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Observe a sentença:
“Uma boa tradução é aquela na qual o leitor deveria esquecer completamente que
está lendo um texto traduzido” (Mathew, Arnold, 1861).
A seguir, assinale a alternativa que contém a versão correta.
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Segundo Oliveira (2009), – desenvolvimento de pessoas – é uma função das empresas direcionada à evolução profissional em ambientes otimizados de trabalho em que se buscam resultados compartilhados, desafiadores e anteriormente negociados. Assinale a alternativa que NÃO contempla partes integrantes dessa função.
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No que se refere à conceituação do documento oficial Resolução, pode-se afirmar que
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Em elação às externalidades, analise cada uma das afirmativas a seguir.
I - Externalidade pode ser definida como a ação de um produtor ou consumidor que afeta outros produtores ou consumidores, mas que não é considerada no preço de mercado.
II - Quando existem externalidades negativas, o custo marginal social é maior que o custo marginal da empresa.
III - Se a empresa que gera externalidades possui uma tecnologia de proporções fixas, a externalidade pode ser diminuída apenas mediante incentivo para que a empresa reduza seu nível de produção.
IV - Se as preferências forem quase lineares, a quantidade eficiente de uma externalidade de consumo dependerá da distribuição dos direitos de propriedade.
Está(ão) correta(s)
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O estilo de letra gótica utilizado por Gutenberg para a impressão da Bíblia de 42 linhas é conhecido como
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Para responder a questão, leia a reportagem de Luís Guilherme Barrucho publicada na edição da revista Veja, de 05 /03/2012.
Onde está o verbete “bom senso” ?
O dicionário Houaiss, o maior do país, está na mira da patrulha politicamente correta, que acredita lutar contra o preconceito apagando
palavras e denições. Dicionário, conforme se encontra no Aurélio, é o “conjunto de vocábulos duma língua ou de termos próprios duma ciência ou arte, dispostos, em geral, alfabeticamente, e com o respectivo signicado”. Dicionário é o celeiro do idioma, o banco central da linguagem formado por palavras compiladas segundo um único critério, o de estarem em uso ou terem sido usadas no passado.
Censurar ou podar palavras dos dicionários é uma estupidez que se equipara à loucura de rasgar dinheiro por ser contra o capitalismo ou ao desatino de queimar orestas nativas para matar serpentes venenosas.
Pois foi exatamente isso que um procurador da República do Ministério Público Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, tentou ao ajuizar uma ação civil pública pedindo a remoção das livrarias do dicionário Houaiss, o mais completo do país, com 228.500 verbetes, publicado pela editora Objetiva. O procurador deu guarida a um pedido bizarro feito em 2009 por uma pessoa que sustentava que duas definições da palavra “cigano”, mesmo que devidamente registradas no dicionário como sendo de uso pejorativo, são ofensivas à etnia e devem ser banidas.
Enquanto isso não fosse feito e novas edições devidamente “higienizadas” do dicionário não fossem produzidas, o Houaiss deveria ser retirado das livrarias, e sua venda, proibida. O Houaiss registra que, pejorativamente, cigano é “aquele que trapaceia; velhaco, burlador” e “aquele que faz barganha, que é apegado ao dinheiro; agiota, sovina”.
Pode incorrer em preconceito quem utiliza a palavra cigano nas acepções acima, mas incorre em um desvio muito pior quem propõe censurar esses registros por seu potencial ofensivo. Esta postura, a de empobrecer o idioma, é um dos instintos automáticos das mentes totalitárias. No livro 1984, de George Orwell, um Ministério da Verdade se dedica justamente à supressão das palavras consideradas inadequadas pelos ditadores e à sua substituição por termos novos criados especicamente para suprimir a verdade.
“Quem pede a suspensão de uma obra porque ela contém um termo considerado discriminatório está assassinando a cultura brasileira, que a cada dia é torpedeada por novas empreitadas da patrulha do politicamente correto” , diz o imortal Evanildo Bechara, membro da comissão de lexicógrafos – como são chamados os fazedores de dicionários – da Academia Brasileira de Letras. Diz Breno Lerner, superintendente da Melhoramentos, responsável pelo dicionário Michaelis, que é contra a intervenção do procurador: “À medida que a sociedade se torna mais politicamente correta, cabe ao dicionário retratar isso com o maior rigor possível. É como a fotograa de uma paisagem—se a paisagem muda, é nosso dever fazer um novo retrato, com a maior exatidão”.
O diretor-geral da Objetiva, que edita o Houaiss, Roberto Feith, não concorda com a tese de que a maneira de se atualizar passe pela higienização do conteúdo dos dicionários e de outras obras literárias ou culturais. Os dicionaristas do Houaiss pretendem, segundo ele, reetir as mudanças na paisagem mencionadas por Breno Lerner, não suprimindo dados do passado, mas acrescentando informações relevantes para o presente. No caso de “cigano”, destaca Feith, as próximas edições vão informar que as denições ofensivas " resultam de antiga tradição europeia, pejorativa e xenófoba". A tentação de reescrever o passado é resistente. Há mais de dez anos, outra ação contra o Houaiss tentou apagar a denição pejorativa de judeu como " pessoa usurária, avarenta".
Os dicionários costumam ser revistos por equipes de lexicógrafos a cada cinco ou dez anos, quando se montam novas edições que incluem palavras incorporadas ao idioma (exemplos encontrados no novo Houaiss: “blogosfera”, “tubaína”, “blogar”, “pitaco”, “empoderamento”). Resume o acadêmico Bechara: “O dicionário tem a função de ser o espelho vivo da língua, o repertório da memória cultural e histórica do idioma”. (adaptado)
Ao longo de um texto, os pronomes podem contribuir para a coesão de duas formas: na recuperação de referentes mencionados anteriormente ou na antecipação de referentes a serem mencionados posteriormente. Essa segunda possibilidade é exploradaem
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Body acoustics can turn your arm into a touchscreen
By Paul Marks | March, 2010
Finding the keypad on your cellphone or music player a bit cramped? Maybe your forearm could be more accommodating. It could become part of a skin-based interface that effectively turns your body into a touchscreen.

Bodily interface (Image: ACM)
Called Skinput, the system is a marriage of two technologies: the ability to detect the ultralow-frequency sound produced by tapping the skin with a finger, and the microchip-sized "pico" projectors now found in some cellphones.
The system beams a keyboard or menu onto the user's forearm and hand from a projector housed in an armband. An acoustic detector, also in the armband, then calculates which part of the display you want to activate.
But how does the system know which icon, button or finger you tapped? Chris Harrison at Carnegie Mellon University in Pittsburgh, Pennsylvania, working with Dan Morris and Desney Tan at Microsoft's research lab in Redmond, Washington, exploit the way our skin, musculature and skeleton combine to make distinctive sounds when we tap on different parts of the arm, palm, fingers and thumb.
Bone machine
They have identified various locations on the forearm and hand that produce characteristic acoustic patterns when tapped. The acoustic detector in the armband contains five piezoelectric cantilevers, each weighted to respond to certain bands of sound frequencies. Different combinations of the sensors are activated to differing degrees depending on where the arm is tapped.
Twenty volunteers tested the system and most found it easy to navigate through icons on the forearm and tap fingers to actuate commands.
“Skinput works very well for a series of gestures, even when the body is in motion, “the researchers say, with subjects able to deftly scroll through menus whether they moved up and down or flicked across their arm.
The system could use wireless technology like Bluetooth to transmit commands to many types of device – including phones, iPods and even PCs. The researchers will present their work in April at the ACM Computer- Human Interaction meeting in Atlanta, Georgia.
Body control
Pranav Mistry of the Media Lab at the Massachusetts Institute of Technology warns that users will have to position the armband very precisely so the projection always appears in the right place.
Nevertheless, Skinput looks a promising idea, says Michael Liebschner, director of the Bio-Innovations Lab at Baylor College of Medicine in Houston, Texas, who has worked on bone acoustic conduction technology for gadget-to-gadget transmission.
“This sounds a very feasible approach to using the body itself as an input device," he says. "When you are immersed in a virtual game using a head-mounted 3D display, you cannot just take it off to fiddle around with control buttons. This will make things much easier.”
Fonte: http://www newscientist.com
Assinale a alternativa cujo segmento contém a resposta à pergunta “But how does the system know which icon, button or finger you tapped?”.
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Considere as seguintes afirmações sobre nuvens:
I - Cirrus são nuvens médias, constituídas por água líquida e cristais de gelo.
II - Altocumulus são nuvens altas constituídas por cristais de gelo.
III - Cumulonimbus são nuvens de grande desenvolvimento vertical e podem produzir precipitação intensa.
Está(ão) correta(s)
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Todos os elementos fazem parte do sistema de pré-aquecimento do óleo combustível de uma caldeira, com exceção
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisAbstração de Hardware
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisDrivers de Dispositivos
é um conjunto de especificações, desenvolvido pela Intel, que permite ao sistema operacional detectar, configurar e instalar automaticamente um dispositivo.
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