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Efeito Uber reduz preços, mas leva motorista a trabalhar por quase 24h
Rafael Balago
de São Paulo
24/07/2016 - 02h00
Há um ano, o paulistano tinha basicamente duas opções na hora de pedir um carro nas ruas: táxi ou Uber? O cenário mudou. E rápido. Além da chegada de novatos no mercado, os serviços se multiplicaram. Com poucos cliques no celular, é possível chamar de mototáxi a modelos blindados. E toda essa disputa entre as empresas geraram um efeito que chegou ao bolso de quem está na ponta: os clientes.
O trageto entre o largo Santa Cecília e a avenida Paulista. Na região central, custa cerca de R$ 15 no táxi. No UberPool, em que desconhecidos compartilham a viagem, sai por R$ 7,68 – pouco mais de dois bilhetes do metrô.
Para reagir à concorrência gerada por novatos, apps ligados aos táxis tradicionais apostam em promoções com descontos de até 30%. "Ao fazer mais corridas, mesmo que por um valor menor, os taxistas ganham mais no fim do dia", afirma Pedro Somma, diretor de relações institucionais do aplicativo 99.
O Uber faz forte campanha para atrair condutores, como um bônus de R$ 700 para quem indicar outro motorista. Para se cadastrar, não é preciso nem carro: basta enviar pela internet cópia da CNH que tenha a frase "exerce atividade remunerada" e um atestado de antecedentes criminais com "nada consta". A liberação para fazer corridas são feita sem entrevista ou treinamento – há palestras e vídeos para tirar dúvidas.
"Os taxistas estão fazendo 45% menos viagens em relação a 2015", diz Antonio Matias, presidente do Simtetáxis, um dos sindicatos da categoria na cidade. "Há motoristas que roda a noite inteira e ganham só R$ 30." Entre condutores do Uber, a queixa repete-se. No fim do ano passado, chegavam a faturar R$ 2.000 por semana. Atualmente, ficam felizes ao atingir R$ 1.200. (...)
Além de água e balas, os motoristas passaram a oferecer cartões com seus contatos, para tentar driblar a fila virtual. "Combinamos pelo WhatsApp [aplicativo de troca de mensagens]. Quando estiver perto, fico online no Uber e você chama", diz Marcos, 34, no serviço há sete meses.
Cada cliente pode escolher o modelo exato de veículo que quer usar e receber refeições a bordo, como café da manhã ou vinhos e queijos. "Cobramos 50% menos do que a média do mercado de casamentos, por exemplo, e tenho um bom retorno", afirma ele. Para conquistar a sua fatia do bolo, apps estrangeiros que opera na cidade de São Paulo igualmente prometem diferenciais.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/07/1794373-efeito-uber-reduz-precos-
mas-leva-motorista-a-jornada-de-quase-24h.shtml Acesso em: 30 ago 2016 (texto
adaptado).
De acordo com o texto, qual o procedimento do Uber para mobilizar condutores?
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Efeito Uber reduz preços, mas leva motorista a trabalhar por quase 24h
Rafael Balago
de São Paulo
24/07/2016 - 02h00
Há um ano, o paulistano tinha basicamente duas opções na hora de pedir um carro nas ruas: táxi ou Uber? O cenário mudou. E rápido. Além da chegada de novatos no mercado, os serviços se multiplicaram. Com poucos cliques no celular, é possível chamar de mototáxi a modelos blindados. E toda essa disputa entre as empresas geraram um efeito que chegou ao bolso de quem está na ponta: os clientes.
O trageto entre o largo Santa Cecília e a avenida Paulista. Na região central, custa cerca de R$ 15 no táxi. No UberPool, em que desconhecidos compartilham a viagem, sai por R$ 7,68 – pouco mais de dois bilhetes do metrô.
Para reagir à concorrência gerada por novatos, apps ligados aos táxis tradicionais apostam em promoções com descontos de até 30%. "Ao fazer mais corridas, mesmo que por um valor menor, os taxistas ganham mais no fim do dia", afirma Pedro Somma, diretor de relações institucionais do aplicativo 99.
O Uber faz forte campanha para atrair condutores, como um bônus de R$ 700 para quem indicar outro motorista. Para se cadastrar, não é preciso nem carro: basta enviar pela internet cópia da CNH que tenha a frase "exerce atividade remunerada" e um atestado de antecedentes criminais com "nada consta". A liberação para fazer corridas são feita sem entrevista ou treinamento – há palestras e vídeos para tirar dúvidas.
"Os taxistas estão fazendo 45% menos viagens em relação a 2015", diz Antonio Matias, presidente do Simtetáxis, um dos sindicatos da categoria na cidade. "Há motoristas que roda a noite inteira e ganham só R$ 30." Entre condutores do Uber, a queixa repete-se. No fim do ano passado, chegavam a faturar R$ 2.000 por semana. Atualmente, ficam felizes ao atingir R$ 1.200. (...)
Além de água e balas, os motoristas passaram a oferecer cartões com seus contatos, para tentar driblar a fila virtual. "Combinamos pelo WhatsApp [aplicativo de troca de mensagens]. Quando estiver perto, fico online no Uber e você chama", diz Marcos, 34, no serviço há sete meses.
Cada cliente pode escolher o modelo exato de veículo que quer usar e receber refeições a bordo, como café da manhã ou vinhos e queijos. "Cobramos 50% menos do que a média do mercado de casamentos, por exemplo, e tenho um bom retorno", afirma ele. Para conquistar a sua fatia do bolo, apps estrangeiros que opera na cidade de São Paulo igualmente prometem diferenciais.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/07/1794373-efeito-uber-reduz-precos-
mas-leva-motorista-a-jornada-de-quase-24h.shtml Acesso em: 30 ago 2016 (texto
adaptado).
Releia o excerto apresentado pelo texto e escolha a alternativa correta.
O trageto entre o largo Santa Cecília e a avenida Paulista. Na região central, custa cerca de R$ 15 no táxi. No UberPool, em que desconhecidos compartilham a viagem, sai por R$ 7,68 - pouco mais de dois bilhetes do metrô.
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Efeito Uber reduz preços, mas leva motorista a trabalhar por quase 24h
Rafael Balago
de São Paulo
24/07/2016 - 02h00
Há um ano, o paulistano tinha basicamente duas opções na hora de pedir um carro nas ruas: táxi ou Uber? O cenário mudou. E rápido. Além da chegada de novatos no mercado, os serviços se multiplicaram. Com poucos cliques no celular, é possível chamar de mototáxi a modelos blindados. E toda essa disputa entre as empresas geraram um efeito que chegou ao bolso de quem está na ponta: os clientes.
O trageto entre o largo Santa Cecília e a avenida Paulista. Na região central, custa cerca de R$ 15 no táxi. No UberPool, em que desconhecidos compartilham a viagem, sai por R$ 7,68 – pouco mais de dois bilhetes do metrô.
Para reagir à concorrência gerada por novatos, apps ligados aos táxis tradicionais apostam em promoções com descontos de até 30%. "Ao fazer mais corridas, mesmo que por um valor menor, os taxistas ganham mais no fim do dia", afirma Pedro Somma, diretor de relações institucionais do aplicativo 99.
O Uber faz forte campanha para atrair condutores, como um bônus de R$ 700 para quem indicar outro motorista. Para se cadastrar, não é preciso nem carro: basta enviar pela internet cópia da CNH que tenha a frase "exerce atividade remunerada" e um atestado de antecedentes criminais com "nada consta". A liberação para fazer corridas são feita sem entrevista ou treinamento – há palestras e vídeos para tirar dúvidas.
"Os taxistas estão fazendo 45% menos viagens em relação a 2015", diz Antonio Matias, presidente do Simtetáxis, um dos sindicatos da categoria na cidade. "Há motoristas que roda a noite inteira e ganham só R$ 30." Entre condutores do Uber, a queixa repete-se. No fim do ano passado, chegavam a faturar R$ 2.000 por semana. Atualmente, ficam felizes ao atingir R$ 1.200. (...)
Além de água e balas, os motoristas passaram a oferecer cartões com seus contatos, para tentar driblar a fila virtual. "Combinamos pelo WhatsApp [aplicativo de troca de mensagens]. Quando estiver perto, fico online no Uber e você chama", diz Marcos, 34, no serviço há sete meses.
Cada cliente pode escolher o modelo exato de veículo que quer usar e receber refeições a bordo, como café da manhã ou vinhos e queijos. "Cobramos 50% menos do que a média do mercado de casamentos, por exemplo, e tenho um bom retorno", afirma ele. Para conquistar a sua fatia do bolo, apps estrangeiros que opera na cidade de São Paulo igualmente prometem diferenciais.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/07/1794373-efeito-uber-reduz-precos-
mas-leva-motorista-a-jornada-de-quase-24h.shtml Acesso em: 30 ago 2016 (texto
adaptado).
Dentre as sentenças apresentadas pelo texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o acordo entre sujeito e verbo.
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Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores
países
Enviado especial ao Rio
21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.
Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.
Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.
O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)
Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.
A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.
Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.
Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.
Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).
O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-
atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago
2016 (texto adaptado).
Releia o excerto apresentado pelo texto. Na sequência, observe os termos e expressões sublinhados e escolha a alternativa correta.
O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender.
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Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores
países
Enviado especial ao Rio
21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.
Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.
Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.
O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)
Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.
A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.
Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.
Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.
Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).
O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-
atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago
2016 (texto adaptado).
De acordo com o texto, o que é possível inferir com relação ao ciclo olímpico (Londres – 2012 até Rio – 2016) se comparado ao ciclo anterior (Pequim – 2008 até Londres – 2012) com relação ao investimento brasileiro no esporte?
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Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores
países
Enviado especial ao Rio
21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.
Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.
Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.
O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)
Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.
A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.
Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.
Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.
Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).
O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-
atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago
2016 (texto adaptado).
Com base no texto apresentado anteriormente, o que é possível inferir sobre a previsão feita pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) com relação à posição ocupada pelo Brasil nos jogos Olímpicos realizados no Rio de Janeiro no ano de 2016?
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Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares
Felipe Maia
de São Paulo
13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41
"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.
A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)
"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).
Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).
ACESSÓRIOS
"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.
A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.
Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.
Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.
O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-
limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).
Leia as sentenças sobre o texto e escolha a alternativa que apresenta somente um erro de ortografia e o uso correto da crase.
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Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares
Felipe Maia
de São Paulo
13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41
"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.
A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)
"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).
Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).
ACESSÓRIOS
"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.
A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.
Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.
Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.
O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-
limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).
Releia a sentença apresentada pelo texto e escolha a alternativa que apresenta a substituição correta do termo sublinhado.
Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo.
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Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares
Felipe Maia
de São Paulo
13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41
"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.
A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)
"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).
Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).
ACESSÓRIOS
"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.
A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.
Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.
Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.
O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-
limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).
Com base no texto, o que podemos inferir sobre o custo do “Pokémon Go” e de seus acessórios para seus usuários?
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Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares
Felipe Maia
de São Paulo
13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41
"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.
A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)
"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).
Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).
ACESSÓRIOS
"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.
A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.
Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.
Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.
O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-
limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).
Com base no texto, assinale a alternativa correta com relação à descrição do que é o “Pokémon Go”.
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