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2433265 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Haverá emprego para nós?

A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.

Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.

Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.

Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.

Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”

As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.

A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.

Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.

Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.

Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)

Considere as seguintes sugestões de reescritas:

I - Deslocar o segmento em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos para o final da frase, após preocupação.

II - Posicionar o segmento na Revolução Industrial no final da frase, após máquinas.

III - Deslocar o segmento a cada segundo , posicionando-o após gerados e antes de pelas redes sociais.

Em qual (is) das reescritas se altera o sentido apresentado no texto?

 

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2433261 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Dos ensaios padronizados para inspeção e recebimento de aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado, estão corretos:

 

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2433259 Ano: 2012
Disciplina: Meteorologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere a figura abaixo para responder a questão.

Enunciado 2835069-1

A altura do nível de 400 hPa e a direção aproximada do vento em 300 hPa são, respectivamente,

 

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2433252 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O desaprumo e o desalinhamento máximos das paredes do pavimento de alvenaria estrutural com blocos cerâmicos são de

 

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2433251 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para a racionalização da construção, a adoção de sistemas baseados em coordenação modular permite a ordenação dos espaços na construção civil e o módulo "M" é o denominador comum a todas as medidas ordenadas. A imagem que segue ilustra um tipo de ajuste modular que pode ser adotado na racionalização da construção.

Enunciado 2834974-1

Marque a alternativa correta para o tipo de ajuste modular ilustrado.

 

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2433248 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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São atributos importantes do CD, EXCETO

 

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2433228 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere as seguintes afirmações:

I - A topografia pode ser dividida em topometria e topologia.

II - Topometria estuda os processos clássicos de medição de distâncias, ângulos e desníveis cujo objetivo é a determinação de posições relativas de pontos.

III - Topologia tem por objetivo o estudo das formas exteriores do terreno e das leis que regem o seu modelado.

Está(ão) correta(s)

 

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2433224 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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A presença de analgesia perineal, parestesia e dores em membros inferiores associadas à paresia, paraparesia ou paraplegia e disfunções vesical e retal que pode evoluir para incontinência no período pós-operatório de pacientes que receberam raquianestesia sugere

 

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2433216 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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40 mL de uma solução de cloreto de sódio foram titulados com uma solução de nitrato de prata 0,1 mol/L. Calcule a concentração da solução de cloreto de sódio em mol/L, sabendo que foram gastos 20 mL da solução de nitrato de prata. Areação é: AgNO3+NaCl !$ \rightarrow !$ AgCl + NaNO3.

 

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2433211 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Com relação à corrosão, é CORRETO afirmar que

 

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