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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Haverá emprego para nós?
A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.
Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.
Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.
Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.
Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”
As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.
A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.
Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.
Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.
Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)
A leitura do texto permite concluir que a criação de Watson
I - tem estimulado discussões sobre o número de pessoas que podem ficar sem trabalho.
II - encanta pelo potencial que essas invenções têm para auxiliaremprocessos de tomada de decisões.
III - provocou impacto na mídia brasileira comparável ao provocado pela doença do ex-presidente Lula.
Está(ão) correta(s)
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Analise as afirmativas referentes a um adequado atendimento telefônico.
I - Ao atender o telefone, diga “alô”, identifique sua empresa e cumprimente o cliente.
II - Ao atender o telefone, procure usar expressões profissionais tais como: “Aguarde um momentinho, por favor”.
III - Ao atender o telefone, procure ser solícito e aproxime-se dos clientes. Com pessoas jovens use um vocabulário descontraído e com gírias.
IV - Ao atender o telefone, o atendente deve usar expressões de cortesia como “Pois não' e “Por favor”.
Está(ão) correta(s)
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Sobre o diagnóstico da rinossinusite aguda em crianças, assinale a alternativa correta:
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Sabe-se que os custos podem ser classificados em fixos e variáveis. Assinale a alternativa que contém os itens que representam apenas custos variáveis.
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Assinale a única afirmação que NÃO corresponde a um dos objetivos do Plano Plurianual da União.
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Qual o íon utilizado habitualmente para formar as imagens da ressonância magnética?
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Considerando que a mesma clareza que deve existir na redação de um texto para rádio também deve estar presente na fala, assinale V para a(s) afirmação(ões) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) Sempre pronunciar vogal entre duas consoantes. Por exemplo: não pronunciar OPÇÃO, mas sim OPIÇÃO.
( ) Não transformar vogais em ditongos. Por exemplo: não pronunciar ARROIZ, mas sim ARROZ.
( ) Terminações verbais em EJA, ELHA e OURA exigem som aberto. Por exemplo: não pronunciar APEDRÊJA, mas
sim APEDRÉJA.
( ) Os verbos terminados em EAR (por exemplo, clarear e passear) só acrescentam a vogal I quando a sílaba tônica cai sobre a vogal E. Por exemplo: não pronunciar ESTREIOU, mas sim ESTREOU.
A sequência correta é
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Em fotografia, ISO corresponde a
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Um exemplo de parede tipo dry-wall (seca) é a
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Julgue as seguintes afirmações sobre Teorias dos Custos e do mercado concorrencial:
I - Normalmente, a curva de oferta de curto prazo é menos elástica do que a curva de oferta de longo prazo.
II - A curva de oferta de longo prazo é a parte da inclinação ascendente da curva de custo marginal de longo prazo que se localiza acima da curva de custo médio de longo prazo.
III - A presença de lucro econômico puro pode ser representado graficamente pela distância entre receita marginal e custo marginal.
IV - A presença de lucro econômico puro numa estrutura concorrencial pode ser representada graficamente pela distância entre preço e custo variável médio.
Está(ão) correta(s)
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