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Foram encontradas 425 questões.

545039 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.

Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

Nos dois parágrafos finais do artigo, o emprego da primeira pessoa do plural permite ao autor

 

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544809 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O acesso aos documentos microfilmados ocorre através do uso de aparelhos leitores, que podem ser simples ou copiadores. Muitos leitores permitem a leitura de diversos tipos de microformas e alguns, com objetivas zoom, permitem a consulta de documentos microfilmados com diferentes graus de redução. Observe:

Enunciado 544809-1

Os elementos I, II, III e IV, em referência ao leitor em questão, significam, respectivamente,

 

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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.A)

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.

É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

A questão a seguir se refere ao fragmento em negrito, sua organização linguística e sua relação com o restante do texto.

Com base na leitura, pode-se afirmar que

 

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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.

É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

No início do texto, declara-se que a cidade encontra-se ameaçada e, mais adiante, que A cidade é um espaço ético. Nessas duas percepções, através dos verbos, associa-se à cidade, respectivamente,

 

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544649 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder à questão, leia os textos a seguir.

Enunciado 544649-1

Enunciado 544649-2

No texto III, a ação atribuída ao macaco está situada no tempo presente. Uma forma de mostrar o imitar como uma ação momentânea e acabada, realizada no tempo passado, encontra-se em

 

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544622 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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A técnica de inserção incremental da resina composta visa a proporcionar um melhor controle do estresse de polimerização. Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) nas alternativas a seguir, considerando que, para obter os melhores resultados nesse controle, o cirurgião-dentista precisa observar:

( ) Para permitir controle do fator C, cada incremento de resina composta deve apresentar espessura máxima de 2,0 milímetros.

( ) Incrementos de resina composta com espessuras maiores do que 2,0 milímetros devem unir duas paredes laterais, no caso de restaurações classe I amplas.

( ) Incrementos de resina composta aplicados obliquamente são geralmente utilizados para reconstruir a face proximal de cavidades classe II.

( ) Quanto maior a área aderida do incremento de resina composta em relação à área livre, menor o estresse de polimerização.

( ) Até dois incrementos com espessura máxima de 2,0 milímetros cada podem ser sobrepostos antes da polimerização em cavidades profundas, para compensar a perda de energia da luz ativadora.

A sequência correta é

 

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544600 Ano: 2014
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O reconhecimento da dor e seus efeitos sobre o organismo é extremamente importante, tanto do ponto de vista de ética e bem-estar animal, quanto de metodologia, uma vez que a dor pode interferir significativamente no resultado de vários experimentos. A intensidade da dor pode ser estimada de acordo com o tipo e a localização da lesão. Estímulos/procedimentos causadores de dor LEVE, MODERADA e INTENSA são, respectivamente,

 

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544573 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Sobre o histórico da formação do profissional intérprete da Libras, considere as afirmativas:

I - O intérprete da Libras passou a ganhar importância após a oficialização dessa língua, em 2002.

II - Em 1988, realizou-se o I Encontro Nacional de Intérpretes de Línguas de Sinais, organizado pela FEBRAPILS, que propiciou a avaliação sobre a ética do profissional intérprete.

III - O decreto nº 5626/2005 regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais.

IV - O intérprete de língua de sinais é o profissional que atua, partindo de uma dada língua de sinais para outra língua, ou dessa outra língua para uma determinada língua de sinais.

V - No Brasil, a presença de intérpretes de língua de sinais em trabalhos religiosos teve início por volta do ano de 2000.

Estão corretas

 

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544556 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder à questão, leia os textos a seguir.

Enunciado 544556-1

Enunciado 544556-2

Para responder à questão, considere o segmento destacado do Texto I.

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

No texto I, a disposição dos termos nas orações auxilia Manuel Bandeira a dar cadência e expressividade a seu poema. Fora desse contexto, os versos podem ser reunidos em uma frase como

Ontem na imundície do pátio vi um
bicho catando comida entre os detritos.

Para maior clareza e expressividade da nova frase, pode-se empregar, sem prejuízo da norma gramatical,

I - uma vírgula após Ontem.

II - uma vírgula após pátio.

III - um ponto e vírgula após bicho.

Está(ão) correta(s)

 

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544496 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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No laboratório de solos, são realizados ensaios com amostras de solo em uma placa de vidro,moldando-se com a palma da mão cilindros com diâmetro de 3 mm e comprimento de 100 mm. Esse ensaio serve para a determinação

 

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