a fenomenologia e a dialética. Esses temas constam da publicação de dois documentos denominados “A cientificidade do Serviço Social” e “Reflexões sobre o processo histórico- -científico de construção do objeto do Serviço Social”, preparados por dois grupos de profissionais, um do Rio de Janeiro e o outro de São Paulo e, ainda, das conferências da professora Creusa Capaldo, que versaram sobre a fenomenologia e sobre o pensamento dialético.
( ) É perceptível que há um movimento de abertura a referências distintas do caldo conservador, ainda com claras defasagens teóricas. Em relação aos assistentes sociais especificamente, sugere o serviço social como sistema cibernético que supõe a utilização alternativa de recursos tecnológicos como meios no processo de intervenção.
( ) Expressa a tentativa de historicizar objeto e objetivos profissionais, rechaçando qualquer postura asséptica ou transclassista, e uma tendência à identificação entre método científico e método profissional.
Coluna 1
1. Seminário do Sumaré
2. Documento de Teresópolis
3. Método de Belo Horizonte
4. Encontro do Alto da Boa Vista
5. Documento de Araxá
Coluna 2
( ) Entende o Serviço Social como prática institucionalizada, cuja ação compreende dimensões corretivas, preventivas e promocionais. Define a inserção do Serviço Social no processo de desenvolvimento, esse no sentido lato da palavra, ou seja, a plena utilização dos recursos naturais e humanos e, consequentemente, uma realização integral do homem.
( ) Suas formulações apontam para uma requalificação do assistente social, definem um perfil sociotécnico da profissão e o situam como “funcionário do desenvolvimento”. Expressa a cristalização da perspectiva modernizadora.
( ) Enfrentou três temas básicos: a cientificidade, a fenomenologia e a dialética. Esses temas constam da publicação de dois documentos denominados “A cientificidade do Serviço Social” e “Reflexões sobre o processo histórico- -científico de construção do objeto do Serviço Social”, preparados por dois grupos de profissionais, um do Rio de Janeiro e o outro de São Paulo e, ainda, das conferências da professora Creusa Capaldo, que versaram sobre a fenomenologia e sobre o pensamento dialético.
( ) É perceptível que há um movimento de abertura a referências distintas do caldo conservador, ainda com claras defasagens teóricas. Em relação aos assistentes sociais especificamente, sugere o serviço social como sistema cibernético que supõe a utilização alternativa de recursos tecnológicos como meios no processo de intervenção.
( ) Expressa a tentativa de historicizar objeto e objetivos profissionais, rechaçando qualquer postura asséptica ou transclassista, e uma tendência à identificação entre método científico e método profissional.
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As recomendações de calagem e adubação se baseiam nas análises de solo e, para algumas
espécies, na análise de solo e foliar. Com relação à amostragem de solo, é correto afirmar que:
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