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Considerando os termos musicais e suas definições, numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
| 1. Monocórdio | ( ) Canção Italiana secular para voz solista |
| 2. Monodia | ( ) Música para uma única voz ou parte, por |
| 3. Monodrama | ( ) Termo utilizado para descrever uma peça ou |
| 4. Monofonia | ( ) Composição dramática escrita para um único |
| 5. Monotemático |
A sequência correta é
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Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) nas seguintes afirmativas referentes à qualidade na aquisição de materiais e execução de obras.
Dentre os fatores que determinam a qualidade de uma obra, estão seu planejamento e gerenciamento, a organização do canteiro de obras e a correta operacionalização dos processos administrativos em seu interior.
( ) As etapas para a produção de obras de edificação são: locação da obra; fundações; estruturas; alvenarias de vedação; instalações elétricas e hidrossanitárias; esquadrias; revestimentos e cobertura.
( ) Os documentos de referência para a execução de formas de madeira para estruturas de concreto armado são o projeto de arquitetura e o projeto estrutural completo com furação das instalações.
( ) Na concretagem com concreto usinado, é uma condição para o início do serviço que o concreto do pavimento inferior esteja liberado, a fim de garantir que o carregamento da nova concretagem não comprometa a estrutura subjacente.
A sequência correta é
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Sobre os compositores brasileiros e suas canções, é INCORRETO afirmar:
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Os sistemas de classificação de solos H.R.B e S.U.C.S. são os mais adotados no Brasil. Os ensaios de solo necesários a esses sistemas são
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Com qual nomenclatura são mais conhecidas no áudio digital as extensões de software?
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Para responder a questão, leia a reportagem de Luís Guilherme Barrucho publicada na edição da revista Veja, de 05 /03/2012.
Onde está o verbete “bom senso” ?
O dicionário Houaiss, o maior do país, está na mira da patrulha politicamente correta, que acredita lutar contra o preconceito apagando
palavras e denições. Dicionário, conforme se encontra no Aurélio, é o “conjunto de vocábulos duma língua ou de termos próprios duma ciência ou arte, dispostos, em geral, alfabeticamente, e com o respectivo signicado”. Dicionário é o celeiro do idioma, o banco central da linguagem formado por palavras compiladas segundo um único critério, o de estarem em uso ou terem sido usadas no passado.
Censurar ou podar palavras dos dicionários é uma estupidez que se equipara à loucura de rasgar dinheiro por ser contra o capitalismo ou ao desatino de queimar orestas nativas para matar serpentes venenosas.
Pois foi exatamente isso que um procurador da República do Ministério Público Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, tentou ao ajuizar uma ação civil pública pedindo a remoção das livrarias do dicionário Houaiss, o mais completo do país, com 228.500 verbetes, publicado pela editora Objetiva. O procurador deu guarida a um pedido bizarro feito em 2009 por uma pessoa que sustentava que duas definições da palavra “cigano”, mesmo que devidamente registradas no dicionário como sendo de uso pejorativo, são ofensivas à etnia e devem ser banidas.
Enquanto isso não fosse feito e novas edições devidamente “higienizadas” do dicionário não fossem produzidas, o Houaiss deveria ser retirado das livrarias, e sua venda, proibida. O Houaiss registra que, pejorativamente, cigano é “aquele que trapaceia; velhaco, burlador” e “aquele que faz barganha, que é apegado ao dinheiro; agiota, sovina”.
Pode incorrer em preconceito quem utiliza a palavra cigano nas acepções acima, mas incorre em um desvio muito pior quem propõe censurar esses registros por seu potencial ofensivo. Esta postura, a de empobrecer o idioma, é um dos instintos automáticos das mentes totalitárias. No livro 1984, de George Orwell, um Ministério da Verdade se dedica justamente à supressão das palavras consideradas inadequadas pelos ditadores e à sua substituição por termos novos criados especicamente para suprimir a verdade.
“Quem pede a suspensão de uma obra porque ela contém um termo considerado discriminatório está assassinando a cultura brasileira, que a cada dia é torpedeada por novas empreitadas da patrulha do politicamente correto” , diz o imortal Evanildo Bechara, membro da comissão de lexicógrafos – como são chamados os fazedores de dicionários – da Academia Brasileira de Letras. Diz Breno Lerner, superintendente da Melhoramentos, responsável pelo dicionário Michaelis, que é contra a intervenção do procurador: “À medida que a sociedade se torna mais politicamente correta, cabe ao dicionário retratar isso com o maior rigor possível. É como a fotograa de uma paisagem—se a paisagem muda, é nosso dever fazer um novo retrato, com a maior exatidão”.
O diretor-geral da Objetiva, que edita o Houaiss, Roberto Feith, não concorda com a tese de que a maneira de se atualizar passe pela higienização do conteúdo dos dicionários e de outras obras literárias ou culturais. Os dicionaristas do Houaiss pretendem, segundo ele, reetir as mudanças na paisagem mencionadas por Breno Lerner, não suprimindo dados do passado, mas acrescentando informações relevantes para o presente. No caso de “cigano”, destaca Feith, as próximas edições vão informar que as denições ofensivas " resultam de antiga tradição europeia, pejorativa e xenófoba". A tentação de reescrever o passado é resistente. Há mais de dez anos, outra ação contra o Houaiss tentou apagar a denição pejorativa de judeu como " pessoa usurária, avarenta".
Os dicionários costumam ser revistos por equipes de lexicógrafos a cada cinco ou dez anos, quando se montam novas edições que incluem palavras incorporadas ao idioma (exemplos encontrados no novo Houaiss: “blogosfera”, “tubaína”, “blogar”, “pitaco”, “empoderamento”). Resume o acadêmico Bechara: “O dicionário tem a função de ser o espelho vivo da língua, o repertório da memória cultural e histórica do idioma”. (adaptado)
O título e a argumentação desenvolvida ao longo do texto permitem inferir que o autor
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualRoteiro, Produção e Edição de Conteúdo Audiovisual e Cinematográfico
Quais os elementos necessários para descrever uma cena completa de um roteiro literário?
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Para responder a questão, leia o texto IV.
TEXTO IV
“Non-communicable diseases (NCDs) have become a major health priority in Brazil-72% of all deaths were attributable to NCDs in 2007. They are also the main source of disease burden, with neuropsychiatric disorders being the single largest contributor. Morbidity and mortality due to NCDs are greatest in the poor population. Although the crude NCD mortality increased 5% between 1996 and 2007, age-standardised mortality declined by 20%. Declines were primarily for cardiovascular and chronic respiratory diseases, in association with the successful implementation of health policies that lead to decreases in smoking and the expansion of access to primary health care. Of note, however, the prevalence of diabetes and hypertension is rising in parallel with that of excess weight; these increases are associated with unfavourable changes of diet and physical activity. Brazil has implemented major policies for the prevention of NCDs, and its age-adjusted NCD mortality is falling by 1-8% per year. However, the unfavourable trends for most major risk factors pose an enormous challenge and call for additional and timely action and policies, especially those of a legislative and regulatory nature and those providing cost-effective chronic care for individuals affected by NCDs”.
Fonte: SCHMIDT, M. I. et al. The Lancet, vol.377, jun. 2011.
Ainda de acordo com o texto IV, é INCORRETO afirmar que
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A Educação Especial é parte integrante da educação regular. Para sua organização, os sistemas de ensino devem observar algumas orientações contidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Assinale a alternativa que NÃO contém uma dessas orientações.
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Em saúde publica, no Brasil, um dos métodos para calcular o nível endêmico de uma doença e diagnosticar a ocorrência de epidemia é o do “diagrama de controle”, que consiste na representação gráfica da distribuição da média mensal e desvio-padrão dos valores da frequência observada em um período de tempo de, habitualmente, dez anos. Representa-se graficamente (diagrama curvilinear) a distribuição das médias e desvio-padrão das incidências (diagrama de controle) em relação ao tempo. Os procedimentos adequados para a construção dos diagramas e para a interpretação e análise dos resultados, correspondem às seguintes afirmativas:
I - Dados referentes a anos epidêmicos devem ser excluídos.
II - Valores compreendidos entre aqueles correspondentes à média de cada mês, acrescidos de 1,96 desvio-padrão e aqueles de cada média mensal menos 1,96 desvio-padrão correspondem ao nível endêmico da doença.
III - Dados referentes a anos epidêmicos devem ser incluídos.
IV - Quando uma doença deixou de ocorrer em uma determinada área, o registro de um único caso pode estar configurando uma epidemia ou surto.
V - Os dados do diagrama curvilinear permitem o cálculo de indicadores epidemiológicos, tais como coeficientes de incidência, letalidade e mortalidade.
VI - Quando os valores observados ultrapassam aqueles do limite máximo da variação esperada, diz-se que está ocorrendo uma epidemia.
Estão corretas
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